Universidade federal rural do rio de janeiro instituto de biologia



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UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO

INSTITUTO DE BIOLOGIA

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS

Área de Biofísica

Aula 01: Termodinâmica


O aluno deverá ser capaz de:

  1. Definir Termodinâmica do ponto de vista das ciências fisiológicas

  2. Definir sistemas e ambiente

  3. Diferenciar os sistemas :

Aberto

Fechado


Contínuo

Descontínuo



  1. Conceituar energia livre.

5- Conceituar entalpia.

6- Conceituar entropia.



  1. Explicar as reações endergônicas e exergônicas.

  2. Relacionar entropia e energia livre com a espontaneidade dos processos.

  3. Classificar os processos termodinâmicos segundo a variação de entalpia.

  4. Diferenciar Go, Go’ e G.

  5. Definir equilíbrio termodinâmico e o estado estacionário.

  6. Calcular o G em condições experimentais propostas.

11- Identificar a importância do acoplamento energético de reações no sistema bioló-

gico.


12-Relacione o valor de G com a Keq de uma reação .

13-Definir sistemas G (+) e G (-).

14-Enunciar a primeira e segunda Leis da Termodinâmica.

Bibliografia:



  • FRUMENTO, AS. 1995. Biofísica. 3ª ed. Editora Mosby/Doyma Libros.Madrid, España.

  • MELLO de SOUZA, NJ. 1984. Biofísica. Editora Beija-Flor. Curitiba, PR.

  • LACAZ-VIEIRA, F.; MALNIC, G. 1981. Biofísica. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, RJ.

  • STRYER, L. 2004. Bioquímica. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, RJ.

Aula 02: Membranas biológicas


O aluno deverá ser capaz de:

  1. Caracterizar o caráter anti-entrópico das membranas biológicas;

  2. Citar a composição química geral das membranas;

  3. Identificar a estrutura geral dos fosfolipídeos;

  4. Citar as diferentes classes de fosfolipídeos que são mais comumente encontrados nas membranas;

  5. Citar as formas de interações entre os fosfolipídeos de membrana;

  6. Citar as conseqüências da presença do colesterol na bicamada lipídica da membrana;

  7. Relacionar a composição fosfolipídica da membrana com a fluidez desta estrutura;

  8. Conceituar o processo de transição de fase;

  9. Relacionar as variações na temperatura de transição de fase com a natureza dos lipídeos de membrana;

  10. Discutir as pricipais formas de organização dos lipídeos das membranas;

  11. Explicar qual a organização dos lipídeos das membranas, termodinamicamente, mais favorável;

  12. Relacionar os principais movimentos realizados pelos lipídeos de membrana;

  13. Citar a importância biológica da ocorrência do flip-flop;

  14. Caracterizar os principais grupos de proteínas de membrana;

  15. Explicar as formas pelas quais as proteínas podem se associar à bicamada lipídica;

  16. Relacionar os principais movimentos realizados pelas proteínas de membrana e sua importância biológica;

  17. Relacionar funções biológicas desempenhadas pelas proteínas de membrana;

  18. Descrever como os carboidratos estão assicoados à membrana;

  19. Explicar as principais funções carboidratos associados à membrana;

  20. Fazer uma análise histórica da eolução dos modelos de membranas propostos;

  21. Descrever como os elementos de membrana estão organizados segundo omodelo do mosaico fluido;

Bibliografia:

Alberts B; Bray D; Lewis J; Raff M; Roberts K; Watson JD. 1997. Biologia Molecular da Célula. Editora Artes Médicas Sul. Ltda. Porto Alegre, RS.

Garcia, Eac. 1997. Biofísica. Sarvier Editora de Livros Médicos Ltda. São Paulo, SP.

Guyton, AC; Hal, JE. 1997. Tratado de Fisiologia Médica. 10ª ed. Editora Guanabara Koogan. São Paulo, SP.

Lodish, H; Berk, A; Zipursky, SL; Matsudaira, P; Baltimore, D; Darnell, J. 2002. Biologia Celular e Molecular. 4ª ed. Livraria e Editora Revinter Ltda. Rio de Janeiro, RJ.

Lehninger AL. 2000. Princípios de Bioquímica. Sarvier Editora, Porto Alegre, RS.

Stryer L. 2004. Bioquímica. 5ª Edição. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, RJ. 1104p.

Voet D, Voet JG, Pratt CW. 2000. Fundamentos de Bioquímica. ARTMED Editora.Porto Alegre, RS. 931p.

Aula 03: Transporte através de membranas


O aluno, ao final da aula, deverá ser capaz de:

  1. Caracterizar a membrana como uma entidade de permeabilidade seletiva;

  2. Identificar a bicamada lipídica como uma barreira aos processos de transporte;

  3. Explicar os elementos de mebrana relacionados com os diferentes processos de transporte;

  4. Definir transporte por difusão ou passivo;

  5. Identificar os fatores que direcionam os processos difusionais;

  6. Calssificar os diferentes tipos de difusão;

  7. Explicar os fatores que determinam a difusão simples através da bicamada lipídica;

  8. Explicar os fatores que determinam a difusão simples através dos canais protéicos;

  9. Caracterizar o funcionamento dos diferentes tipos de canais protéicos (com comportas, ligante-dependentes, voltagem-dependentes, canais mecânicos)

  10. Definir a difusão facilitada, diferenciando-a da difusão simples quanto:

  • a especificidade

  • possibilidade de saturação (cinética)

  1. Explicar a termodinâmica dos processo de difusão simples de uma espécia sem carga;

  2. Determinar as principais vias de difusão de íons através da membrana;

  3. Explicar a influências dos gradientes de carga e de concnetração sobre o transporte de íons através da memnbrana;

  4. Explicar a termodinâmica dos processo de difusão simples de íons;

  5. Escrever a equação de Nernst;

  6. Explicar o significado fisiológico da equação de Nernst;

  7. Explicar a atribuição do sinal (+ ou -) ao potencial de Nernst;

  8. Definir o transporte ativo;

  9. Diferenciar o transporte ativo primário de secundário;

  10. Definir e classificar os transportadores acoplados;

  11. Explicar o que são ionóforos;

  12. Estabelecer a importância dos ionóforos na medicina e na biologia.

Bibliografia:

Alberts B; Bray D; Lewis J; Raff M; Roberts K; Watson JD. 1997. Biologia Molecular da Célula. Editora Artes Médicas Sul. Ltda. Porto Alegre, RS.

Guyton, AC; Hal, JE. 1997. Tratado de Fisiologia Médica. 10ª ed. Editora Guanabara Koogan. São Paulo, SP.

Lodish, H; Berk, A; Zipursky, SL; Matsudaira, P; Baltimore, D; Darnell, J. 2002. Biologia Celular e Molecular. 4ª ed. Livraria e Editora Revinter Ltda. Rio de Janeiro, RJ.

Lehninger AL. 2000. Princípios de Bioquímica. Sarvier Editora, Porto Alegre, RS.

Stryer L. 2004. Bioquímica. 5ª Edição. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, RJ. 1104p.

Voet D, Voet JG, Pratt CW. 2000. Fundamentos de Bioquímica. ARTMED Editora.Porto Alegre, RS. 931p.


Aula 04: Potenciais de membrana
O aluno, ao final da aula, deverá ser capaz de:

  1. Descrever a morfologia neuronal;

  2. Explicar como se dá o surgimento dos potenciais de membrana por difusão de íons;

  3. Interpretar as equações de Nernst e de Goldamn;

  4. Identificar a contribuição da difusão de íons (sódio e potássio) para a geração do potencial de membrana;

  5. Destacar a contribuição do transporte ativo de sódio e potássio para a geração do potencial de membrana;

  6. Definir o potencial de repouso;

  7. Explicar a atuação dos canais de Na+ acetilcolina (ACh) dependentes na gênese do potencial de ação (PA);

  8. Definir o que limiar de excitação;

  9. Enunciar a Lei do Tudo-ou-Nada;

  10. Explicar como os canais rápidos de Na+ voltagem-dependentes contribuem para a geração do potencial de aç ão neural;

  11. Definir o processo de despolarização da membrana neuronal;

  12. Descrever as alterações elétricas surgidas ao longo da despolarização da membrana da célula nervosa;

  13. Explicar a contribuição dos canais lentos de K+ voltagem-dependentes para o retorno ao potencial de repouso (PR);

  14. Definir o que é repolarização;

  15. Definir o pós-potencial postivo e estabelecer as suas causas;

  16. Exlicar por que a região do cone axônico-segmento inicial é onde se inicia o PA neural;

  17. Caracterizar a diferença entre o tempo de resposta dos canais de Na+ e os de K+ e a sua importância no surgimento do PA e retorno ao PR;

  18. Relacionar as variações elétricas surgidas na membrana celular e as variações de permeabilidade desta aos íons Na+ e K+;

  19. Destacar a importância de outros íons no processo de bioeletrogênese;

  20. Definir o que é período refratário;

  21. Caracterizar a resposta rítmica de alguns recidos/órgãos;

  22. Explicar como se dá a propagação do PA nas fibras nervosas amielínicas e mielínicas.

Bibiografia:

Garcia EAC. 1998. Biofísica. Editora Sarvier de Livros Médicos LTDA. São Paulo, SP. 387p.

Guyton AC; Hall JE. 1997. Tratado de Fisiologia Medic. 10ª ed. Editora Guanabara Koogan. São Paulo, SP.

Aires MM. 1998. Fisiologia. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, RJ.

Berne MR, Levy MN.1998. Fisiologia. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, RJ. 1034p.

Aula 05: Biofísica da transmissão sináptica
O aluno, ao final da aula, deverá ser capaz de:


  1. Definir o que é sinapse;

  2. Caracterizar:

  • neurônio pré-sináptico

  • neurônio pós-sináptico

  1. Caracterizar sinapse química

  2. Definir o que é um mediador químico (neurotransmissor);

  3. Citar os principais grupos de neurotransmissores (NT);

  4. Descrever como se dá o processo de exocitose (transporte em bloco) para liberação de neurotransmissores;

  5. Destacar o papel dos poros de fusão na liberação de NT;

  6. Explicar como se dá a ação dos NT sobre o neurônio pós-sináptico;

  7. Caracterizar o funcionamento de uma sinapse excitatória;

  8. Caracterizar o funcionamento de uma sinapse inibitória;

  9. Explicar a razão para a ocorrência de retardo sináptico nas sinapses químicas;

  10. Definir o que são:

  • pós-potenciais sinápticos excitatórios

  • pós-potenciais sinápticos inibitórios

  1. Explicar em que consiste o processo de somação espacial;

  2. Explicar em que consiste o processo de somação temporal;

  3. Determinar a importância fisiológica dos processos de somação;

  4. Definir o que são sinapses elétricas;

  5. Explicar o que são:

  • conexinas

  • conexon

  • canais de conexons

  1. Comparar o retardo sináptico nas sinapses elétricas com o das sinapses químicas;

  2. Definir o que é a placa motora ou sinapse neuromuscular ou junção neuromuscular;

  3. Descrever a síntese de ACh no neurônio pré-sináptico;

  4. Explicar a degradação enzimática da ACh e o processo de recaptação da colina pela célula pré-sináptica;

  5. Caracterizar a liberação quântica de ACh e os potenciais miniatura de placa motora (PMPM);

  6. Descrever a estrutura da placa motora;

  7. Explicar como se dá a transmissão do PA na placa motora;

Bibliografia:

Guyton AC; Hall JE. 1997. Tratado de Fisiologia Medic. 10ª ed. Editora Guanabara Koogan. São Paulo, SP.

Aires MM. 1998. Fisiologia. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, RJ.

Berne MR, Levy MN.1998. Fisiologia. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, RJ. 1034p.
Aula 06: Biofísica da contração do músculo esquelético
O aluno, ao final da aula, deverá ser capaz de:


  1. Descrever a anatomia e histologia do músculo esquelético (ME);

  2. Diferenciar os filamentos contráteis no ME;

  3. Descrever a composição molecular dos filamentos grossos;

  4. Caracterizar a estrutura molecular da miosina;

  5. Localizar a atividade ATPásica da miosina;

  6. Descrever a composição molecular dos filamentos finos;

  7. Descrever a organização da molécula de actina globular (G) e filamentosa (F);

  8. Destacar o papel da nebulina na organização da actina F;

  9. Explicar a participação da tropomiosina na organização do filamento fino;

  10. Diferenciar, funcionalmente, os componentes do complexo troponina;

  11. Explicar a participação do complexo troponina na organização do filamento fino;

  12. Descrever o funcionamento da placa motora;

  13. Explicar como se dá o acoplamento dos processos de excitação e contração na célula muscular esquelética;

  14. Explicar a participação do retículo sarcoplasmático (RS) na contração do ME;

  15. Descrever o papel do cálcio na ativação da contração do ME;

  16. Descrever o mecanismo molecular de contração do ME;

  17. Explicar o papel do ATP no processo de contração do ME;

  18. Descrever os processos mecânicos que ocorrem na contração do ME;

  19. Explicar como se dá o relaxamento do ME;

  20. Destacar o papel da bomba de cálcio do RS no relaxamento do ME;

  21. Definir e explicar a ocorrência do rigor mortis;

  22. Explicar os tipos de contração muscular;

  23. Descrever a equação de Hill para a contração muscular e seus diferentes tipos;

  24. Explicar a relação tensão-comprimento ao longo das diferentes etapas de contração do ME.

Bibliografia:

Guyton AC; Hall JE. 1997. Tratado de Fisiologia Medic. 10ª ed. Editora Guanabara Koogan. São Paulo, SP.

Aires MM. 1998. Fisiologia. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, RJ.

Berne MR, Levy MN.1998. Fisiologia. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, RJ. 1034p.

Aula 07: Biofísica da contração do músculo liso


O aluno, ao final da aula, deverá ser capaz de:

  1. Descrever os tipos de músculo liso

  • unitário

  • multiunitário

  • fásico

  • tônico

  1. Descrever a estrutura histológica das células musculares lisas;

  2. Destacar o papel das junções abertas na propagação do PA no ML;

  3. Descrever o aparelho fibrilar contrátil do ML;

  • citoesqueleto

  • corpos densos e áreas densas

  • filamentos intermediários

  • miofilamentos

  1. Explicar o acoplamento mecânico entre as fibras do ML;

  2. Descrever as principais vias de ativação da contração do ML;

  3. Explicar a origem e a participação do cálcio na contração do ML;

  4. Descrever o papel da calmodulina na contração do ML;

  5. Destacar a via de sinalização empregada para a mobilização do cálcio do retículo sarcoplasmático;

  6. Explicar como se dá a regulação da ativação da miosina na ausência do complexo troponina em ML;

  7. Explicar como se dá o processo de relaxamento do ML;

  8. Discutir o gasto energético, o tempo e força na contração do ML.

Bibliografia:

Guyton AC; Hall JE. 1997. Tratado de Fisiologia Medic. 10ª ed. Editora Guanabara Koogan. São Paulo, SP.

Aires MM. 1998. Fisiologia. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, RJ.

Berne MR, Levy MN.1998. Fisiologia. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, RJ. 1034p.

Garret RH, Grisham CM. 1995. Molecular Aspects of Cell Biology. Saunders College Publishing.


Aula 08: Biofísica da contração do músculo cardíaco


O aluno, ao final da aula, deverá ser capaz de:

  1. Descrever a anatomia funcional do coração de mamíferos;

  2. Explicar a funcionamento sincicial do músculo cardíaco (MC);

  3. Explicar o papel dos discos intercalares na fisiologia cardíaca;

  4. Destacar a gênese do PA no nopdo sino-atrial (SA);

  5. Explicar o comportamento auto-excitável do nodo AS;

  6. Descrever os processos necessários para que seja alcançado o PA no MC;

  7. Explicar a ocorrência de platô no PA cardíaco;

  8. Descreva os eventos que ocorrem na repolarização do MC;

  9. Explicar o que é e a importância do período refratário no MC;

  10. Explicar o fenômeno de reentrada no MC;

  11. Explicar como se dá o acoplamento dos processos de excitação e contração no MC;

  12. Destacar a origem e a participação dos íons cálcio na contração do MC;

  13. Explicar as variações de pressão e volume que ocorrem ao longo das diferentes fases do ciclo cardíaco;

  14. Explicar a razão e a função do período de relaxamento isovolúmico;

  15. Explicar a razão e a função do período de contração isovolúmica.

Bibliografia:

Guyton AC; Hall JE. 1997. Tratado de Fisiologia Medic. 10ª ed. Editora Guanabara Koogan. São Paulo, SP.

Aires MM. 1998. Fisiologia. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, RJ.

Berne MR, Levy MN.1998. Fisiologia. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, RJ. 1034p.

Aula 09: Respiração - Mecânica


O aluno, ao final da aula, deverá ser capaz de:

  1. Descrever a anatomia do aparelho respiratório;

  2. Citar a composição do ar atmosférico em regiões ao nível do mar;

  3. Citar a composição do ar nos diferentes segmentos do aparelho respiratório;

  4. Definir o que é a pressão interpleural e explicar a sua manutenção;

  5. Definir o que é ventilação pulmonar;

  6. Descrever os eventos mecânicos que levam à inspiração;

  7. Descrever os eventos mecânicos que levam à expiração;

  8. Relacionar as variações de pressão pleural com os eventos mecânicos respiratórios;

  9. Explicar o que é complacência pulmonar;

  10. Explicar o que é surfactante e sua função;

  11. Descrever a aplicação da Lei de Laplace ao comportamento elástico dos alvéolos pulmonares;

  12. Citar os volumes e capacidades pulmonares;

  13. Definir o que é pneumotórax;

  14. Explicar a cessação da entrada de ar nos pulmões em decorrência do pneumotórax.

Bibliografia:

Guyton AC; Hall JE. 1997. Tratado de Fisiologia Medic. 10ª ed. Editora Guanabara Koogan. São Paulo, SP.

Aires MM. 1998. Fisiologia. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, RJ.

Berne MR, Levy MN.1998. Fisiologia. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, RJ. 1034p.

Aula 10: Respiração - Transporte de gases


O aluno, ao final da aula, deverá ser capaz de:

  1. Explicar a necessidade de participação do sistema circulatório no transporte de gases;

  2. Definir difusão e perfusão;

  3. Enunciar a Lei de Henry

  4. Explicar como se dão as trocas gasosas através da barreira hemato-alveolar;

  5. Determinar a importância da relação ventilação-perfusão nas trocas gasosas;

  6. Analisar a variação na composição do sangue em sua passagem pelo pulmão;

  7. Descrever as formas pelas quais o oxigênio é transportado no sangue;

  8. Destacar a estrutura da hemoglobina envolvida no transporte de O2;

  9. Explicar as alterações moleculares que ocorrem na hemoglobina ao ligar-se com o O2;

  10. Citar a influência do pH do meio sobre a interação hemoglobina-O2;

  11. Definir efeito Bohr;

  12. Definir efeito Haldane;

  13. Explicar as formas pelas quais o CO2 é transportado nos líquidos corporais;

  14. Descrever como se dá a formação de bicarbonato nas hemácias;

  15. Descrever como o CO2 se associa à hemoglobina;

  16. Explicar o mecanismo de alosteria da hemoglobina;

Bibliografia:

Guyton AC; Hall JE. 1997. Tratado de Fisiologia Medic. 10ª ed. Editora Guanabara Koogan. São Paulo, SP.

Aires MM. 1998. Fisiologia. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, RJ.

Berne MR, Levy MN.1998. Fisiologia. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, RJ. 1034p.

Stryer L. 2004. Bioquímica. 5ª Edição. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, RJ. 1104p.

Voet D, Voet JG, Pratt CW. 2000. Fundamentos de Bioquímica. ARTMED Editora.Porto Alegre, RS. 931p.

Lehninger AL. 2000. Princípios de Bioquímica. Sarvier Editora, Porto Alegre, RS.

Aula 11: Hemodinâmica
O aluno, ao final da aula, deverá ser capaz de:


  1. Conceituar líquidos ideais e líquidos reais;

  2. Explicar o que são linhas de corrente e veia líquida;

  3. Destacar o regime estacionário para os líquidos ideais;

  4. Enunciar e destacar a importância da equação de fluxo em regime estacionário;

  5. Compreender o Teorema de Bernouilli e suas correlações com a energética e homeostase do fluxo;

  6. Enumerar os fatores da Equação de Poiseuille e destacar como cada fator é capaz de influenciar o fluxo;

  7. Deduzir a equação de resistência periférica a partir da Equação de Poiseuille;

  8. Descrever os diferentes regimes de fluxo e suas características físicas;

  9. Explicar a razão do perfil parabólico do fluxo laminar;

  10. Explicar como a Equação (ou Número) de Reynolds se relaciona com as alterações nos regimes de fluxo;

  11. Explicar o surgimento de sopros circulatórios;

  12. Explicar como os fundamentos da medida de pressão arterial como o uso do esfigmomanômetro.

Aula 12: Física dos radionuclídeos


O aluno, ao final da aula, deverá ser capaz de:

  1. Diferenciar átomos em seus diferentes estados (fundamental,ionizado,excitado e metaestável).

  2. Diferenciar elementos estáveis de elementos instáveis.

  3. Explicar a razão da instabilidade nuclear,que gera a o fenômeno da radioatividade.

  4. Identificar as diferentes forças que atuam na estabilização e desestabilização do núcleo atômico.

  5. Conceituar decaimento radioativo.

  6. Diferenciar decaimento de transmutação radioativa.

  7. Diferenciar radiações corpusculares de radiações eletromagnéticas.

  8. Caracterizar os emissores  (alfa).

  9. Caracterizar a radiação  quanto:

-ao alcance

-a blindagem

-a velocidade

-a trajetória

10- Explicar a interação da partícula  com o ar (straggling) através da curva de

Bragg.


11- Explicar a formação dos raios  (delta)

12- Explicar a severidade da contaminação externa e interna por fontes não seladas de emissores .

13- Escrever a equação geral para decaimento .

14- Caracterizar a radiação  (beta) quanto:

-ao alcance

‘ -a blindagem

-a velocidade

-a trajetória

15- Explicar o papel do neutrino(v) e do antineutrino(v) nas emissões.

16- Caracterizar os emissores .

17- Explicar como se dá a emissão .

18- Explicar a interação  por colisão elástica e inelástica.

19- Explicar a interação  bremsstrlung.

20- Caracterizar os emissores .

21- Explicar como se dá a emissão .

22- Explicar como se dá a aniquilação na interação das partículas  e .

23- Explicar por que a captura de elétron orbital(EC) é incluída na emissão .

24- Descrever como se dá a EC.

25- Citar quais são os eventos que ocorrem em consequência da EC.

26- Caracterizar a radiação  quanto ao alcance e a blindagem.


Aula 13: Efeitos biológicos e usos das radiações


Ao final da aula o aluno deverá ser capaz de:

  1. Definir as grandezas radiológicas (exposição, dose absorvida e dose equivalente);

  2. Diferenciar os tipos de exposição (irradiação por fontes externas e internas, seladas e não-seladas);

  3. Classificar os efeitos biológicos das radiações quanto:

  • a dose absorvida

  • ao tempo de manifestação

  • ao nível de dano

  1. Explicar a variação de radiossensibilidade dos diferentes tecidos;

  2. Destacar as diferentes síndromes clínicas conseqüentes da irradiação;

  3. Discutir o uso das radiações nos processos de conservação de alimentos;

  4. Discutir o uso das radiações na indústria (gamagrafia, etc.);

  5. Discutir o uso das radiações na pesquisa

  6. Discutir o uso das radiações na área médica.

  7. Discutir os procedimentos de descontaminação radioativa e radioproteção e dosimetria.

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Fax: +55-21-26821763


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