Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões uri reconhecida pela Portaria Ministerial nº 708 de 19/05/92 D. O. U. de 21/05/92



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Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões - URI

Reconhecida pela Portaria Ministerial nº 708 de 19/05/92 - D.O.U. de 21/05/92

Mantida pela Fundação Regional Integrada - FuRI







Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões - URI

Reconhecida pela Portaria Ministerial nº 708 de 19/05/92 - D.O.U. de 21/05/92

Mantida pela Fundação Regional Integrada - FuRI


Pró-Reitoria de Pesquisa, Extensão e Pós-Graduação - PROPEPG




Home Page: http://www.reitoria.uri.br

E-mail: gabinete@reitoria.uri.br


DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
DISCIPLINA: Prescrição de Exercícios Físicos
EMENTA

Evolução conceitual e tendências na abordagem da aptidão física. Princípios gerais do condicionamento físico. Aptidão Física relacionada à saúde: testes e prescrição de atividades. Medidas da atividade física habitual. Programas de promoção da atividade física.


OBJETIVOS

- Proporcionar a aquisição e a compreensão de conhecimentos associados à aptidão física e a prescição de exercícios voltados para a promoção da saúde, bem como, a sua relação com o bem estar da população.

- Analisar os vários componentes da aptidão físicas, meios de desenvolvimento e avaliação.

- Discutir artigos específicos sobre aptidão física e prescrição de exercícios;

- Discutir a evolução na prescrição de exercícios e a orientação para atividades físicas.

- Discutir intervenções profissionais e programas de exercícios para populações especiais.

- Discutir a evolução conceitual e tendências na abordagem da aptidão física.

 

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

- Evolução conceitual e tendências na abordagem da aptidão física;

- Alterações orgânicas agudas e crônicas ao esforço físico- revisão;

- Princípios gerais do condicionamento físico;

- Aptidão física relacionada à saúde (avaliação e prescrição de exercícios); Cardiorespiratória; força e resistência muscular; flexibilidade

- Avaliação da aptidão física e prescrição de exercícios para populações especiais.

- Medidas da Atividade Física Habitual;

- Programas para mudanças no estilo de vida em grupos populacionais;

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Colégio Americano de Medicina Esportiva. Prova de esforço & prescrição de exercício. Rio de Janeiro: Revinter, 1994.

GHORAYEB, N.; BARROS, T. O exercício: preparação fisiológica, avaliação médica, aspectos especiais e preventivos. São Paulo: Atheneu, 1999.

GUEDES, D. P. e GUEDES, J. E. R. P. Exercício físico na promoção da saúde. Londrina: Midiograf, 1995.

MARINS, I. C. B. Avaliação e prescrição de atividade física: guia prático. Rio de Janeiro: Shepe, 1996.

NAHAS, M. V. Fundamentos da aptidão física relacionada à saúde. Florianópolis: Editora da UFSC, 1989.

NIEMAN, D. C. Exercício e saúde. São Paulo: Manole, 1999.

 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

American College of Sports Medicine. ACSM’s Guidelines for exercise testing and prescription. 6 ed. Baltimore Maryland: Lippincott Williams & Williams, 2000.

BLAIR, S. N. Exercise prescription for health. Questg, 1995.

BOUCHARD, C. et al. Exercise, fitness and health. Champaign, Illinois: Human Kinetics, 1990.

BOUCHARD, C. et al. Physical activity, fitness and health. Champaign, Illinois: Human Kinetics, 1990.

Colégio Americano de Medicina. Manual para teste de esforço e prescrição de exercício. Rio de Janeiro: Revinter, 1996.

Heyward, V. H. Advanced fitness assessment & exercise. Champaign, Illinois: human Kinetics, 1991.

HOWLEY, E. T. e FRANKS, B, D. Manual do instrutor de condicionamento físico para a saúde. 3 ed. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.

NIEMAN, D. C. Fitness and sports medicine. Palo Alto, CA: Bull Publishing Company, 1990.

NIEMAN, D. C. Exercise testing and prescription: a health- related aproach. 4 ed. California: Mayfield Publishing Company, 1999.

PATE, R. R. Physical activity and health: dose- response issues. Research Quartely for Exercise and Sport, 1995.

PATE, R. R. Recent statement and initiatives on physical activity and health. 66(4), 313-317, 1995.

PATE, R. R. & HOHN R. C. (ed.). Health and fitness through physical education. Champaign, Illinois: Human Kinetics, 1994.

POLLOCK, M. L. FEIGENBAUM, M. S. & BRECHUE, W. F. Exercise prescription for physical fitness. Quest, 47, 320-337, 1995.

POLLOCK, Wilmore & FOX. Exercícios na saúde e na doença. Rio de Janeiro: MEDSI, 1993.

SHARKEY, B. I. Condicionamento físico e saúde. 4 ed. Porto Alegre: Artrud, 1998.

SHEPHARD, R. J. Physical activity, fitness and health: the current consensus. Quest, 47, 288 – 303, 1995.


DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
DISCIPLINA: Nutrição e Dietética
EMENTA

Nutrição normal: estudo dos princípios nutritivos; estudo das necessidades nutricionais para todas as faixas etárias; planejamento da dieta e seleção dos alimentos para um indivíduo sadio. Saúde Pública: reconhecimento dos problemas alimentares da comunidade, como as avitaminoses, doenças carênciais e desnutrição. Nutrição Clínica: funcionamento de um serviço de nutrição hospitalar; dietas hospitalares e dietoterapia .


OBJETIVOS

Geral:

Levar o acadêmico a perceber a interrelação da nutrição com as demais disciplinas do curso, capacitando-o a distinguir alimentação normal e dietoterapia, possibilitando a compreensão da importância dos alimentos para um desenvolvimento, crescimento e manutenção da vida.



Específico:

Capacitar o aluno para que possa orientar as pessoas no aspecto nutricional, de forma que tenham uma alimentação racional através da educação alimentar, mantendo a saúde e prevenindo doenças.


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

  1. Conceitos de nutrição: definições, fases da nutrição, alimentação e saúde

  2. Nutrientes: tipos, fontes alimentares, funções e doenças carênciais

  3. Planejamento da ração alimentar: gráficos de alimentação, alternativas alimentares.

  4. Alimentação por faixa etária: necessidades nutricionais e regime alimentar desde o bebê até o idoso.

  5. Doenças carênciais na comunidade: sinais, sintomas e reconhecimento, tratamento dietético, anemias, avitaminoses, desnutrição e tabus alimentares.

  6. Administração e funcionamento de um serviço de nutrição hospitalar: formas de distribuição de dietas nas várias clínicas, mapas de dietas e a enfermagem.

  7. Dietas hospitalares: conceitos, tipos, formas de preparo, quantidades e indicações.

  8. Dietas nas doenças agudas e crônicas: alimentos permitidos e excluídos, fisiopatologia.

  9. Nutrição ortomolecular: conceitos e alimentos usados na manutenção dos micronutrientes.

  10. Nutrição parenteral: preparações comerciais, cuidados no preparo e administração.


BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Williams, Sue R. Fundamentos de Nutrição e Dietoterapia. Porto Alegre, Artes Médicas,
1997.
Duncan B et al. Medicina Ambulatorial. Porto Alegre, Artes Médicas, 2004.
Rouquayrol MZ. Epidemiologia e Saúde. São Paulo, Medsi, 2004



BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR


Organização Mundial da Saúde. Necessidades de energia e proteína. São Paulo, Roca,
1998.
Mahal L. Krause - Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. São Paulo, Roca, 1998.
Franco, Guilherme. Tabela de Composição Química dos Alimentos. Rio de Janeiro, Atheneu,
1997

Waitzberg, Dan. Nutrição Oral , Enteral e Parenteral na Prática Clínica. São Paulo,


Atheneu, 2000.

TIRAPEGUI, Julio. Nutrição:: fundamentos e aspectos atuais.. São Paulo: Atheneu, 2000. 284 p.




DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE

DISCIPLINA: Farmacologia



EMENTA:

Fármacos que modificam a atividade do sistema nervoso central, autacóides, antiinflamatórios, antibióticos, quimioterápicos, antineoplásicos, anovulatórios, antiulcerosos e reguladores da motilidade gastrointestinal.


OBJETIVO GERAL:

Conhecer os mecanismos de ação de fármacos comumente utilizadas na terapêutica humana, assim como suas interações a nível farmacodinâmico e farmacocinético.


OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

Entender quais são os principais mecanismos de ação das classes de fármacos estudados, posologia, cuidados na administração, contra-indicações e suas interações mais significativas.


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Farmacologia dos autacóides;

antiinflamatórios não-esteroidais;

analgésicos;

antipiréticos;

anti-histamínicos;

farmacologia do trato gastrointestinal;

farmacologia do SNC;

mediação química do SNC;

organização anátomo-funcional do SNC;

características das sinapses e mediadores do SNC (acetilcolina, dopamina, serotonina, noradrenalina, etc);

antipsicóticos;

ansiolíticos;

antidepressivos;

lítio e outras drogas reguladoras do humor;

farmacologia do álcool e tratamento farmacológico do alcoolismo;

hipnóticos;

relaxantes musculares de ação central;

anestésicos inalatórios;

antiparkinsonianos;

antiepiléticos;

opiódes;


fármacos que atuam em outros sistemas;

farmacologia do sistema endócrino;

tireóide e fármacos antitireoideanos;

insulina e antidiabéticos orais;

corticoesteróides;

estrôgenios e progestogênios;

anticoncepcionais;

indutores da ovulação;

andrógenos;

esteróides anabolizantes;

antibióticos;

beta-lactâmicos;

cefalosporinas;

aminoglicosídeos;

macrolídeos;

sulfonamidas;

quinolonas;

antifúngicos;

quimioterápicos;

antiparasitários;

antivirais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

FUCKS, F. et al. Farmacologia Clínica. 3a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.

GOODMAN, L. S. & GILMAN, A. As Bases Farmacológicas da Terapêutica. 10a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

RANGE, H. P. & DALE, M. M. Farmacologia. 5a ed. Rio de Janeiro: Elservier, 2004.

SILVA, P. Farmacologia. 5a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

KATZUNG, B. G. Farmacologia Básica e Clínica. 6a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.

KOROLKOVAS, A. Dicionário Terapêutico Guanabara. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004/2005.

ZANINI, A.C. & OGA, S. Farmacologia Aplicada. 5a ed. São Paulo: Atheneu, 1994.




DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
DISCIPLINA: Farmacognosia
EMENTA:

Estrutura e biossíntese dos metabólitos primários, secundários dos vegetais; princípios ativos: alcalóides, metilxantinas, óleos fixos, antraderivados, saponinas, glicosídios cardiotônicos, flavonóides, taninos, gomas, mucilagens, cumarinas, bálsamos e resinas.



OBJETIVO GERAL:

Estudar a estrutura e biossíntese de metabólitos primários e secundários.


OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

Capacitar o aluno a executar a pesquisa, extração, purificação e determinação quantitativa dos princípios ativos ou marcadores químicos das drogas vegetais empregados pela indústria farmacêutica e aquelas descritas na Farmacopéia Brasileira.


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Cada unidade didática, quando se tratar de um fitofármaco (droga vegetal), alem do assunto especifico, abrangerá:

considerações gerais sobre o grupo químico, definições, histórico, objetivos, ocorrências e distribuição, quimiotaxonomia, biossíntese, características físico-químicas dos princípios ativos, emprego terapêutico, utilização industrial e importância econômica;

fitofármacos (drogas vegetais) com óleos fixos, generalidades.

Métodos de pesquisa, extração, purificação, identificação e determinação quantitativa. fitofármacos de interesse farmacêutico;

fitofármacos (drogas vegetais) com heterosídeos quinolínicos;

considerações gerais, grupos principais.

Métodos de pesquisa: extração, purificação, identificação e determinação quantitativa. Fitofármacos de interesse farmacêutico;

fitofármacos (drogas vegetais) com heterosídeos cardioativos. Generalidades. Métodos de pesquisa, extração, purificação, identificação e determinação quantitativa.

Fitofármacos (drogas vegetais) com alcalóides, considerações gerais;

classificações; métodos de pesquisa, extração, purificação, identificação e determinação quantitativa; fitofármacos de interesse farmacêutico;

fitofármacos (drogas vegetais) com alcalóides tropânicos, considerações gerais;

classificações. Métodos de pesquisa, extração, purificação, identificação e determinação quantitativa, fitofármacos de interesse farmacêutico;

fitofármacos (drogas vegetais) com alcalóides indólicos, considerações gerais. classificações.

Métodos de pesquisa, extração, purificação, identificação e determinação quantitativa, fitofármacos de interesse farmacêutico;

fitofármacos (drogas vegetais) com alcalóides esteroidais, considerações gerais;

classificações, métodos de pesquisa, extração, purificação, identificação e determinação quantitativa, fitofármacos de interesse farmacêutico;

fitofármacos (drogas vegetais) com metilxantinas, considerações gerais, classificações; métodos de pesquisa, extração, purificação, identificação e determinação quantitativa; fitofármacos de interesse farmacêutico.


BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BRUNETON, J. Elementos de Fitoquimica y de Farmacognosia. Zaragoza, Espanha: Acribia, 1991.

COSTA, A. F. Farmacognosia. 4a ed. Lisboa: Colouste, 1986.

DEY, P.M.; HARBORNE, J.B. Methods in Plant Biochemistry. San Diego: Academics Press, 1991.

EVANS, W. C. Trease and Evan’s Pharmacognosy. 14th ed. London: WB Saunders Company, 1998.

FARMACOPÉIA BRASILEIRA. 4a ed. São Paulo: Atheneu, 1988.

HARBORNE, J.B. Phytochemical Methods. A Guide to Modern Techniques of Plant Analysis. London: Chapman and Hall, 1973.

OLIVEIRA, S. C. M. et al. Farmacognosia: da Planta ao Medicamento. Porto Alegre: Editora da Universidade - UFRGS, 2001.

OLIVEIRA, F. & AKISUE, G. Farmacobotânica. São Paulo: Editora Pharmakon, 1987.

OLIVEIRA, F.; AKISUE, G.; AKISUE, M. K. Farmacognosia. São Paulo: Atheneu, 1991.

ROBBERS, J. E. Farmacognosia e Famacobiotecnologia. São Paulo: Premier, 1997.

SAM MARTIN, C. R. Farmacognosia e Farmacodinâmica. Barcelona: Editorial Científica, 1968.

VALDECASAS, F. G. Farmacognosia com Farmacodinâmica. Editorial: Científico Médica: Barcelona, 1968.

WAGNER, H.; BLADT, S. Plant Drug Analysis. A Thin Layer Chromatography Atlas. 2a ed. Berlin: Springer, 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BENIGNI, R.; CAPRA, C.; CATTORINI, P. E. Piante Medicinali Chimica Farmacologia e Terapia. Milano: Inverni & Della Beffa, 1964.

FONT QUER, P. Plantas Medicinales: El Dioscórides Renovado. 2a ed. Barcelona (Espanha): Península, 2000.

LIST, P. H. Phytopharmaceutical Technology. Boca Raton (USA): CRC Press, 2000.

NEWALL, C. A. Herbal Medicines: A Guide for Health-Care Professionals. London: The Pharmaceutical Press, 1997.

Quality Control Methods for Medicinal Plant Materials. Geneva, Switzerland: World Health Organization, 1998.

TREASE, G. E. & EVANS, W. C. Pharmacognosy. 11a ed. London: Bailiere Trindal, 1978.

TYLER, V. E. et al. Pharmacognosy. 7a ed. Philadelfia: Lea e Febiger. 1976.
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
DISCIPLINA: Genética Molecular Em Análises Clínicas

EMENTA:

As moléculas da hereditariedade; os ácidos ribonucléicos e os ácidos desoxirribonucléicos; o código genético. Replicação e reparo do Dna; rearranjos gênicos; a transcrição; síntese de proteínas, controle da expressão gênica em procariotos e eucariotos, tecnologia do DNA recombinante, aplicações da PCR no diagnóstico médico e medicina forense.



OBJETIVO GERAL:

Desenvolver conhecimentos sobre as bases moleculares da hereditariedade e sua aplicação no diagnóstico médico e medicina forense.



CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

1. Estrutura da molécula de DNA



    1. Estrutura molecular (cromatina, histonas, nucleóide, centrômeros e telômeros).

    2. Genes ao longo da molécula (introns, exons, promotores, reguladores, sequências iniciadoras da replicação)

    3. DNA super espiralizado e as Topoisomerases.

    4. Cromossomos de Eucariotos

    5. Episomas e plasmídeos




  1. Metabolismo do DNA

    1. Replicação (bioquímica da replicação) - polímerases; moldes e "primers Replicação em E. coli X eucariotos.

    2. Reparo.

    3. Recombinação (Enzimas envolvidas).

    4. Transposons.

    5. Integração viral (Transdução).

    6. Transformação (natural e induzida).




  1. Metabolismo de RNA

    1. Síntese de RNA dependente de DNA.

    2. Processamento do RNA.

    3. Transcriptase reversa: Retrovírus - câncer e outras doenças genéticas

      1. * O HIV como modelo de Retrovírus.

3.4. Tratamento por inibição de atividade enzimáticas específicas.

3.5. Síntese de proteínas e o Código Genético

3.6. Os ribossomos e os RNAt - etapas da iniciação da síntese e terminação.


    1. Poliribossomos.




  1. Regulação da expressão gênica

    1. Regulação em procariotos.

    2. Modelos de opeon lac e ara - (repressores indutores e operadores).

    3. Regulação da expressão em eucariotos.




  1. Tecnologia do DNA Recombinante

    1. Clonagem Gênica

      1. As ferramentas invisíveis:

        1. Enzimas de restrição

        2. Ligases / Polimerase / etc.

      2. Vetores: Plasmídeos, fagos, Cosmídeos.

    2. Técnicas para o isolameto de um determinado gene:

      1. Preparação de Bibliotecas Genômicas e de cDNA:

        1. Mutação induzida, seleção de mutantes para uso na complementação de atividades.

        2. Hibridização.

        3. Uso do PCR

        4. Anticorpos monoclonais no isolamento de complexo proteína / RNAm nascente.

      2. Amplificação de sequência específicas (PCR - metodologia e aplicações).

      3. Produtos do DNA recombinante e a expressão de genes clonados.

      4. Clonagem de plantas e animais.

      5. Animais transgênicos.

      6. Novos produtos de biotecnologia.

      7. Terapias genéticas.

      8. Diagnóstico genético.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

WATSON, J. D.; Gilmar, M.; J;WIKOWSKI, J. ; Zoller, M. O DNA recombinante - 2ª ed. Editora EEOP, 1997.

ALBERTS, B.; BRAY, D.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; Watson, D. J. Biologia molecular da célula - 3ª ed. - Editora Artes Médicas, 1997.

ZAHA, A. Biologia molecular básica. Editora Mercado Alberto, 1996.



BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

LEHNINGER, A.; NELSON, D.L. & COX, M.M. Princípios de Bioquímica, São Paulo, Sarvier.

MURRAY, R.K. et al.Bioquímica de Harper, São Paulo, Atheneu

STRYER, L. Bioquímica, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan

BROWN, T. A. Genética - Um enfoque molecular. Editora Guanabara - Koogan. 1998

FAHAH, Bento Sorange. DNA Segredo e mistérios. Editora Sanvier, 1997.

TRENT, R. J. Introdução a medicina molecular. Editora Guanabara - Koogan 1995.

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
DISCIPLINA: Fundamentos de Neurologia
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. Neuroanatomia e Neurofisiologia Humana

2- Avaliação e Conduta Fisioterapêutica

3- Afecções Neurológicas no Adulto

4- Afecções Neuromusculares no Adulto
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ANDRÉ, C. Manual de AVC. Rio de Janeiro: Revinter, 2006.

STOKES, M. Neurologia para Fisioterapeutas. São Paulo: Editorial Premier, 2000.

COHEN, H. Neurociência para fisioterapeutas. São Paulo: Manole, 2001.

ROWLAND, L. P. Merritt – Tratado de Neurologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

SANVITO, W. L. Propedêutica Neurológica Básica. São Paulo: Atheneu, 2000.

UMPHRED, D.A. Fisioterapia Neurológica. São Paulo: Manole, 1994.

WEINER, W. J. e GOETZ, C. G. Neurologia para o não-especialista. São Paulo: Santos, 2003.

OTSUKA, M. A.; BOFFA, C.F.B.; VIEIRA, A. B. A. de M. Distrofias Musculares – fisioterapia aplicada. Rio de Janeiro: Revisnter, 2005

STOKES, M. CASH - Neurologia para Fisioterapeutas. São Paulo: Ed. Premier, 2000.

LUNDY-EKMAN, L. Neurociência - Fundamentos Para Reabilitação. Rio de Janeiro, Ed. Guanabara-Koogan, 2000.

UMPHRED, D. A. Reabilitação neurológica. São Paulo: Ed. Manole, 2004.


BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

FIDELIS, L.A.S. Fisioterapia em Neurologia: uma idéia cognitiva. Robe Editorial: São Paulo, 2001.

MOURA, E. W.de; CAMPOS e SILVA, P do A. Fisioterapia: aspectos clínicos e práticos da reabilitação. Porto Alegre: Artes Médicas, 2005.

DORETTO, D. Fisiopatologia Clínica do Sistema Nervoso. São Paulo: Atheneu, 2001.

GUYTON, A. C. Neurociência básica: anatomia e fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1993.

GERAINT, F; MANFORD, M. Neurologia – um texto ilustrado em cores. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

EDWARDS, S. Fisioterapia Neurológica. Porto Alegre: Artmed, 1999.

LUNDY-ECKMAN, L. Neurociência fundamentos para a reabilitação. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.


DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
DISCIPLINA: Fisioterapia nas Disfunções Músculo-Esqueléticas
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

- Avaliações Músculo-esqueléticas;

- Avaliação, prevenção e tratamento das principais patologias ortopédicas e traumatológicas do membro superior;

- Avaliação, prevenção e tratamento das principais patologias ortopédicas e traumatológicas do membro inferior;

- Avaliação, prevenção e tratamento das principais patologias ortopédicas da coluna vertebral e pélvicas

- Avaliação, prevenção e tratamento das disfunções temporomandibulares;

- Avaliação, prevenção e tratamento das principais patologias reumáticas;

- Fraturas do membro superior, inferior e coluna vertebral;

- Artrosplastia de joelho;

- Artrosplastia de quadril.


BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BARRIE, J.; COMPTON, A.; SIMPSON, J. M. Fisioterapia da Terceira Idade. São Paulo: Livraria Editora santos, 1998.

GORDON, N. Artrite – seu manual completo de exercícios. São Paulo: Physis, 1999.

Gould, J. A. Fisioterapia na Ortopedia e na Medicina do Esporte. São Paulo: Manole, 1993.

Hoppenfeld, S.; MURTHY, V. Tratamento e Reabilitação de Fraturas. São Paulo: Manole, 2001.

KOHLRAUSCH, W. & SCHULZ, K. Ginástica para reumáticos. São Paulo: Manole, 1984.



Koury, J. Programa de Fisioterapia Aquática: um guia para a reabilitação ortopédica. São Paulo: Manole.

LEDERMAN, E. Fundamentos de Terapia Manual. São Paulo, Manole, 2001.

SALGADO, A. Fisioterapia - Reeducação Funcional Proprioceptiva do Joelho e Tornozelo. São Paulo: Lovise, 1994

Souza, M. Z. Reabilitação do complexo do ombro. São Paulo: Manole, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ADAMS, J. C. Manual de Fraturas e Lesões Articulares. Porto Alegre: Artmed, 1994.

APLEY. Ortopedia e Fraturas em Medicina e Reabilitação. São Paulo: Atheneu, 1995.

GRIEVE, G. P. Moderna Terapia. Manual da Coluna Vertebral. São Paulo: Panamericana, 1993.

KISNER, C.; COLBY, L. A. Exercícios Terapêuticos. São Paulo: Manole, 1998.

Macnicol, M. F. O Joelho com Problema. São Paulo: Manole, 2001.

NIEMAN, D. Exercício e saúde. São Paulo: Manole, 1999.



Souchard, P. E. Esculpindo seu corpo: autoposturas de endireitamento. São Paulo: Manole, 1997.
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
DISCIPLINA: Patologia Geral
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. Etiologia, Fisiopatologia e Morfologia das Principais Afecções

2. Hiperplasia, Hipertrofia, Atrofia, Metaplasia, Displasia e Anaplasia

3. Alterações Hemodinâmicas

4. Hemorragia, Trombose e Embolia

5. Tipos de Choque

6. Inflamação Aguda e Crônica

7. Neoplasias

8. Doenças infecciosas

9. Doenças metabólicas

10. Métodos de diagnóstico em anatomia patológica
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BEVILACQUA. Fisiopatologia clínica. São Paulo: Atheneu, 1999.

FRANCO, M. & MONTENEGRO. Patologia - processo gerais. São Paulo: Atheneu, 1999.

ROBBINS, S. Patologia estrutural e funcional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996.

STEVEN, A. Patologia. São Paulo: Manole, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BARRETO, N. Patologia: processos gerais. São Paulo: Atheneu, 1992.

BRASILEIRO FILHO, G. Patologia geral. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
DISCIPLINA: Cinesiologia
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1.Planos e eixos de movimento;

2. Biomecânica muscular;

3. Controle Motor;

4. Anatomia funcional dos músculos dos membros superiores, inferiores e coluna vertebral;

5. Análise dos movimentos dos membros superiores,inferiores e coluna vertebral;

6. Análise cinesiológica da marcha humana.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

DURWARD, B. R.; BAER, G.D.; ROWE, P. J. Movimento Funcional Humano: mensuração e análise. São Paulo: Manole, 2001.

ENOKA, R. M. Bases neuromecânicas da cinesiologia. São Paulo: Manole, 2000.

LEHMKUHL, L. D. & SMITH, L. K. Cinesiologia clínica de Brunnstrom. São Paulo: Manole, 1997.

LIPPERT. Cinesiologia clínica para fisioterapeutas. Rio de Janeiro: Revinter, 1996.

MIRANDA, E. Bases de anatomia e cinesiologia. Rio de Janeiro: Sprint, 2000.

THOMPSON, A. J. & FLOYD. Manual de cinesiologia estrutural. São Paulo: Manole, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

HALL, S. Biomecânica básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.

KAPANDJI, I. A. Fisiologia Articular. Volumes 1, 2, 3 e 4. São Paulo: Manole, 1990.

KISLOP. Provas de função muscular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996



DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
DISCIPLINA: Técnica Dietética
EMENTA:

Conceituação de alimentos e seus derivados através da identificação das características físicas, químicas, biológicas e sensoriais dos alimentos. Pesos e medidas dos alimentos. Fator de correção e fator de cocção. Métodos e técnicas de preparo e conservação de alimentos, melhorando sua digestibilidade além do aproveitamento do alimento e nutrientes. Per captas.


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

  1. Fundamentos da Técnica Dietética

  2. Técnicas de preparo de alimentos

  3. Pesos e medidas

  4. Métodos de conservação de alimentos

  5. Aquisição e custo de alimentos

  6. Estudo das características físicas, químicas, biológicas, sensoriais e de digestibilidade dos seguintes grupos de alimentos: leite e derivados, ovos, carnes, leguminosas, cereais, frutas e outras hortaliças

  7. Terminologia técnica dos cortes (carnes) e preparos específicos

  8. Aulas práticas: técnicas de preparo dos alimentos dos grupos acima citados


BIBLIOGRAFIA:

COENDERS, A. Química culinária. Zaragoza: Acribia, 1996.

EVANGELISTA, J. Alimentos: um estudo abrangente. São Paulo: Atheneu, 2000.

FRANCO, G. Tabela de composição química de alimentos. São Paulo: Atheneu, 1992.

ORNELLAS, L. Técnica dietética: seleção e preparo de alimentos. São Paulo: Atheneu, 1995.

PHILIPPI, S.T. Nutrição e técnica dietética. São Paulo: Manole, 2003.

TEICHMANN, I. Tecnologia culinária. Caxias do Sul: EDUCS, 2000.

FLANDRIN, J.L. & MONTANARI, M. História da alimentação. São Paulo: Estação Liberdade, 1998.

LIMA, L.C.B. Hortifrutigranjeiros: guia completo. Porto Alegre: Sagra-Luzzatto, 2000.

OTT, D.B. Manual de laboratório de ciência de los alimentos. Zaragoza: Acribia, 1987.

PROUDLOVE, K. Os alimentos em debate: uma visão equilibrada. São Paulo: Varela, 1996.

SALINAS, R.D. Alimentos e nutrição. São Paulo: Artmed, 2000.

TEIXEIRA, A.B. & LUNA, N.M.M. Técnica dietética: fator de correção em alimentos animal e vegetal. Cuiabá: Studio Press, 1996.

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
DISCIPLINA: Botânica: Sistemática de Plantas Superiores e Fitossociologia

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1.Fitossociologia/inventários:Metodologia para estudo da vegetação arbórea e epífítica.


2.Aspectos florísticos e ecológicos.
3.Florística: dispersão das espécies.
4.Sistemática: Divisão Magnoliophyta, Classe: Magnoliopsida e Classe Liliopsida (caracterização/determinação e identificação de respectivas famílias e espécies).
5.Sistemática: Divisão Gymnospermae (caracterização/determinação e identificação de respectivas famílias e espécies).
                                    
BIBLIOGRAFIA
BABOUR, M. G.; BURK, J. H. & PITTS, W. D. Terrestrial Plant Ecology. USA: The Benjamin/Cummings Publishers Company, 1987.
BARROSO, G. M. Sistemática de angiospermas no Brasil. São Paulo: USP, 1978. 4v.
BURKART, A. A Flora ilustrada de Entre-Rios (Argentina). Buenos Aires: Tallares Gráficos, 1979.
CRAWLEY, M. J. Plant Ecology. USA, Oxford: Blackwell Scientific Publications, 1986.
CRONQUIST, A. The evolution and classification of flawering plants. Boston: Houghton Miffin Ca, 1968.
DAUBENMIRE, R. Pant Communities (A Textbook of Plant Sinecology). New York: Harper & Row, 1958.
DAUBENMIRE, R. Plant and Environmental (A Textbook of Plant Autoecology). New York: John Wiley & Sons, 1974.
FERRI, M. G. et al. Glossário ilustrado de Botânica. São Paulo: Nobel, 1992.
FONT QUER, P. Diccionario de Botânica. Barcelona: Labor, 1985.
JOLY, A. B. Botânica - Chaves de identificação das famílias de plantas vasculares que ocorrem no Brasil. 2 ed. São Paulo: Nacional, 1975.
___________. Botânica - Introdução à taxonomia vegetal. 5 ed. São Paulo: Nacional, 1979.
LAWRENCE, G. H. M. Taxonomia das plantas vasculares. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1951.
KERSHAW, K. A. Quantitative and Dynamic Ecology. London: Edward Arnold, 1971.
MARCHIORI, J. N. C. Elementos de dendrologia. Santa Maria: UFSM, 1995.
___________. Dendrologia das Gimnospermas. Santa Maria: UFSM, 1996.
___________. Dendrologia das Angiospermas. Santa Maria: UFSM, 1997.
MARCHIORI, J. N. e SOBRAL, M. Dendrologia dos Angiospermas. Santa Maria: UFSM, 1997.
MATTWUCCI, S. & COLMA, A. Metodología para el estudio de la vegetación. Washington D.C.: S.G.O.E.A., 1982.
MORI, S.A. et al. Manual de manejo do herbário fanerogâmico. Bahia, CPC,1989.
MUELLER-DOMBOIS, D. e ELLENBERG, H. Aims and Methods of Vegetation-Ecology. New York. John Wiley & Sons, 1974.
PEREIRA, C. Botânica - Taxonomia e organografia das Angiospermas-chaves para a identificação de famílias. Rio de Janeiro: Interamericana.
RADFORD, A. E. Fundamentals of Plant Systematics. New York: Harper & Row, 1986.
RAVEN, P. et al. Biologia Vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
REITZ, P.R. et al. Flora Ilustrada Catarinense. Itajaí.
WHITMORE, T. C. An introduction to Tropical Rain Forests. Oxford: Claderon Press, 1995.

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
DISCIPLINA: Citogenética e Genética Humana

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. Estrutura dos ácidos nucléicos


2. Duplicação do DNA.
3 Mutação e reparo do DNA
4. Recombinação e transposição do DNA
5. Transcrição e processamento do RNA
6. Código genético e biossíntese de proteínas
7. Organização gênica em eucariotes
8. Controle da expressão gênica em procariotes
9. Controle da expressão gênica em eucariotes
10. Noções básicas de técnicas de DNA recombinante

BIBLIOGRAFIA
BURNS, G. W. Genética. Uma Introdução à Hereditariedade. 6 ed. Rio de Janeiro: Interamericana, 1991.
GARDNER, E. J. Genética. 8 ed. Rio de Janeiro: Interamericana, 1991.
STRYER, L. Biochemistry. 3 ed. New York: Freeman and Company, 1988.
ZAHA, A. Biologia Molecular Básica. São Paulo: Mercado Aberto, 1996.

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS
DISCIPLINA: Bioética
EMENTA

Origem e evolução da Bioética; filosofia. Deontologia médica e Ética aplicada. As diferentes concepções de Bioética; a Bioética como "saber complexo" e como "movimento cultural". O princípio da sacralidade da vida (psv) e o princípio da qualidade da vida (pqv). Bioética das situações cotidianas: exclusão, cidadania, solidariedade e compromisso social; bioética das situações limites ou de fronteira; questões do nascimento, da vida, da morte e do morrer (fecundação assistida, clonagem, aborto, pesquisas com seres vivos, projeto genoma, transplantes de órgãos e tecidos, eutanásia). Bioética e pluralismo moral: analise. Ética das possibilidades de suspender, alterar, e/ou prolongar o curso da vida; do mercado primitivo tecnológico: a compra, a venda e o aluguel de partes do corpo humano. Liberdade cientifica e responsabilidade científica e responsabilidade científica. Omissão, tolerância e radicalidade.


OBJETIVO

Analisar os problemas morais ligados à biomedicina e a conexão com outras áreas das ciências humanas como filosofia, biologia, direito, psicologia.


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. Origem e evolução da Bioética; Filosofia e Ética Aplicada.

2. Da deontologia médica a Bioética

3. As diferentes concepções de Bioética: A Bioética como disciplina acadêmica, como "saber completo" ou como "Movimento Cultural”

4. Princípio da sacralidade da vida e o princípio da qualidade da vida da Bioética, das situações cotidianas, A Bioética de situações limites ou de fronteiras

5. Bioética, Cidadania e Saúde Coletiva: Exclusão Social; Racismo; A Ética da solidariedade; Compromisso social da ciência

6. Bioética, Ciência e Tecnologia.

7. Questões Bioéticas relacionadas com o nascimento: fecundação assistida; clonagem; intervenções genéticas.

8. Questões Bioéticas relacionadas com a vida e o viver: aborto, transplante de órgãos e tecidos.

9. Questões Bioéticas relacionadas com a morte e o morrer: eutanásia; o conceito de "Morte Cerebral"

10. Projeto Genoma e o futuro da humanidade.

11. Bioética e pluralismo moral: Análise éticas sobre as possibilidades de suspender, alterar e/ou prolongar o curso da vida humana.

12. Do mercado primitivo ao mercado tecnológico: A compra, a venda e o aluguel de partes do corpo humano

13. Liberdade Científica e Responsabilidade Científica.

14. Omissão, tolerância e o principio da radicalidade construtiva.
METODOLOGIA

A disciplina desenvolver-se-á através de atividades envolvendo aulas expositivas, seminários, elaboração de trabalhos individuais e em grupo e exercícios de análise de textos.


AVALIAÇÃO

A avaliação terá por objetivo desenvolver a capacidade de reflexão e de elaboração do discente através de provas e trabalhos escritos, apresentação e participação em seminários e elaboração de texto sobre um dos autores estudados em tema específico.


BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BELLINO, Francesco. Fundamentos da Bioética. Bauru/SP: EDUSC, 1997.

GARRAFA, V. Bioética, Saúde e Cidadania. BSB, 1994.

JONAS, J. II Ética, medicina e técnica. Lisboa: Vega Passagens, 1994.

ENGELHARDT, H. Tristan. Fundamentos da Bioética. São Paulo: Loyola, 1998.

SINGER, P. Ética Pratica. S.P : Martins Fontes, 1994.


BIBLIOGRAFÍA COMPLEMENTAR

BERLIGUER, G. & GARRAFA, V. Uomo e Merce. Milano, 1995.

BERLINGUER, G. & GARRAGA, V. A Ultima Mercadoria: a Compra, a Venda e o Aluguel Do Corpo Humano. UNB: Brasília, 1992.

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. Desafios Éticos. UNB: Brasília, 1993.

DI MEO, A. & MANCINA, C. (Org) Bioética , Roma-Bari, 1989.

ENGELHARDT JR., H. T. Manuele di Bioética. Milano, 1991.

FERRANTI, G. & MAFFETTONE,S.(Org) Napoli. Introduzioni Alla Bioética, 1992.

GARRAFA, V. Bioética dos Transplantes (Prelo) R.S, 1995.

GARRAFA, V. O Mercado de Estruturas Humanas - A Soft Human Market, 1993.

GARRAFA, V. Respostas ao Mercado Humano: Doações, Pesquisa e Prevenção. UNB: Brasília, 1994.

GARRAFA, V. Usos e Abusos do Corpo Humano, 1992.

MORI, M. (Org.). Questioni Di Bioética. Roma, 1988.

MORI, M. A. Bioética: sua Natureza e História. BSB, 1994.

PESSINO, L. & DE BARCHIFON- TAINE, C. P. Problemas Atuais De Bio-Ética. S.P. 2a. Ed, 1994

RODOTA, S. (Org.). Questioni di Bioética. Roma-Bari, 1993.

ROMA. Medicina e Diritti Dell'uomo, 1991.

SCHRAMM, F. R. Toda Ética é, Antes, uma Bioética. BSB , 1994.

SCHRAMM, R. Bioética - A Terceira Margem da Saúde. BSB , 1995.

SPINSANTI, S. (Org.) Bioética e Antropologia Medica. Roma, 1991.

UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES



DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS
DISCIPLINA: FTM de Leitura e Escrita
EMENTA

Abordagem da psicolingüística para o estudo da aquisição da leitura e escrita. A lecto-escrita como forma de expressão e comunicação. Fundamentação da questão histórico-social da leitura e escrita.


OBJETIVO

Compreender como se desenvolve a competência lingüística de crianças de 0 a 6 anos, através do estudo dos princípios teórico-metodológicos.


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

- A leitura e a escrita na educação infantil, nos anos iniciais e na modalidade de educação de jovens e adultos: a escrita e o ato de ler; o processo de aprendizagem da leitura e da escrita; os equívocos da língua escrita;

- Pressupostos teóricos que fundamentam as metodologias (inatismo, apriorismo, empirismo, ambientalismo, construtivismo piagetiano, sócio-interacionismo);

- Aquisição e o desenvolvimento da linguagem oral;

- Psicogênese da língua escrita e suas conseqüências na prática educativa;

- Alfabetismo/analfabetismo;

- Letramento.
METODOLOGIA

Visa a contribuir com a formação crítico-reflexiva do educador, confrontando teoria e prática, envolvendo atividades diversas, tais como: leituras, análise de livros, pesquisas, discussões coletivas, seminários, elaboração e apresentação de trabalhos.


AVALIAÇÃO

Constituir-se-á num processo permanente de reflexão acerca do domínio de conhecimento teórico e sua relação com a prática e das competências necessárias ao ato pedagógico.


BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e Lingüística. 6. ed. São Paulo: Scipione, 1990.

FERREIRO, Emilia. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1985.

TEBEROSKY, Ana. Aprender a ler e a escrever: uma proposta construtivista. Porto Alegre: Artmed, 2003.



BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

FERREIRO, Emilia. Com todas as letras. São Paulo: Cortez, 1992.

FERREIRO, Emilia. Reflexões sobre alfabetização. São Paulo: Cortez, 1993.

MARUNY, Luis Curto. Escrever e ler: como as crianças aprendem e como o professor pode ensiná-las a escrever e ler. Porto Alegre: Artmed, 2002.

MOLL, Jaqueline. Alfabetização possível: reinventando o ensinar e o aprender. Porto Alegre: Mediação, 1996.

SMOLKA, Ana Luiza Bustamante. A criança na fase inicial da escrita: a alfabetização como processo discursivo. São Paulo: Cortez, 1999.



DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS
DISCIPLINA: Psicologia do Desenvolvimento
EMENTA

Apresenta e discute o conceito de desenvolvimento em psicologia e sua perspectiva histórica. Estuda o desenvolvimento e constituição psíquica da criança, desde o período pré-natal até a pré-adolescência, abrangendo os aspectos afetivos, intelectuais e morais de acordo com diferentes perspectivas teóricas.


COMPETÊNCIAS

1. Compreender diferentes teorias sobre desenvolvimento afetivo, cognitivo e moral da criança.

2. Conhecer os enfoques psicodinâmicos do desenvolvimento infantil.
HABILIDADES

1. Reconhecer características típicas e atípicas do desenvolvimento infantil.

2. Identificar características do contexto que influenciam o desenvolvimento infantil.

3. Estabelecer relações entre os diferentes processos de desenvolvimento.


RELAÇÃO DOS CONTEÚDOS

1. Desenvolvimento e infância

1.1. Conceito de desenvolvimento, origem e evolução das teorias

1.2. Descoberta da infância: o sentido da infância. Retrospectiva histórica
2. Psicologia da relação mãe/ bebê

2.1. A ansiedade especificada da gravidez

2.2. Desenvolvimento pré-natal

2.3. O recém-nascido: suas capacidades sensoriais e interacionais

2.4. O bebê e a interação com a mãe, primeiras indicações psíquicas

2.5. Teoria do apego (Bowlby)

2.6. Desenvolvimento psicomotor no primeiro ano de vida
3. Desenvolvimento humano na perspectiva psicanalítica

3.1. A constituição do sujeito psíquico segundo Freud

3.1.1. Fases do desenvolvimento psicossexual

3.1.2. Complexo de Édipo como estruturante psíquico

3.1.3. Instauração psíquica e sua função na estrutura do sujeito

3.2. A visão psicanalítica do desenvolvimento infantil de Anna Freud

3.2.1. Diretrizes do desenvolvimento no pensamento de A. Freud

3.2.2. A regressão como um princípio no desenvolvimento normal

3.3. Contribuição de Melanie Klein e funções psicológicas

3.3.1. A estrutura do sujeito e as posições esquizo-paranóide e a posição depressiva

3.3.2. Reparação – superego primitivo e complexo de Édipo precoce – inveja

3.3.3. As fantasias e o brincar na infância

3.4. Winnicott e seus princípios sobre o desenvolvimento

3.4.1. O papel do espelho da mãe e da família no desenvolvimento infantil

3.4.2. A função dos objetos transicionais

3.4.3. Dissociação primária

3.3.4. O brincar, o uso do objeto e a identificação

3.4.5. Experiência cultural e suas influências psíquicas


4. O desenvolvimento cognitivo e moral da criança

4.1. Desenvolvimento do pensamento segundo Piaget

4.2. Desenvolvimento moral em Piaget

4.3. Desenvolvimento moral em Kohlberg


BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ARIÈS, P. História social da infância e da família. Rio de Janeiro: LTC, 1981.

CORIAT, L.F. Maturação psicomotora no primeiro ano de vida da criança. São Paulo: Cortez & Moraes, 1977.

LACAN, J. .[1949]. O estádio do espelho como formador do eu: tal como nos é revelada na experiência psicanalítica. In: Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998. P.96-103.

MAHLER, M. S.; PINE, F. e BERGMAN, A. (1993) O Nascimento Psicológico da Criança: simbiose e individuação. Porto Alegre: Artes Médicas.

PIAGET e INHELDER. A psicologia da criança. Rio de Janeiro: Difel, 2003.


BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BiaggiO, A. M. B. (2001). Psicologia do desenvolvimento. Petrópolis: Vozes.

Golse, B. (1998). O desenvolvimento afetivo e intelectual da criança. Porto Alegre: Artmed.

Newcobe, N. (1999). O desenvolvimento infantil – Abordagem de Mussen. Porto Alegre: Artmed.

Papalia, D & Olds, S. W. (1998). O mundo da criança, da infância à adolescência. São Paulo: McGraw-Hill.

Piontelli, A. (1995). De feto à criança. Rio de Janeiro: Imago.

Soifer, R. (1980). Psicologia da Gravidez: Parto e puerpério. Porto Alegre: Artes Médicas.

Spitz, R. A. (2000). O primeiro ano de vida. São Paulo: Martins Fontes.

Wadsworth, B. (1995). A inteligência e a afetividade da criança na teoria de Piaget. São Paulo: Pioneira


DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS
DISCIPLINA: Administração da Produção e Operações
EMENTA:

Introdução à administração da produção. Planejamento da Capacidade. Decisões sobre localização de fábrica. Projeto do produto. Planejamento e análise de processos. Arranjo físico de instalações. Projeto e medida do trabalho.


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. Introdução à Administração da Produção

    1. Conceito

    2. Evolução

    3. Funções gerenciais da produção

    4. O sistema de produção: tipos de sistema de produção

    5. Relacionamento sistêmico da produção com as demais áreas da empresa

    6. Planejamento estratégico da produção

    7. O processo de tomada de decisão em administração da produção

    8. Tendências atuais do gerenciamento de produção


2. Planejamento da Capacidade

2.1 Aspectos gerais

2.2 Importância das decisões sobre capacidade

2.3 Medida da capacitação



    1. Expansão da capacidade

    2. Avaliação econômica de alternativas de capacidade

    3. Planejamento de equipamentos e de mão-de-obra

    4. Utilização estratégica da capacidade da empresa


3. Decisões sobre Localização da Empresa

    1. A visão estratégica do processo de localização

    2. Importância das decisões sobre localização

    3. Planejamento do local

    4. Fatores que influenciam no processo de localização

    5. Tipos de instalações: bens versus serviços

    6. Avaliação de alternativas de localização


4. Projeto do Produto e Planejamento e Análise de Processos

4.1 O ciclo de vida de um produto

4.2 Planejamento de bens e serviços

4.3 Desenvolvimento do projeto do produto

4.4 Atividade de planejamento de processo

4.5 Adaptação do produto ao processo

4.6 Confiabilidade de produtos

4.7 Projeto de serviços


5. Arranjo Físico

5.1 Aspectos gerais

5.2 Princípios de arranjo físico

5.3 Tipos básicos de arranjo físico

5.4 O estudo e a implantação do arranjo físico

5.5 Fatores que influenciam no arranjo físico

5.6 Planejamento do arranjo físico

5.7 Métodos de realização do arranjo físico

5.8 Utilização estratégica do arranjo físico
6. Projeto e Medida do Trabalho

6.1 Aspectos gerais

6.2 Histórico

6.3 Estratégia de utilização da mão-de-obra

6.4 Projeto de trabalho e satisfação de trabalhos

6.5 Análise de métodos de trabalho

6.6 Medida do trabalho
BIBLIOGRAFIA

CHIAVENATO, I. Iniciação à administração da produção. São Paulo: Makron, McGRaw-Hill, 1991.

DAVIS, M. M. et. all. Fundamentos da administração da produção. 3 ed. Porto alegre: Bookmam, 2001.

FITZSIMMONS, J. A. Administração de serviços: operações, estratégicas e tecnologia de informação. 2 ed. Porto Alegre: Bookman, 2000.

FRAZIER, G. Administração da Produção e Operações. 8. ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002.

GAITHER, N.; GREG FRAIZER. Administração da produção e operações. São Paulo: Pioneira, 2001.

GOLDRATT, E. M. A meta. Educator, 1986.

MARTINS, P. G.; LAUGENI, F. P. Administração da Produção. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2006.



DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO
DISCIPLINA: Simulação
ASSUNTOS:

  • Propriedades dos modelos de simulação;

  • Classificação (tipos) dos modelos de simulação e relações funcionais;

  • Construção de modelos de simulação de sistemas reais;

  • Modelos de simulação para simulação discreta de sistemas;

  • Simulação orientada ao processo e simulação orientada ao evento;

  • Estágios para a construção de modelos de simulação;

  • Modelos baseados em redes de filas;

  • Centros de serviço e modelos de simulação;

  • Algoritmos de escalonamento;

  • Distribuições de probabilidade;

  • Medidas de desempenho;

  • Solução analítica e solução por simulação;

  • Projeto de modelos de simulação;

  • Coleta de dados e estabelecimento de intervalos de confiança para modelos de simulação;

  • Conceitos básicos de ambientes de simulação e implementação de uma simulação com o uso de uma ferramenta;

  • Simulação distribuída;

  • Particionamento e processos lógicos; evolução otimista e conservativa; recuperação de estados de erro; conceitos sobre ambientes colaborativos de simulação.



BIBLIOGRAFIA:

SOARES, Luiz Fernando Gomes. Modelagem e Simulação Discreta de Sistemas, Editora Campus, Rio de Janeiro, 1992

JAIN, Raj. The art of computer systems performance analysis: tecnhiques for experimental design, measurement, simulation, and modeling, John Willey & Sons, Canada, 1991.

A. Ferscha: Parallel and Distributed Simulation of Discrete Event Systems. Parallel and Distributed Computing Handbook, McGraw-Hill, in print 1995. Disponível em: http://www.ani.univie.ac.at/~ferscha/E-PAPERS/handbook.ps.gz.




BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

NAYLOR, T.; Balintfy, J.; BURDICK, D.; CHU, K. Técnicas de Simulação em Computadores, Editora Vozes, São Paulo, 1971.

STRACK, J. Modelagem e Simulação de Sistemas, Editora LTC, Rio de Janeiro, 1985.

CHISMAN, J. A. Introduction to simulation modeling using GPSS/PC, Pratice Hall, 1992.

BRATLAY, P. A Guide to Simulation, New York: Ed. Springer-Verlag, 1983.

PRADO, Darci. Usando o Arena em Simulação,DG editora, 2000.



DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO
DISCIPLINA: Sistemas Operacionais/Linguagens Formais e Compiladores
RELAÇÃO DOS CONTEÚDOS
01) Processos: Conceituação e implementação de processos; Condições de corrida e regiões críticas; Concorrência e sincronização; Alocação de recursos; Implementação de exclusão mútua; Monitores e semáforos; Bloqueio e desbloqueio de processos; Troca de mensagens; Problemas de comunicação entre processos; Escalonamento de processos;

Políticas de escalonamento em sistemas distribuídos.


02) Gerência de memória: Conceituação; Monoprogramação e multiprogramação; Swapping; Memória virtual; Substituição de páginas; Segmentação; e Sistemas de Arquivo: Conceituação; Diretórios; Métodos de acesso; Compartilhamento; Implementação; Métodos de alocação e gerenciamento de espaço; Segurança. Estudo de caso: iNode, FAT, NTFS
03) Comunicação e Sincronização em SDs: Protocolos; Modelo cliente servidor; Chamada remota ao procedimento; Algoritmos de exclusão mútua; Algoritmos eletivos.
04) Sistemas de arquivo distribuídos: Conceituação; Estrutura; Projeto e implementação; Compartilhamento; Distribuição; Acesso remoto; Replicação.
05) Teoria da computação: Algoritmos e decidibilidade, Paradoxo de Russel e Linguagens formais: Definição, Símbolo, Cadeia, Alfabetos e Linguagens. e Linguagens Regulares: expressões regulares
06) Gramáticas: Gramática gerativa, Elementos de uma gramática, Tipos de gramáticas, Limitações de gramáticas regulares, Reconhecedores
07) Autômatos finitos e gramáticas regulares: Autômatos finitos determinísticos e não determinísticos, Gramáticas Regulares x Autômatos Finitos, Minimização de Autômatos Finitos, Tabela de transição, Determinização, Construção de um Analisador Léxico
08) Análise léxica e sintática: Função da análise léxica e da análise sintática, classes de analisadores sintáticos, analisadores ascendentes (bottom-up) e analisadores descendentes (top-down), tabela de parsing, construção de um analisador sintático
09)Análise semântica: Verificação de tipos, equivalência de expressões, conversão de tipo, funções polimórficas, especificação de um verificador
10) Geração e Otimização de código, desenvolvimento de compiladores, ferramentas
BIBLIOGRAFIA
SILBERSCHATZ, A.; Galvin, P. B.: Sistemas Operacionais: Conceitos. Prentice Hall, 5º Edição, São Paulo, 2000.

TANEMBAUM, A.: Sistemas Operacionais Modernos. Rio de Janeiro, Prentice-Hall do Brasil, 1995.

SILBERSCHATZ, Abraham, Galvin, Peter B. Operating Systems Concepts – Fourth Edition. Addison-Wesley, 1995.

TANEMBAUM, Andrew S., Woodhull, Albert. Operating Systems: Design and Implementation, Prentice-Hall International, 1997.


Hopcroft, J. E. Ullman, J. D.; Introduction to Automata Theory, Languages, and Computation, Addison-Wesley Publishing Company, EUA, 1979.

AHO, A. V.; SETHI, R.; ULLMAN, J. D.: Compiladores: Princípios, Técnicas e Ferramentas, Rio de Janeiro, LTC, 1995.

Slonegger, Kenneth & Kurtz, Barry Formal syntax and semantics of programming languages: a laboratory-based approach Addison-Wesley, 1995.

Révész, G. E.; Introduction to formal languages, Dover Publications, New York, 1983.

Rayward, V. J.; A First Course in Formal Language Theory, Mcgraw-Hill.

Kelley, D.; Automata and Formal Languages.




REITORIA - Av. Sete de Setembro, 1558 - ERECHIM/RS - Fone/Fax: (054) 522-1255 - CEP 99.700-000 - Cx. Postal 290

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CAMPUS DE FREDERICO WESTPHALEN - Rua Assis Brasil, 709 - FREDERICO WESTPHALEN/RS - Fone: (055) 3744-9200 - Fax: (055) 3744-9265 - CEP 98.400-000

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