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UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP

METODOLOGIA DO TRABALHO ACADÊMICO

HISTÓRIA DAS CIÊNCIAS E DAS UNIVERSIDADES

SÃO PAULO

02 Março 2010
Grupo RA
Gleyciane Domingos 705847-0

Gleysa Torquato 883823-2

Rodrigo Augusto 918328-0

Sérgio Pellegrini 702978-0
História das Ciências e das Universidades
Universidade Paulista – UNIP

Metodologia do Trabalho Acadêmico

5° Semestre


Orientador: César Benevento

São Paulo
02 Março 2010
Grupo
Gleyciane Domingos

Gleysa Torquato

Rodrigo Augusto

Sérgio Pellegrini

História das Ciências e das Universidades


Dissertação Defendida e Aprovada em 02/02/2010

Banca Examinadora:
Prof. César Bonevento

Universidade Paulista - UNIP

2010

Resumo



No nosso cotidiano sempre nos deparamos com fatos que mudaram o rumo da humanidade, Para conhecemos esses fatos temos que mergulhar na história onde há registro de vários conhecimentos que a humanidade vem adquirindo com o passar dos tempos.

Nesse trabalho iremos falar sobre a História da ciência e das universidades. Comentaremos sobre alguns pensadores que fizeram descoberta que mudaram a nossas vidas e também sobre as primeiras instituições de ensino.

Índice


História das Ciências e das Universidades 2

História das Ciências e das Universidades 3

Banca Examinadora: 3

Universidade Paulista - UNIP 3

Resumo 4

Índice 5


Introdução 6

A ciência na Idade Antiga 7

História da Ciência: da Idade média à atualidade 8

1. A supremacia da Igreja Católica sobre o pensamento científico 9

1.1 A escola de Oxford 10

1.2 A medicina como prática pagã 10

2. Os principais colaboradores 11

2.1 Roger Bacon 11

2.2 Ramon Lull 11

O Renascimento 12

1. Personalidades que contribuíram para a revolução científica 12

1.1 Nicolau Copérnico 12

1.2 Giordano Bruno 13

1.3 Galileu Galilei 13

1.4 Isaac Newton 14

Desenvolvimento cientifico no século XIX e XX 14

A origem da universidade 14

Universidades no Brasil 15

Conclusão 16

Referência Bibliográfica 17

DO ÍMPERIO à atualidade: marcas de continuidade e na história das universidades: banco de dados. Disponível em: . Acesso em: 12 fev. 2010. 17

HISTÓRIA da Ciência: Uma Perspectiva Multidisciplinar: banco de dados. Disponível em: . Acesso em: 12 fev. 2010. 18

A ORIGEM das Universidades: banco de dados. Disponível em: . Acesso em: 12 fev. 2010. 18

HISTÓRIA das Universidades: banco de dados. Disponível em: . Acesso em: 12 fev. 2010. 18

CONTRADIÇÕES do Espaço Histórico da Universidades no Contexto da Internacionalização: banco de dados. Disponível em: . Acesso em: 13 fev. 2010. 18



Introdução

Neste trabalho temos a missão de mostrar a história da ciência e das universidades.

Na história da ciência iremos ver a origem de vários fatos que mudaram o rumo da humanidade. Iremos mostrar o conflito entre a razão e a fé. Vocês irão conhecer alguns pensadores que fizeram história e são conhecidos até hoje pelos seus feitos, como Tales, Pitágoras, Nicolau Copérnico, Galileu Galilei entre outros.

Falaremos também sobre a história das universidades, onde foi criada a primeira instituição de ensino e a primeira universidade brasileira.

A ciência na Idade Antiga

No inicio do século VI foi dado o primeiro passo em direção a ciência, dado pelo filosofo Tales de Mileto.

Como todo o filósofo Tales acreditava em Deuses, mas tinha outra idéia sobre a criação das coisas. Ele acreditava que tudo surgiu da água. Pelo simples fato de haver água em tudo e em todos.

Com a vontade de discutir racionalmente idéias, e não somente aceita-lás fez com que novos pensadores surgissem. Como o Anaximandro, Pitágoras, Demócrito entre outros.

Demócrito defendia que tudo era composto de pequenas partículas indivisíveis, unidas entre si de diferentes formas conhecida também como átomo.

Não Podemos esquecer o surgimento do teorema de Pitágoras, descoberto na escola Pitagorica. A escola atribuía aos números as suas relações um significado místico e religioso, com isso mostra que na idade antiga, a ciência e a religião estavam juntas.

A matemática tornou-se um modelo de certeza, mas para natureza isto não é muito valido, pois ela depende da simples observação.

Na idade antiga um grande problema era a constante mudança das coisas na natureza, como eles não conseguiam ter medidas exatas por falta de instrumentos a matemática se tornou inútil para estudar a natureza.

Nesta mesma época apareceram também algumas idéias de Platão e do seu discípulo Aristóteles.

Platão dizia que conhecer as idéias seria o mesmo que conhecer a verdade última, já que elas seriam os modelos ou causas dos objetos sensíveis. Com isso só poderiam falar de ciência acerca de idéias, sendo que estas não residiam nas coisas. Procurar a razão de ser das coisas obrigava ir além delas, obrigava a ascender à outra realidade distinta e superior.

Aristóteles discordou de Platão, para ele não havia conhecimento sem, a intervenção dos sentidos.

Na idade Antiga ainda tivemos alguns outros pensadores e outras teorias como a primeira elaboração de um modelo heliocêntrica.

Nesta época a ciência era uma atividade contemplativa. Não tinha como objetivo a manipulação ou transformação da natureza para fins específicos.

História da Ciência: da Idade média à atualidade

A História da Ciência tem relação com o período da Idade Média e com a religião.

Na Idade Média o homem era como uma referência coletiva tipo família, povo, ou seja, uma religião.

Essa religião é que tinha o poder de decidir sobre as ações humanas, quanto para amparar quanto pra desamparar o homem, tirando a capacidade de construir suas próprias vidas.

Quando surge o Renascimento aparecem novas formas de vida, provocando uma crise social que acaba com as velhas tradições, e rompe a ciência com a religião. Desde então o homem descobre que é capaz de sobreviver, decidir na posição do centro do Universo, buscando seus valores e suas experiências. O mundo para de ser sagrado e passa a ser um objeto de uso para o homem, embora a crença em Deus permanecesse. A religião passa a ser uma decisão íntima e o trabalho intelectual se torna mais intenso e individual.

No século XIX surge uma crise por causa da nova experiência, o homem percebe que há um regime disciplinar escondido presente no decorrer da vida observado nas instituições governamentais, nas relações trabalhistas e familiares. Pois os interesses no comércio destacam crises e guerras. Onde aparece a necessidade de ter o domínio sobre a subjetividade. Abre o caminho para uma nova ciência independente, a Psicologia. Obtida pra uma busca de conhecimento e controle desta subjetividade. A partir de então o cientista contemporâneo não é só pesquisador como era na modernidade, mas é também objeto de estudo da ciência.

1. A supremacia da Igreja Católica sobre o pensamento científico

A Igreja Católica tinha uma influência muito forte sobre a ciência, e a principal finalidade da mesma era demonstrar a sua verdade.

Segundo Kosminsky (1960), os sábios medievais acreditavam que terra tinha forma de disco e considerava um absurdo a crença em sua esferidade. No século XIII que houve pequena aceitação da crença por alguns sábios que veio a conhecer a teoria de Ptolomeu. Mas ainda eles acreditavam que a terra era o centro do universo.

Com medo de perder a autoridade a igreja impediu o desenvolvimento das idéias da ciência. Porém, houve sábios na Idade Média que prosseguiram com as idéias e novas descobertas.

Durante essa época a Igreja foi o maior obstáculo para o progresso do conhecimento científico.

A luta da Igreja e da ciência refletia a luta de classes entre o feudalismo e a progressista burguesia. Depois da vitória a burguesia se aliou a religião, a fim de desviar a atenção das massas populares exploradas e mantê-las em estado de submissão.

A Igreja percebia que não tinha como evitar os novos rumos da cultura.

Em 1179, no III Concílio de Latrão a Igreja Católica reconheceu que as escolas clericais não eram o suficiente, foi permitida a licença docente a todos que fossem considerados aptos por ela, mas, sem abrir mão do controle. A partir daí, surgiram às escolas privadas, que no século XIII, depois que fixou deram origem as universidades.



1.1 A escola de Oxford

Ainda no controle da igreja, a escola de Oxford é destacada por Heer (1968) por ser o primeiro centro de erudição científica, criado por Robert Grossteste. Grossteste estudou na Oxford e depois retornou para ensinar, chegando a ser chanceler da universidade e mentor da escola franciscana. Na Oxford que lhe deu a luz da sabedoria e da pura razão.

Grossteste explicava a estrutura do cosmos, cosmos era a auto-relevação da natureza, relacionando a luz e sua energia como base de toda causalidade da natureza.

Para Heer (1968), a tradição científica fundada em Oxford por Grossteste foi mantida posteriormente por Roger Bacon e outros menos eminentes, e sua influência prosseguiu até chegar à Alemanha e em Paris.

Em Oxford desenvolveram novos métodos científicos: investigação indutiva aliada á aplicação dos princípios matemáticos e filosóficos.

1.2 A medicina como prática pagã

Na Idade Média a medicina estava relacionada com uma visão particular do mundo. Portanto, o estudante de medicina tinha que viver basicamente um período no Mediterrâneo, onde tinha uma atmosfera livre-pensadora esclarecida, origem da medicina clássica e filosofia médica, que foi desenvolvido por médicos árabes e judeus.

A medicina deu um grande avanço na prática de cirurgia, mas os professores universitários desprezavam seus trabalhos, porque nas universidades a medicina era só um assunto de sabedoria de livros, com particular referência aos textos clássicos. Desde então, a prática da medicina passou a ser carreira de família. Onde era importante a tradição e que dava segurança profissional.

O esclarecimento da medicina é feito por Heer para quem a astrologia se opunha á doutrina dos milagres e mistérios praticados pela Igreja. A astrologia-científica colocava que os milagres podiam ser explicados naturalmente e a própria vida de Cristo teria sido definida pelos astros. Dessa forma, não há sentido dizer que os mistérios pertencem a Deus, pois foi dada ao homem a capacidade de buscar a compreensão de todo o fenômeno. Esta idéia obteve um impulso com a necessidade do rompimento da ciência e a religião.



2. Os principais colaboradores




2.1 Roger Bacon

Roger Bacon foi uma figura que os séculos posteriores considerariam como o primeiro “cientista moderno”. Bacon teve visões de como seria o mudo técnico no futuro, com barcos sem remadores, submarinos, automóveis, aviões e, como esteve preso, imaginou engenhocas para libertar as pessoas da prisão e até algemas mágicas. Segundo Heer, esta curiosidade levaria o homem a dominar o mundo e o futuro.

Bacon vendeu seu patrimônio por amor aos estudos científicos, o que fez dele um objeto de risco dos estudantes de Oxford. Lembrando que a Oxford estava ainda firme no mundo medieval. Bacon tinha um conhecimento total, junção de sabedoria árabe, judaica e cristã, que havia de purificar a cristandade, transformar e converter o mundo.

2.2 Ramon Lull

Ramon Lull teve uma importante colaboração de ter relacionado os princípios básicos de todo o conhecimento, de modo a possibilitar que todos os problemas, toda ciência, toda a fé fossem decifradas. Foi por causa dessa idéia que depois Eistein e Heisenberg desenvolveram suas fórmulas universais que fornecem ao homem as chaves matemáticas para o problema da matéria, da luz, da energia e das leis fundamentais do cosmos.


O Renascimento

A Renascença surgiu pela apreciação dos valores humanísticos junto com o elemento de independência política e a expansão capitalista. Iniciou na Itália, no século XIV, com redescoberta da Antigüidade Clássica, cujo espírito humanístico herdado passou a desafiar o misticismo e o ascetismo que marcaram a Idade Média e a motivar os homens a uma mudança de atitudes, ultrapassando os limites do simbolismo medieval. Desde então os homens passaram a reconhecer o quão é bom o mundo natural e não o mundo limitado por imagens sacras.

No período que o navegador Cristóvão Colombo trouxe a idéia de que o homem ainda tinha muito o que conhecer , além do conhecimento da Antiguidade. Foi nessa época que se deu a invenção do papel e da imprensa.

Os pensamentos e as novas descobertas deram origem a Reforma Protestante, que questionava a autoridade da Igreja, onde motivou a ruptura da ciência e da religião. A ciência no século XV da um imenso impulso para o seu desenvolvimento e para sua prática.

A Revolução Cientifica começou no século XV e foi até o fim do século XVI, gerando uma moderna concepção cientifica, afetando todos os campos da ciência.

1. Personalidades que contribuíram para a revolução científica


1.1 Nicolau Copérnico

Nicolau Copérnico, nascido em 1473, critica a teoria de Ptolomeu (o qual defendia que a terra era um centro do universo onde ao seu redor giravam o sol, as estrelas e os planetas), identificando algumas incorreções nesta teoria e abrindo caminho para grande revolução astronômica do século XVI.

Copérnico faz outra explicação, tudo no universo deveria se mover a uma velocidade diferente. Um ponto de vista mais correto, que incorporasse o movimento absoluto, poderia surgir se o sol fosse colocado no centro do universo e a terra, sendo vista como um planeta percorria uma órbita em torno do sol como faziam os demais planetas.

A Igreja proibiu o livro de Copérnico e hostilizou todos os trabalhos tendentes a demonstrar o movimento da terra.


1.2 Giordano Bruno

Giordano Bruno apoiava a teoria de Copérnico e ensinava que o espaço universal era infinito, que o sol não é o centro do universo, mas apenas o centro do nosso planetário, um dos infinitos sistemas do mundo.

Bruno foi perseguido pela Igreja durante toda sua vida, acusado de negar a divindade de Cristo e realizar práticas mágicas diabólicas. Depois de muita hesitação, recusou a se tratar e em 1600 foi queimado vivo e suas cinzas lançadas no Tibre.

1.3 Galileu Galilei

Galileu Galilei nascido em Pisa em 1564 se tornou crítico da teoria de Aristotélica sobre o movimento, escreveu um tratado, Movimento, que Aristóteles distinguiu entre duas diferentes espécies: forçado e natural; para Galileu eram ambos os mesmos. Galileu pesquisou o movimento da queda dos corpos provando, ao contrário da teria de Aristóteles, que mesmo leve ou pesado levariam preciosamente o mesmo tempo para chegar ao chão. Sua abordagem foi muito eficaz que se tornaria a marca registrada da nova física que se desenvolveria no século XVII e XVIII, no qual chamam de “pai da física matemática.”

Galileu fazia parte da doutrina Copérnico, isso foi o bastante para que a Inquisição, movida pela Igreja Católica, lhe prendesse, mas, devido sua idade, 69 anos, foi tratado com indulgência. Com a decisão pública deu uma penitência permanente devolveram a Galileu a liberdade.

A visão do universo por Galileu era baseada na observação, na experimentação e na aplicação matemática.


1.4 Isaac Newton

Isaac Newton destacou muito com a história da maçã, forneceu a base para a solução do problema dos planetas, confirmando a hipótese de que a força de atração exercida pela terra para fazer a maçã cair era a mesma que fazia a lua cair para terra, portanto, colocava em órbita elíptica em torno de nosso planeta.

Newton colocou os fundamentos das leis mais importantes do movimento dos corpos, com que lançou as bases da mecânica científica, levando os conceitos esboçados por Leonardo Da Vinci e desenvolvidos por Galileu.
Desenvolvimento cientifico no século XIX e XX

A partir do século XIX a ciência se desenvolveu muito, surgindo sociedades cientificas com especialização, desenvolvendo um conhecimento muito elevado e necessitando de técnicas elevadas.

Foi criada a Associação Britânica para o Progresso da Ciência durante o século XIX, onde foi criando a palavra cientista. Essa associação era para cientistas se encontrarem para discutirem os seus trabalhos e levarem ao conhecimento do público.

Já no século XX, a ciência avançou muito mais, não só em descobertas cientificas, mas os equipamentos se tornaram mais poderoso e sofisticados, tendo resultado mais rápidos, onde facilitou pesquisas da ciência em grandes campos.


A origem da universidade

No século V a.C. na Grécia, apareceram os primeiros professores, remunerados do ensino superior, não tinham escolas como centro de ensino, o método poderia ser preceptorado coletivo, por se dedicarem a formação completa dos aos jovens que lhe eram confiados.

No século seguinte, a educação na Grécia passa a ter um estudo complexo diretoria, filosofia e medicina. O curso superior tratava basicamente da oratória.

Com o passa do tempo as escola leigas passaram a serem escolas religiosas. No século XI d.C. a Europa continental, todo o ensino era ministrado pela Igreja Católica. Corporações estudantis denominadas universidade, organizaram independente do Rei e bispo, o papa Inocêncio que buscava que buscava prestígio, apoiou as universidades. Em 1229, ocorreu a primeira greve estudantil da história, a independência das universidades foi reconhecida na França pelo São Luis de Castelli. O mesmo ocorreu na Inglaterra, na universidade de Oxford. Levando o rei Henrique III a concordar com autonomia das universidades em 1240.

Com estes manifestos as universidade conseguiram direto a greve, monopólio dos exames atribuição de graus, diplomas autonomia jurídica e possibilidade de apelar diretamente ao papa.

Estudos indicam que a universidade mais antiga seja a de Saleno, que no século X já dispunha de uma escola de medicina. Com ela as de Paris, Bolonha, em seguida pelas de Oxford, Cambridge, Montpellier, Salamanca, Roma e Nápoles. Na Alemanha, no século XV surgem Hcidelber e colônia.

“Da universidade estava à transição da humanidade de uma etapa para a outra: da vida rural para a vida urbana, do pensamento dogmático para o racionalismo, do mundo eterno e espiritual para o mundo temporal e terreno, da Idade Média para a Renascença.

A universidade deve estar comprometida com a qualidade de formação intelectual de seus alunos, com a produção científica, artística, filosófica e tecnológica e com o atendimento às necessidades, aos anseios e às expectativas da sociedade, formando profissionais técnicas e politicamente competentes, desenvolvendo soluções para problemas locais, regionais e nacionais. “

Universidades no Brasil
Em 1822 por ocasião da Independência, existia no Brasil cerca de 3.000 universitários, formados principalmente em Portugal, França e na Grã-Bretanha. Durante o Império, dos cursos superiores criados desde 1808, formaram-se as primeiras faculdades: as de Direito de São Paulo e Recife (1854), a Politécnica do Rio de Janeiro, a Escola de Minas de Ouro Preto (1854).

Apesar das importantes transformações políticas em curso no período, durante a Primeira Republica ou Republica velha (período que se estendeu desde a Proclamação da Republica em 1889 até a revolução de 1930) o ensino superior brasileiro não passou por renovações importantes. Em 1912 é fundada a primeira Universidade do Brasil, a Universidade Federal do Paraná Na década de 1920, surgiu a Universidade do Rio de Janeiro, que em 1937, com a reforma educacional de Francisco Campos, se transformou na Universidade do Brasil, pela incorporação das escolas de Farmácia, Odontologia, Química, Música e Belas-Artes. Em 17 de dezembro de 1945, adquiriu plena autonomia financeira, didática e disciplinar. Seu campus principal situa-se na Ilha do Fundão, na baia de Guanabara, e há mais de quatro campi espalhados pela cidade do Rio de Janeiro.

A reforma de Francisco Campos, que adotou o regime universitário no país, abriu ainda o caminho para a fundação em 12 de janeiro de 1934, por decreto do governador Armando de Salles Oliveira a Universidade de São Paulo (USP), que contratou professores franceses, alemães e italianos e muito contribuiu para modernizar a educação superior brasileira. Têm seu campus principal nos terrenos da antiga Fazenda Butantã, as margens do rio Pinheiros, na capital do Estado. No ano seguinte, surgiu a universidade do Distrito Federal, que foi fechada por motivos políticos durante o Estado Novo (regime político centralizado e autoritário brasileiro fundado por Getúlio Vargas em 1937, que durou até 1945).

As décadas de 1960 e 1970 marcaram a grande expansão do ensino universitário brasileiro. Em 1988, segundo dados do IBGE, existiam 871 instituições de ensino superior no país, entre as quais 83 universidades eram federais, estaduais, municipais ou privadas.


Conclusão

São tantas as coisas que ainda permanecem um mistério para o homem, e cabe a Ciência descobri-las ou decifrá-las. Mas também é importante saber como tudo isso começou saber um pouco da história da Ciência, como teve início, os primeiros cientistas, as primeiras descobertas e o porquê de saber das coisas. Também não podemos esquecer-nos das escolas Superiores ou Universidades que dispõe de um bom material cientifico para pesquisa e aprendizado, pois para se ensinar Ciência sempre precisou de uma boa Universidade.

Referência Bibliográfica

DO ÍMPERIO à atualidade: marcas de continuidade e na história das universidades: banco de dados. Disponível em: . Acesso em: 12 fev. 2010.

HISTÓRIA da Ciência: Uma Perspectiva Multidisciplinar: banco de dados. Disponível em: . Acesso em: 12 fev. 2010.

A ORIGEM das Universidades: banco de dados. Disponível em: . Acesso em: 12 fev. 2010.

HISTÓRIA das Universidades: banco de dados. Disponível em: . Acesso em: 12 fev. 2010.

CONTRADIÇÕES do Espaço Histórico da Universidades no Contexto da Internacionalização: banco de dados. Disponível em: . Acesso em: 13 fev. 2010.

A IDÉIA de Universidade e as idéias das classes médias: banco de dados. Disponível em: <http://www.alfredo-braga.pro.br/discussoes/universidade.html>. Acesso em: 13 fev. 2010.

HISTÓRIA da ciência: da idade média à atualidade: banco de dados. Disponível em: < editora.metodista.br/Psicologo1/psi03.pdf >. Acesso em: 13 fev. 2010.






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