Universidade regional integrada do alto uruguai e das missões-uri santiago departamento de ciências humanas manual de estágios e práticas de ensino de história



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UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES-URI SANTIAGO

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS

MANUAL DE ESTÁGIOS E PRÁTICAS DE ENSINO DE HISTÓRIA

Santiago-2008

UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES-URI SANTIAGO

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS

CURSO DE HISTÓRIA

COORDENADORA: ROSANGELA MONTAGNER

ELABORAÇÃO DO MANUAL: Rosangela Montagner

NÚCLEO DE PRÁTICAS E ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS: Professores de Prática de Ensino HIS – I, Prática de Ensino HIS – II, Prática de Ensino HIS – III, Prática de Ensino HIS – IV, Estágio Supervisionado HIS-I, Estágio Supervisionado HIS-II, Estágio Supervisionado HIS- III, Estágio Supervisionado HIS-IV

Santiago- 2008



MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM HISTÓRIA

PRÁTICA PROFISSIONAL E ESTÁGIO

O PLANO DE ESTÁGIO E PRÁTICAS DE ENSINO DE HISTÓRIA (PEPEH) visa a organizar o processo de ação das atividades de Práticas de Ensino e Estágio Supervisionado dos Cursos de Licenciatura da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI).

A estrutura procura atender não só as exigências legais de programas de formação de professores que queiram se dedicar à educação básica e ao exercício do trabalho de Historiador, em todas as suas dimensões, mas também realça princípios básicos dos cursos de História - licenciaturas da URI bem como procura determinar, de forma clara e explícita, os objetivos, operacionalização, normas, metodologia e formas de avaliação das Práticas de Ensino e Estágio Supervisionado ao longo das quatrocentas horas; a partir do início da segunda metade do Curso, acrescidas das quatrocentas horas de prática como componente curricular,vivenciadas ao longo do curso, articulada ao estágio e outras atividades de cunho acadêmico.

Concebidos assim, os Cursos de História da URI, como fase intermediária na formação de professores e, assegurada a plena formação do historiador, oportunizam ao licenciado estar capacitado ao exercício do trabalho de Historiador, em todas as suas dimensões, supondo pleno domínio da natureza do conhecimento histórico e das práticas essenciais de sua produção e difusão conforme preconiza as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de História.

O presente documento incorpora, ainda, as modificações refletidas na legislação nos últimos anos e procura estar em íntima conexão com os demais itens
do Projeto Político-Pedagógico do Curso; envolvendo seus fundamentos norteadores, perfil do profissional a ser formado, objetivos do curso, as Competências e Habilidades -gerais e específicas para a licenciatura em História, estrutura e organização do currículo, integração Ensino-Pesquisa-Extensão, procedimentos metodológicos bem como sistema de avaliação. Considera, ainda, o presente instrumento, princípios norteadores do preparo para o exercício profissional específico, delineados nas Diretrizes
Curriculares Nacionais para a formação de professores de educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena:

-a competência como concepção nuclear na orientação do curso;

-a coerência entre a formação oferecida e a prática esperada do futuro professor.

Com estes princípios norteadores, pretende-se que o mesmo seja utilizado para qualificar o processo da reflexão e da prática do profissional em História- egresso dos cursos de licenciatura da URI.



JUSTIFICATIVA

Os cursos de Graduação em História da URI, a exemplo do que ocorre com as demais licenciaturas em todo o território nacional, frente à aprovação de nova lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional- 9394/96 e Legislações dela decorrentes, passa por reformulações que, independente da mudança legal, se fazia mister acontecer frente às mudanças ocorridas desde a década de 1960 .

Entre as inovações trazidas no bojo da legislação ora em vigor, significativa relevância é dada à prática como componente curricular, vivenciado
ao longo do curso e ao estágio curricular supervisionado nos cursos de licenciatura, de graduação plena, de formação de professores da educação Básica em nível

superior. A nova LDB em seu artigo 65, verbis: "a formação docente, exceto para a educação superior, incluirá prática de ensino de, no mínimo, trezentas horas".

Portanto, um mínimo de trezentas horas de prática de ensino compõe componente obrigatório nas atividades acadêmicas na formação docente e, à luz do art. 24 da Constituição Federal, há a obrigatoriedade dos estágios que devem ser normatizados pelos sistemas de ensino (Parecer /CP 28/2001).

Mais recentemente, dada a sua relevância na formação profissional dos docentes e face ao novo paradigma vigente à época da vigência da nova lei, o mínimo estabelecido para a prática é acrescido de 100 horas, que amplia o leque de possibilidades e aumenta o tempo disponível para cada forma de prática escolhida no projeto pedagógico do curso e, conforme Resolução CNE/CP 2, de 19 de fevereiro de 2002, é determinado , em seu art. 1º, incisos I e II que:

Art. 1º A carga horária dos cursos de Formação de professores da Educação Básica, em nível superior, em curso de licenciatura de graduação plena, será efetivada mediante a integralização de, no mínimo, 2800 (duas mil e oitocentas) horas, nas quais a articulação teoria-prática garanta, nos termos dos seus projetos pedagógicos, as seguintes dimensões dos componentes comuns:

I - 400 (quatrocentas) horas de prática como componente curricular, vivenciadas ao longo do curso;

II - 400 (quatrocentas) horas de estágio curricular supervisionado a partir do início da segunda metade do curso;
O mesmo instrumento legal refere-se, ainda no artigo 12º:

Art. 12- Os cursos de formação de professores em nível superior terão a sua duração definida pelo Conselho Pleno, em parecer e resolução específica sobre sua carga horária.


§ 1º A prática, na matriz curricular, não poderá ficar reduzida a um espaço isolado, que a restrinja ao estágio, desarticulado do restante do curso.

§ 2º A prática deverá estar presente desde o início do curso e permear toda a formação do professor.

§ 3º No interior das áreas ou das disciplinas que constituírem os componentes curriculares de formação, e, não apenas nas disciplinas pedagógicas, todas terão a sua dimensão prática.

Da mesma forma, as referidas Diretrizes, em seu art. 13 reza que:

Art. 13-Em tempo e espaço curricular específico, a coordenação da dimensão prática transcenderá o estágio e terá como finalidade promover a articulação das diferentes práticas, numa perspectiva interdisciplinar.

§ 1º a prática será desenvolvida com ênfase nos procedimentos de observação e reflexão.

§ 2º a presença da prática profissional, na formação do professor, que não prescinde da observação e ação direta, poderá ser enriquecida com tecnologias da informação, incluídos o computador e o vídeo, narrativas orais e escritas de professores, produções de alunos, situações simuladoras e estudo de casos.

§ 3º o estágio curricular supervisionado, definido por lei, a ser realizado em escola de educação básica, respeitado o regime de colaboração entre os sistemas de ensino, deve ser desenvolvido a partir do início da segunda metade do


curso e ser avaliado conjuntamente pela escola formadora e a escola campo de estágio.

Por outro lado, o Parecer nº 109/2002 CNE/CES, de 13 /03/2002, entende por Prática de Ensino o Estágio Supervisionado, como um momento de capacitação em serviço de 400 horas, acrescidas de 400 horas de prática, como


componente curricular, articulado ao estágio e às demais atividades de natureza acadêmica.

Portanto, levando em conta os aspectos acima enumerados e, considerando, ainda, o Parecer CNE/CP 9/2001 que: - define o estágio supervisionado como : "momento de efetivar, sob a supervisão de um profissional experiente, um processo de ensino-aprendizagem que se tornará concreto e autônomo quando da profissionalização deste estagiário"; - entende o estágio supervisionado como "tempo de aprendizagem que, através de um período de permanência, alguém se demora em algum lugar ou ofício para aprender a prática do mesmo e depois poder exercer uma profissão ou ofício”.

Desta forma, o referido Parecer supõe o estágio como "uma relação pedagógica entre alguém que já é um profissional reconhecido em um ambiente institucional de trabalho e um aluno estagiário. Por isso, é que este momento se chama estágio curricular supervisionado". Numa concepção de prática mais como componente curricular, implica vê-la como uma dimensão do conhecimento, que, tanto está presente nos cursos de formação nos momentos em que se trabalha na reflexão sobre a atividade profissional, como durante o estágio nos momentos em que se exercita a atividade profissional; - considera a prática como componente curricular que se constitui num trabalho consciente, "uma prática que produz algo
no âmbito de ensino", devendo ser "uma atividade tão flexível quanto outros pontos de apoio do processo formativo, a fim de dar conta dos múltiplos modos de ser da atividade acadêmico-científica"; - considera que a prática "deve ser planejada quando da elaboração do projeto pedagógico e seu acontecer deve se dar desde o início da duração do processo formativo e se estender ao longo de todo o seu processo, em articulação intrínseca com o estágio supervisionado e com as

atividades de trabalho acadêmico, ela concorre conjuntamente para a formação da identidade do professor como educador"; entende que deve haver, "desde o início do curso uma supervisão da instituição formadora como forma de apoio até mesmo à vista de uma avaliação de qualidade".

Considerando ainda que a prática de ensino:

- tem ocupado o papel de disciplina integradora e, encontra-se numa posição privilegiada, configurando-se, neste conjunto das disciplinas da graduação, como uma disciplina síntese;

- é o momento em que o aluno(a) reflete sobre a parte específica do curso e a parte pedagógica, identificando necessidades de pensar a escola na qual vai atuar, como também em relação à sua profissionalização, descobrindo pontos críticos, importância, validade e repensando sua opção profissional.

Urge, portanto, que a instituição organize este processo de forma a buscar a excelência na atuação do acadêmico(a) e no acompanhamento pelo professor(a);

propondo-se o presente plano de ação de estágio supervisionado e prática de ensino para os cursos de História da URI.

OBJETIVOS DO PEPEH



OBJETIVO GERAL
Organizar o processo de ação do estágio supervisionado e da prática de ensino de modo a oferecer ao futuro(a) licenciado(a) em História, um conhecimento/atuação em real situação de trabalho, isto é, diretamente em unidades escolares dos sistemas de ensino e/ou instituições culturais como museus, arquivos etc.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

- Formar profissionais em História capazes de estabelecer relações da teoria com a prática, a partir de estimulação da própria realidade com atitudes de pesquisa frente ao ensino que, a partir do conhecimento real os alunos consigam criar alternativas de aprendizagem crítica e significativa;

- oportunizar reflexão crítica a respeito da realidade da atuação do historiador, tanto em nível de prática didático-pedagógica de sala de aula, instituições de ensino formal e não formal, quanto em nível de instituições como museus, arquivos;

- criar condições para que o professor da escola de Educação Básica atue, de forma ordenada, e sistematizada junto ao estagiário(a);

- analisar as competências exigidas nas práticas profissionais exigíveis dos (as) formandos (as), especialmente quanto à regência.

OPERACIONALIZAÇÃO DO PEPEH

O PEPEH referencia-se e incorpora as alterações definidas pela legislação em vigor para os cursos de licenciatura, respeitadas as especificidades do Curso


de História estruturando-se em normas que tornam viável a sua operacionalização prática.
NORMATIZAÇÃO DAS PRÁTICAS DE ENSINO
As Práticas de Ensino, nos Cursos de História da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões-URI frente à reformulação curricular

do curso passa a vigorar, em conformidade com a Resolução nº 2 do CNE/CP, de 19 de fevereiro de 2002 que determina, em seu art. 1º-“I- 400 ( quatrocentas) horas de prática como componente curricular, vivenciadas ao longo do curso”, bem como com o documento “Reflexões sobre o Estágio Supervisionado dos Cursos de Licenciatura da URI”, conforme princípios e normas que seguem:

1 - As Práticas de Ensino no Curso de História-Licenciatura, serão oferecidas ao longo do curso configurando-se:


    1. como componente curricular específico nos quatro primeiros semestres

com a denominação:Prática de Ensino HIS- I, Prática de Ensino HIS- II Prática de Ensino HIS-III, Prática de Ensino HIS-IV;

    1. dissolvidas em disciplinas de natureza científico-cultural do primeiro, segundo, terceiro, quarto, sexto, sétimo ao oitavo semestre;

1.3.articulando-se com as disciplinas de Trabalho de Graduação I e Trabalho de Graduação II.

2- O Plano de Práticas de Ensino deve conter a explicitação das ementas, carga horária, créditos, planejamento, formas de avaliação e acompanhamento pelo professor orientador.

3- Consideram-se “Práticas de Ensino” de História, momentos de práticas
reflexivas, com tempo e espaço curricular específico, com ênfase nos procedimentos de observação e reflexão para compreender e atuar em situações contextualizadas, mobilizando conhecimentos e transformando-os em ação tais como o registro de observações realizadas e a resolução de situações-problema desafiadoras características do cotidiano do profissional em História.

4- Constituem-se as Práticas de Ensino em História, em espaço de

integração de eixos articuladores, seja em sua dimensão teórica e prática, do saber e do saber fazer interdisciplinar que fundamentam a ação pedagógica e com valorização da prática investigativa que caracteriza o profissional em História, absorvendo as diversas tecnologias da informação e das comunicações e atendendo às especificidades próprias dos níveis e/ou modalidades de ensino formal e/ou não formal.

5- As Práticas de Ensino devem explicitar coerência entre a formação oferecida e a prática esperada do professor e/ou profissional dos diferentes campos de trabalho do historiador – escolas de Educação Básica (levando em conta aspectos multiculturais, concepções de aprendizagem, conteúdo, avaliação), instituições como arquivos, museus, entre outros, sendo a pesquisa, elemento fundamental.

6- As Práticas de Ensino, como componente curricular no Curso de História-Licenciatura Plena, estão assim estruturadas:

a) Prática de Ensino I- (O ofício do professor historiador)

b) Prática de Ensino II-(A prática do multiculturalismo no currículo escolar)

c) Prática de Ensino III-(A prática da museologia e da arquivologia como campo de atuação do historiador)


d) Prática de Ensino IV- (A realidade da escola e a realidade do ensino de História na educação básica formal e não formal).

Em relação ao aproveitamento nas Práticas de Ensino determina-se que o (a) acadêmico (a) deve obter, no mínimo, o grau 7 (sete), e freqüência não inferior a 75%. A avaliação será contínua envolvendo o professor supervisor e um representante da instituição onde se realiza a prática (escolas, museus, instituições

etc.). A nota final será conferida pelo professor de Prática, conforme as especificidades do Curso de História, o Regimento institucional e esta normatização.


NORMATIZAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
O Estágio Supervisionado no Curso de História da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões-URI frente à sua reformulação curricular passam a vigorar, em conformidade com:

- o Parecer CNE/CP 009/2001 que enfatiza que “...a organização curricular dos cursos, tendo em vista a etapa da escolaridade para a qual o professor está sendo preparado, deve incluir sempre espaços e tempos adequados que garantam a tematização comum de questões centrais da educação e da aprendizagem, bem como sua dimensão prática; a sistematização sólida e consistente de conhecimento sobre objetos de ensino; a construção de perspectiva interdisciplinar, tanto para os professores de atuação multidisciplinar quanto para especialistas de área ou disciplina , aí incluídos projetos de trabalho; opções , para atuação em modalidades ou campo específicos, incluindo as respectivas práticas tais como: crianças e jovens

em situação de risco, jovens e adultos, escolas rurais ou classes multisseriadas, educação especial, educação indígena”.
- a Resolução nº 2 do CNE/CP, de 19 de fevereiro de 2002, que determina

em seu art. 1º- Inciso II- “400 (quatrocentas) horas de estágio curricular supervisionado a partir do início da segunda metade do curso”;



- em seu art. 13 - 3º- “o estágio curricular supervisionado, definido por lei, a ser realizado em escola de educação básica, e respeitado o regime de colaboração entre os sistemas de ensino, deve ser desenvolvido a partir do início da segunda metade do curso e ser avaliado conjuntamente pela escola formadora e a escola campo de estágio”;

- o Parecer nº 27/2001, de 02/10/2001 CNE/CP que dá nova redação ao item 3.6, alínea c, do Parecer CNE/CP 9/2001 que define: “Estágio obrigatório ao longo de todo curso de formação para o estágio deve, de acordo com o projeto pedagógico próprio, se desenvolver a partir do início da segunda metade do curso, reservando-se um período final para a docência compartilhada, sob a supervisão da escola de formação, preferencialmente na condição de assistente de professores experientes”.

Passa a vigorar conforme princípios e normas que seguem:

1- O Estágio Supervisionado no Curso de História-Licenciatura Plena será oferecido no V,VI, VII e VIII semestre.

2- O plano de Estágio Supervisionado contém a explicitação das ementas, carga horária, créditos, planejamento, formas de avaliação e acompanhamento pelo professor supervisor.

3- Os Estágios Supervisionados do Curso de História-Licenciatura Plena, estão assim estruturados:

a) Estágio Supervisionado HIS I- (Projeto na educação não formal em âmbito de comunidade);


b) Estágio Supervisionado HIS II- (Projeto na Educação Básica formal em âmbito institucional/escolar);

c) Estágio Supervisionado HIS III-(Docência no Ensino Fundamental);

d) Estágio Supervisionado HIS IV- (Docência no Ensino Médio).

4- A escola, sede do estágio determinará o cronograma de atividades, mesmo

não coincidindo com o da Universidade.

5- As modalidades de estágio somente serão desenvolvidas em instituições de Ensino Fundamental e Médio, devidamente reconhecidas e que contarem com o trabalho de profissional habilitado na área em que for realizado o estágio.

6- Da PROGRAMAÇÃO do Estágio Supervisionado

O planejamento da prática de estágio é indispensável para a viabilização do

processo teoria-prática, considerando as seguintes linhas norteadoras globais de

estágio supervisionado:

I- PLANEJAMENTO do Estágio Supervisionado

a. Reunião com o professor coordenador do Estágio Supervisionado x estagiários (as) para análise e discussão da abrangência do trabalho, alternativas de estágio, contato com instrumentos (Ficha de Inscrição, Carta de Apresentação) comprovantes de sua inclusão no programa de Estágio Supervisionado.

b. Sondagem e diagnóstico - coleta de dados, organização e seleção de informações, busca de elementos teóricos, identificação de problemas, perspectivas e alternativas.

c. Planejamento de uma proposta alternativa-seleção de uma proposta de educação entre outras alternativas, construção de projeto. Retomada das disciplinas do curso.Tomada de decisão:

1- elaboração de proposta político-pedagógica que dará suporte teórico ao
trabalho da prática, bem como da justificativa da seleção do tema central;

2- seleção de conteúdos e objetivos significativos, bem como a metodologia e a avaliação.

II- DESENVOLVIMENTO do Estágio Supervisionado

a- Ação pedagógica propriamente dita e alternativa de estágio - que deve ser

realizado individualmente ou em grupo, dependendo das características, dimensões e oportunidades da proposta a ser desenvolvida. São oferecidas as seguintes alternativas :

I-ESTÁGIO I e II

1- Desenvolvimento de projetos com aplicação na comunidade, de cunho não formal, aliando a atividade acadêmica e docente;

2- Desenvolvimento de projetos na Educação Básica formal e não formal .


II-ESTÁGIOS III e IV

1- Docência compartilhada, em turma da rede regular de ensino, na (s) disciplina (s) específica (s) da licenciatura, em instituições de Ensino Fundamental e Médio formalmente organizado. Pode o aluno, a critério do colegiado do curso, quando realiza o Estágio em instituições distantes do município sede da Universidade, ser acompanhado por professor local devidamente credenciado pela URI.

2- Programação e execução de projetos especiais, no caso do Estágio IV, atingindo clientela da educação escolar, na Educação Básica, nas suas diferentes modalidades, preferencialmente na rede regular de ensino ou em instituições como museus, arquivos etc. e/ou ainda, outras instituições da comunidade

Nas duas opções, devem ser cumpridas outras atividades, além da docência,


conforme segue:

- Atividades de observação na turma ou grupo ( Estágio IV) de estágio e elaboração de diagnóstico;

- Ações relativas a planejamento, análise e avaliação do processo pedagógico;

- Participação nas diversas dimensões da dinâmica escolar, gestão, interação


de professores, relações com a família.

III- CONCLUSÃO do Estágio Supervisionado

a) Relatório das atividades desenvolvidas, de forma clara, contendo a proposta de estágio, para quem é direcionado, a ação propriamente dita, a interpretação e análise dessa ação e suas conclusões especificando:

- registro de como tentou transformar uma realidade detectada;

- análise crítica e objetiva da proposta educacional desenvolvida;

- reflexão crítica sobre a ação desenvolvida;

- participação em seminário.
10- Da FREQÜÊNCIA no Estágio Supervisionado

- A freqüência mínima exigida nas atividades teóricas é de 75% devendo, nas atividades práticas, obter 100% de freqüência não sendo permitida recuperação de faltas, salvo casos previstos em lei e nesta normatização.



  • Em caso de faltas por amparo em lei, o estagiário (a) deverá recuperar a carga horária prevista. No caso de acadêmicas gestantes, não será permitido exercício domiciliar conforme Lei 6.202/75.

11- Da AVALIAÇÃO do Estágio Supervisionado

-

A avaliação do Estágio Supervisionado considerará o desempenho global nas aulas regulares da disciplina e nas atividades de estágio desenvolvidas, considerando os diferentes aspectos previstos em formulários próprios.



- Conforme prevê art. 58 do Regimento Geral da URI serão observadas, para fins de atribuição da nota final, dimensões básicas como:

- presença efetiva nas aulas presenciais, encontros individuais e situações de


estágio;

- comprometimento com as leituras e fundamentação teórica;

- postura de investigação ao longo de todas as atividades desenvolvidas;

- qualidade na produção escrita;

- auto-avaliação e avaliação coletiva, através de seminários de avaliação do estágio.

- Em relação à prática docente e desempenho durante o estágio serão considerados indicadores constantes na ficha de avaliação de desempenho docente

e que serão considerados tanto pelo professor/orientador de estágio do curso e/ou responsável pelo acompanhamento do estagiário como pelo professor responsável do campo de estágio aspectos determinados pelos docentes responsáveis pelo estágio.

- Na disciplina de Estágio Supervisionado não há exame final, sendo aprovado (a) o aluno (a) que alcançar nota igual ou superior a cinco (5,0) como resultado final do trabalho e/ou estágio.

- No caso de não alcançar esta nota, será concedido prazo de um semestre para sanar as deficiências apresentadas.

12-Das ATRIBUIÇÕES no Estágio Supervisionado

São atribuições do (a) aluno(a):


  1. Tomar conhecimento sobre as normas estabelecidas no presente documento;

  2. solicitar orientação individual aos professores de Estágio de seu curso;

  3. apresentar sugestões ou solicitações que venham contribuir para melhor desenvolvimento das atividades de estágio;




  1. contatar com as escolas ou outras instituições onde serão realizados os estágios para sondar sua realização, seguindo o fluxo de comunicação instituído por estas escolas ou instituições;

  2. efetuar a inscrição do estágio, em ficha própria, entregando-a ao professor de estágio de seu curso, para posterior elaboração de apresentação do estagiário;

  3. executar a programação do Estágio Supervisionado, segundo as exigências inerentes a cada licenciatura;

  4. informar ao professor/supervisor de estágio, por escrito, qualquer alteração de horário de aulas de estágio;

  5. cumprir freqüência de 100% nas atividades de estágio. Se, por motivos imperiosos, ocorrer a necessidade de ausência às atividades do estágio, comunicar e justificar com antecedência à instituição em que realiza o estágio e ao professor de Estágio;

  6. enquadrar-se na administração e organização da instituição em que irá estagiar, atendendo a programas, avaliação, caderno de chamada e demais rotinas, evidenciando em suas atitudes ética profissional, reservando suas observações e

comentários ao relatório final de cada estágio ou encaminhando-as ao professor de Estágio.


SÃO ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR E/OU SUPERVISOR DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO:

  1. Prestar toda e qualquer informação de ordem geral em relação aos estágios supervisionados a professores do curso, alunos, direção e órgão de sistema, quando se fizer necessário;




  1. proporcionar atendimento individual e grupal aos alunos (as) em horário previamente acertados, orientando-os (as) e/ou encaminhando-os (as) quando se fizer necessário a partir de situações verificadas no decorrer das atividades do estágio;

  2. definir, conjuntamente com os alunos estagiários, as linhas de ação do Estágio, de modo a ficar evidenciado que o trabalho a ser desenvolvido não é um mero conjunto de exigências acadêmicas, mas um trabalho de inserção numa realidade concreta, através de uma proposta em busca de uma educação de qualidade;

  3. assumir a responsabilidade de acompanhar sistematicamente o estagiário nos campos de estágio através de visitas, agendamento de encontros para verificação dos planejamentos, contatos com as escolas campos de estágio, entre outros. A responsabilidade do acompanhamento dos estagiários deverá ser compartilhada com professores do curso;

  4. organizar e coordenar o Seminário de Avaliação de Estágio de seu curso.



ATRIBUIÇÕES DA COORDENAÇÃO GERAL DOS ESTÁGIOS DA LICENCIATURA DE HISTÓRIA:

  1. assegurar o cumprimento da legislação e das normas pertinentes ao estágio, procurando articulá-lo com o projeto pedagógico do curso;

  2. zelar para que as atividades de estágio sejam articuladas com instituições idôneas e que disponham de profissionais qualificados para o acompanhamento das exigências/competências pertinentes à prática;




  1. articular-se com as coordenações/supervisores/professores de estágio para sugerir medidas que garantam o alcance das finalidades dos estágios;

  2. adotar estratégias de reflexão e ação que permitam intervir na construção qualitativa do estágio, envolvendo os segmentos responsáveis pela sua dinâmica operacional;

  3. coordenar e acompanhar, sempre que necessário, a dinâmica do trabalho de estágio nos diferentes cursos, adotando medidas necessárias para o cumprimento de suas finalidades;

  4. estabelecer contatos sistemáticos com instituições conveniadas, para garantir espaços de estágio aos diferentes cursos, bem como o alcance de seus objetivos;

  5. articular com as coordenações de cursos e demais instâncias internas propostas de interação sistemática com as escolas de Educação Básica, visando a projetos de formação compartilhados;

  6. incentivar iniciativas para parcerias na promoção de atividades culturais destinadas aos formadores e futuros professores.


DAS CONSIDERAÇÕES FINAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

Todas as atividades de Estágio Supervisionado deverão ser registradas como testemunho de uma prática social comprometida, resultado de várias situações de aprendizagem do desempenho global do(a) acadêmico(a)-estagiário(a).



NORMAS PARA PRÁTICA DE ENSINO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
NOTA: Para que a orientação seja eficiente os(as) orientandos(as) devem respeitar os horários estabelecidos pelos orientadores(as).



  1. Antes da realização do estágio os(as) acadêmicos(as) deverão comparecer na escola/instituições ou reunir-se com os(as) professores(as) com os quais irão trabalhar para ouvir os anseios e necessidades em relação ao trabalho que irão desenvolver e, também, a fim de:




  1. manter contatos com a Direção, Coordenação Pedagógica, Professores(as)Titulares ou Secretários(as) Municipais de educação e cultura;

OBS: Durante as visitas o(a) acadêmico realizará diagnóstico, a ser previamente planejado. Deverá acompanhar o diagnóstico, comunicado da Escola ou SMEC, de que o(a) acadêmico(a), realizou as referidas visitas.


  1. conhecer a proposta pedagógica da escola/instituição ou do município;




  1. acompanhar/auxiliar o(a) professor(a) titular, quando solicitado;

d)participar de reuniões para planejamento, caso a escola/instituição solicite.


2-Juntamente com o relatório deverá constar um breve relato do contato inicial com a escola, assinado pela Direção e Professor(a) Titular.
3- É Obrigatória a presença dos(as) acadêmicos(as) nas salas de orientação até serem dispensados pelos(as) Coordenadores(as) e Orientadores(as) de estágio, devendo os(as) mesmos(as) assinarem a lista de presença

4- As fichas de autorização do estágio, deverão serem assinadas pelo professor Titular/ou responsável a serem enviadas 5 dias antes, do início do estágio à comissão.


5- A supervisão de estágio fará, pelo menos, uma visita ao(à) Estagiário(a).

6- No final de estágio, haverá um seminário de avaliação do mesmo, que será assistido pelos(as) acadêmicos(as) dos outros semestres.


7- Os relatórios deverão ser entregues para a avaliação final à Comissão de Estágio em data a ser combinada.
8- Juntamente com o relatório deverão ser entregues: avaliação feita pelo professor titular e atestado da realização do estágio fornecido pela escola/instituição ( conforme modelo fornecido pela coordenação).
9- O modelo de atestado e ficha de avaliação serão entregues, na escola, pelo(a) acadêmico(a) estagiário(a), no momento da visita inicial.
10- O planejamento das aulas deve conter os seguintes dados:


  • Dados de Identificação

  • Objetivo Geral: Competências

  • Objetivos Específicos: habilidades

  • Conteúdos

  • Metodologia (descrever sua opção metodológica, a qual deverá ser de no mínimo 2 páginas)

  • Recursos

  • Bibliografia

  • Planejamento das aulas ou encontros

  • Avaliação (como se desenvolverá e por quê será realizada)

11- Divisão da Carga Horária para o estágio supervisionado ESHI-I:

Preparação Teórica: 14 h/a

Observação local de estágio: 06 h/a

Planejamento das atividades: 14 h/a
Execução da Prática: 12 h/a

Seminário de avaliação (socialização) : 15 h/a

Elaboração de Relatório: 14 h/a
12- Divisão da Carga Horária para o estágio supervisionado ESHI-II:

Preparação Teórica: 18 h/a

Observação local de estágio: 06 h/a

Planejamento das atividades: 18 h/a

Execução da Prática: 18 h/a

Seminário de avaliação (socialização) : 15 h/a

elaboração de Relatório: 15 h/a
13- Divisão da Carga Horária para os estágio supervisionado ESHI-III:

Preparação Teórica: 25 h/a

Observação local de estágio: 13 h/a

Planejamento das atividades: 25 h/a

Execução da Prática: 20 h/a

Seminário de avaliação (socialização) : 15 h/a

Elaboração de Relatório: 22h/a
14- Divisão da Carga Horária para os estágio supervisionado ESHI-IV:
Preparação Teórica: 25 h/a

Observação local de estágio: 13 h/a

Planejamento das atividades: 25 h/a

Execução da Prática: 20 h/a

Seminário de avaliação (socialização) : 15 h/a

Elaboração de Relatório: 22h/a




ATRIBUIÇÕES DA COORDENAÇÃO/SUPERVISÃO DO ESTÁGIO



  1. Orientar o planejamento, execução e elaboração do relatório e seminário de socialização do estágio.



  1. Autorizar o início do estágio, que somente poderá acontecer quando os(as) estagiários(as) estiverem preparados(as) e autorizados(as) pelo(a) professor(a) supervisor;

  2. Estar presente no local e horários estabelecidos para orientação;

  3. Autorizar a dispensa da orientação no componente curricular que orienta, quando o aluno estiver preparado;

  4. Preencher a ficha de visita em duas vias entregando uma das vias para o (a) estagiário(a)

  5. Resolver os eventuais problemas;

  6. Avaliar a prática desenvolvida no estágio e o planejamento do mesmo;




  1. Visitar a escola/instituição para acompanhar o desempenho do(a) acadêmico(a) estagiário(a);

  2. Visitar o estagiário no local do estágio ( no mínimo uma visita);

  3. Informar a Coordenação de eventuais problemas ocorridos na orientação;

  4. Organizar o cronograma de visitas;

  5. Receber o relatório final e as avaliações dos(as) acadêmicos(as) e após lançar o resultado no ProfessorNet




  1. Apresentar relatório final ao coordenador de curso e a secretaria, contendo nome do(a) acadêmico(a), disciplina de estágio e desempenho de cada um..

ATRIBUIÇÕES DO(A) ESTAGIÁRIO(A)




  1. Definir com coordenação do Estágio o local de realização da prática;

  2. realizar um diagnóstico da realidade escolhida ;

  3. elaborar um cronograma de atividades a serem desenvolvidas;

  4. apresentar o projeto de estágio para o(a) professor(a) supervisor (a);

  5. comparecer nas aulas de orientação até ser dispensado(a) pelo(a) supervisor (a);

  6. apresentar durante o processo de orientação material organizado;

  7. ser pontual durante todas as atividades previstas no estágio;

8- entregar relatório na data combinada com o(a) supervisor, bem como ficha de avaliação e o atestado de realização do estágio fornecido pela escola/instituição.


Ficha de Acompanhamento

VISITA À INSTITUIÇÃO




1-DADOS DE IDENTIFICAÇÃO:

NOME DA INSTITUIÇÃO:_______________________________________

MUNICÍPIO:____________________________________________________

DIREÇÃO:_______________________________________________________

VICE-DIREÇÃO:__________________________________________________

DEPENDÊNCIA ADMINISTRATIVA:_______________________________

TIPO DE EDUCAÇÃO QUE OFERECE:______________________________

NÚMERO DE PROFESSORES(AS):__________________________________

NÚMERO DE ALUNOS(AS)/BENEFICIADOS(AS):____________________

NOME DO(A)ALUNO(A)(ESTAG.(A)):________________________________
2. PRIMEIRO OBJETIVO: Conhecer a estrutura administrativa e pedagógica da escola.
QUESTÕES A SEREM ABORDADAS:

Filosofia da escola/instituição.

Setores ou serviços que a escola/instituição possui.

Projeto Político Pedagógico (se a escola possui, quem participou de sua elaboração, principais metas do Projeto político Pedagógico, como a escola avalia o alcance de seus objetivos).



3. SEGUNDO OBJETIVO: Manter contato com o (a) titular, a fim de conhecer sua proposta de trabalho.

NOME DO (A) PROFESSOR(A):____________________________________


SÉRIE:_____ NÚMERO DE ALUNOS:_______ DISCIPLINA:_____________

QUESTÕES A SEREM ABORDADAS:

Perfil da turma.

Metodologia usada pelo(a) professor(a).

Formas de avaliação.

Conteúdos a serem desenvolvidos pelo(a) estagiário(a).


4. TERCEIRO OBJETIVO: conhecer o grupo com o qual irá realizar seu estágio.


ASPECTOS A SEREM OBSERVADOS:

Relacionamento professor(a) X aluno(a).

Relacionamento entre colegas.

Forma de participação dos(as) colegas.

Conteúdos que estavam sendo desenvolvidos.

DIAGNÓSTICO DA REALIDADE E PESQUISA PARTICIPATIVA
Ao elaborarmos um projeto de ensino, a primeira etapa a ser contemplada é a investigação ou diagnóstico da realidade onde atuamos como docentes ou pretendemos atuar. Para tanto, faz-se necessário que você realize uma pesquisa participante com os professores, pais e alunos da escola, através de questionário, entrevista e observação. Não esquecer que os documentos oficiais da escola (Regimento, Projeto Pedagógico, Planos de Estudos) constituem-se em elementos significativos de análise para o diagnóstico da escola.
Nota: Sugerimos uma entrevista aliada à observação.

Professores(as):


- Quais os assuntos que mais interessam aos alunos(as)?
- Que problemas os(as) professores(as0 mais enfrentam no cotidiano escolar?
-Quais são as reivindicações mais freqüentes dos pais/mães em relação ao ensino dos(as) filhos(as)?

Pais/mães:


- O que gostaria que a escola trabalhasse com seu/sua filho(a) nesse momento?
- Quais são as maiores dificuldades que você encontra no cotidiano?
Alunos(as):
- Que assuntos você gostaria que fossem trabalhados em sala de aula?
- O que você acha que poderia ser melhorado na comunidade?
__________________________________________

Assinatura do(a) professor(a) titular e carimbo da escola


ROTEIRO PARA UM PROJETO DE ESTÁGIO



1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

ESCOLA


MUNICÍPIO

SÉRIE


TURMA

TURNO


PERÌODOS/HORÁRIO:

PROF. TITULAR

ESTAGIÁRIO(A)

PERÍODO DE DURAÇÃO:


TEMÁTICA/ TEMA GERADOR DO PROJETO:

2 TEMA (será buscado através de um diagnóstico da realidade – pesquisa participativa – com observações, entrevistas, questionários...)



3 JUSTIFICATIVA COM FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ( justificar a necessidade de trabalhar esse tema, como se chegou a ele e qual a sua importância no contexto atual).

4 OBJETIVO GERAL (referente ao tema que será desenvolvido).

5 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ( deverão contemplar todos os componentes curriculares a serem trabalhados).

6. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES: que serão desenvolvidas com o projeto


7. CONTEÚDOS (listar os conteúdos de cada componente curricular, os quais deverão estar relacionados com o tema em evidência).
7 DESENVOLVIMENTO (programação das atividades que serão desenvolvidas diariamente com a metodologia utilizada).
9 AVALIAÇÃO ( análise da progressão do aluno).
10. BIBLIOGRAFIA.

ROTEIRO PARA RELATÓRIO DO ESTÁGIO

A INTRODUÇÃO deve conter um histórico da Escola/instituição onde o estágio foi desenvolvido, além de uma breve justificativa da escolha da temática estagiada.


No PLANEJAMENTO DAS AULAS DEVEM ESTAR O(S) Plano(s) Diário(s) da disciplina. Ao final de cada Tema Gerador deve estar anexado um relatório de como foram trabalhadas as aulas e quais os resultados alcançados, bem como as alterações e adequações do planejamento(diário de bordo).
Na CONCLUSÃO deve estar a avaliação do(a) estagiário(a) em relação à experiência de sua prática pedagógica no período do estágio, bem como as contribuições que este proporcionou a sua formação.
Nos ANEXOS podem ser colocadas algumas atividades que julgar relevante para o entendimento do trabalho e/ou para a valorização do trabalho realizado, bem como os textos e materiais utilizados no desenvolvimento das aulas.

CAPA


FOLHA DE ROSTO
SUMÁRIO

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO *Da Instituição

INTRODUÇÃO *Apresentação

*Histórico da Escola ( contendo diagnóstico da realidade)

*Objetivo da Prática

PROJETO DE TRABALHO * Dados de Identificação

* Tema

* Justificativa



* Objetivo Geral

* Objetivos específicos

* Conteúdos

* Desenvolvimento (problematização com respostas dos(as) alunos(as) e as atividades programadas diariamente)

* Avaliação
CONCLUSÃO * Análise da aplicação do projeto

* Aspectos mais relevantes


REFERÊNCIAS * Bibliografia utilizada
ANEXOS *Trabalhos relevantes dos(as) alunos(as)

*Foto do produto final e outras fotos com legenda

(opcional)

UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES – URI

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS

CURSO DE HISTÓRIA

DISCIPLINA:ESTÁGIO SUPERVISIONADO ( ) I ( ) II ( ) III ( ) IV

Ficha de Acompanhamento das Atividades




ACADEMICO(A): __________________________________________





Atividade Desenvolvida

Dia

Horário

Assinatura




























































































































Observações:_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO
Acadêmica(o) :______________________________________

A prática de Ensino é uma atividade inerente ao currículo do curso que possibilita aos acadêmicos(as) vivenciar situações reais na relação teoria-prática. Neste sentido, solicitamos um parecer acerca do desenvolvimento da prática em Estágio Supervisionado, observando os seguintes aspectos:



  1. Integração e relacionamento do(a) estagiário(a) com a equipe diretiva, professores(as), pais/mães alunos(as), comunidade escolar.

( ) SIM ( ) NÃO ( ) EM PARTE

  1. Organização e desenvolvimento do trabalho.

( ) SIM ( ) NÃO ( ) EM PARTE
  1. O planejamento evidenciou uma proposta interdisciplinar


( ) SIM ( ) NÃO ( ) EM PARTE

  1. Competência e agilidade na resolução de problemas.

( ) SIM ( ) NÃO ( ) EM PARTE

  1. Responsabilidade, assiduidade e pontualidade com compromissos assumidos

( ) SIM ( ) NÃO ( ) EM PARTE

  1. Preocupação com o atendimento individualizado dos(as) alunos(as).

( ) SIM ( ) NÃO ( ) EM PARTE

  1. As aulas foram dinâmicas/criativas despertando o interesse e desejo de aprender

( ) SIM ( ) NÃO ( ) EM PARTE

  1. Demonstrou segurança e conhecimento em relação aos conteúdos

  2. ( ) SIM ( ) NÃO ( ) EM PARTE

  3. Tendo em vista as questões acima, atribua um conceito ao estagiário(a).

( ) Regular ( ) Bom ( ) Muito Bom ( ) Ótimo

  1. Outras constatações e/ou sugestões.

______________________________________________

Assinatura do(a) professor(a) responsável pela turma e/ou disciplina de estágio

Carimbo

ACOMPANHAMENTO DA PRÁTICA DE ENSINO -


ACADÊMICO(A):__________________________________________
PLANEJAMENTO - A (1,0 ) B (0,5) C (0,0) CRITÈRIOS PARCIAIS - 1

Seguiu a orientação recebida e foi solicito(a) às sugestões de alteração e adequação do planejamento quando necessário

SIM ( A ) TEVE DIFICULDADES ( B ) NÃO ( C )

Apresentou de forma organizada o material referente ao planejamento

SIM ( A ) COM LIMITAÇÔES ( B ) NÃO ( C )

O planejamento evidenciou uma proposta interdisciplinar

SIM ( A ) EM PARTE ( B ) NÃO ( C )

As atividades propostas foram significativas para o desenvolvimento do processo de construção do conhecimento

SIM ( A ) EM PARTE ( B ) NÃO ( C )

Sempre que possível, estabeleceu relações do conteúdo desenvolvido com a realidade vivenciada pelos(as) alunos (as)

SIM ( A ) EM PARTE ( B ) NÃO ( C )
TOTAL PARCIAL ___________

RELATÓRIO - A (1,0 ) B (0,5) C (0,0)

A introdução apresenta claramente o contexto de realização do estágio


SIM ( A ) EM PARTE ( B ) NÃO ( C )

A escolha da temática apresenta coerência com as necessidades evidenciadas.

SIM ( A ) EM PARTE ( B ) NÃO ( C )

A análise da prática docente evidenciou postura crítica e olhar de professor(a) pesquisador(a) frente ao processo

SIM ( A ) EM PARTE ( B ) NÃO ( C )

Quanto à organização estrutural e gráfica dos textos.

ÓTIMO ( A ) BOM ( B ) DEFICIENTE ( C )

Organização do relatório.

ÓTIMO ( A ) BOM ( B ) DEFICIENTE ( C )
TOTAL PARCIAL _________ TOTAL DA 1ª PARTE ____________
PRÁTICA DOCENTE _ A (2,0 ) B (1,0) C (0,0) CRITÈRIOS PARCIAIS - 2

Demonstrou preocupação com o atendimento individualizado dos(as) alunos(as).

SIM ( A ) EM PARTE ( B ) NÃO ( C )

Demonstrou competência e habilidade no desenvolvimento da prática docente.

SIM ( A ) EM PARTE ( B ) NÃO ( C )

As aulas foram dinâmicas e criativas despertando o interesse e o desejo de aprender

SIM ( A ) EM PARTE ( B ) NÃO ( C )

O material apresentado ao aluno(a) foi organizado.


SIM ( A ) EM PARTE ( B ) NÃO ( C )

O relacionamento com os diferentes segmentos da escola

Ótimo ( A ) Bom ( B ) Conflitante ( C )


TOTAL PARCIAL ___________ NOTA FINAL 1 + 2 _________
_____________________________________

Assinatura do (a) Orientador(a)


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