Universidade Salvador Departamento e Ciências Sociais Aplicadas



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Universidade Salvador

Departamento e Ciências Sociais Aplicadas

Curso Especialização Acadêmica em Administração

Disciplina Estudos Organizacionais

Prof. Dr. Lindomar Pinto da Silva

2016 1




Lista de Textos





AULA 1

Abertura do curso: apresentação e plano : visão geral sobre Estudos Organizacionais – Sistematização das Principais teorias em Administração

.

  1. WAHRLICH, Beatriz M. de Souza. Uma análise das teorias de Organização. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1986. Pp.1-72

  2. WEBER, Max. Burocracia. In: MAX WEBER. Ensaios de Sociologia. Rio de Janeiro: LTC, 2002, pp. 138-170

  3. WAHRLICH, Beatriz M. de Souza. Uma análise das teorias de Organização. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1986. Pp. 116-136

  4. DONALDSON, Lex. Teoria da Contingência Estrutural. Tradução Marcos. In: CALDAS, Miguel; FACHIN, Roberto; FISCHER, Tânia (Org.). Handbook de Estudos Organizacionais. 1. ed. São Paulo: Atlas, 1999. v. 1, Modelos de análise e novas questões em estudos organizacionais, p. 105 – 133

  5. HANNAN, Michael T.; FREEMAN,John. Ecologia Populacional das organizações. Revista de Administração de Empresas. V.45, n.3, jul./set. 2005

  6. BAUM, Joel A.C. Ecologia Organizacional. In: CALDAS, Miguel; FACHIN, Roberto; FISCHER, Tânia (Org.). Handbook de Estudos Organizacionais. 1. ed. São Paulo: Atlas, 1999. v. 1, Modelos de análise e novas questões em estudos organizacionais, p. 135-193




AULA 2

Introdução ao campo dos estudos organizacionais




  1. CRUBELLATE, João Marcelo. Estudos Organizacionais no Brasil: do futuro que queremos e do futuro que teremos. Cadernos EBAPE.BR. v.III, n.4, dez.2005, pp. 1-3 Arquivo magnético

  2. ,BERTERO, Carlos Osmar; CALDAS, Miguel Pinto; WOOD JR, Thomaz. Produção científica em administração de empresas: provocações, insinuações e contribuições para um debate local. Revista de Administração Contemporânea. V. 3, n.1, jan./abr., 1999, p.147-178 magnético

  3. TSOUKAS, Haridismos; KNUDSEN, Christian. Introduction: the need for meta-theoretical reflection in organization theory. . In: TSOUKAS, Haridismos; KNUDSEN, Christian. The oxford handbook of organizations theory: meta-theoretical perspectives. New York : Oxford University Press, 2003,pp. 1- 16

  4. CLEG, Stewart R.; HARDY, Cynthia. Introdução: organização e estudos organizacionais. In: CALDAS, Miguel; FACHIN, Roberto; FISCHER, Tânia (Org.). Handbook de Estudos Organizacionais. 1. Ed. São Paulo: Atlas, 1999. V. 1, Modelos de análise e novas questões em estudos organizacionais, p. 29 - 58.

  5. REED, Michael. Teorização organizacional: um campo historicamente contestado. In: CALDAS, Miguel; FACHIN, Roberto; FISCHER, Tânia (Org.). Handbook de Estudos Organizacionais. 1. Ed. São Paulo: Atlas, 1999. V. 1, Modelos de análise e novas questões em estudos organizacionais, p. 61 - 98.

  6. ASTLEY, W. Graham; VAN DE VEM, Andrew H. debates e perspectivas centrais na teoria das organizações. Revista de Administração de Empresas, v.45, n.2, abr./jun. 2005




AULA 3

O campo dos estudos organizacionais e organização como objeto de estudo; evolução histórica




  1. BURREL, G.; MORGAN, G. assumptions about the nature of society. In: BURREL, G.; MORGAN, G. Sociological Paradigms and organisational analysis. London : Heinemann Educational Books, 1979. Pp 7-37

  2. CALDAS, Miguel P. Paradigmas em estudos organizacionais: uma introdução à série. In. CALDAS, Miguel P.; BERTERO, Carlos O. Teoria das Organizações: Série RAE. Clássicos. São Paulo: Atlas. 2007, pp. 11-33

  3. MORGAN, Gareth. Paradigmas, metáforas e resolução de quebra-cabeças na teoria das organizações. Revista de Administração de Empresas. V.45, n. 1, jan./mar., 2005

  4. BURREL, Gibson. Ciência Normal, Paradigmas, Metáforas, Discursos e Genealogia da Análise. Tradução: Mario Couto Soares Pinto. In: CALDAS, Miguel; FACHIN, Roberto; FISCHER, Tânia (Org.). Handbook de Estudos Organizacionais. 1. Ed. São Paulo: Atlas, 1999. V. 1, Modelos de análise e novas questões em estudos organizacionais, p. 439 - 463.




AULA 4

Paradigmas funcionalista e interpretativista




  1. CALDAS, Miguel P.; FACHIN, Roberto. Paradigma funcionalista: desenvolvimento de teoria e institucionalismo nos anos 1980 e 1990. In: CALDAS, Miguel P.; BERTERO, Carlos O. Teoria das Organizações: Série RAE. Clássicos. São Paulo: Atlas. 2007, pp.. 69-79

  2. DONALDSON, Lex. Organization theory as a positive science. In: TSOUKAS, Haridismos; KNUDSEN, Christian. The oxford handbook of organizations theory: meta-theoretical perspectives. New York : Oxford University Press, 2003,pp. 39-62

  3. BURELL, Gibson; MORGAN, Gareth. Functionalist organization Theory. In: BURRELL, Gibson; MORGAN, Gareth. Sociological Paradigms and organisational analysis. London : Heinemann Educational Books, 1979. Pp. 118-226

  4. CALDAS, Miguel P.; CUNHA, Miguel Pina. Ecologistas e economistas organizacionais: o paradigma funcionalista em expansão no final do século XX. In. CALDAS, Miguel P.; BERTERO, Carlos O. Teoria das Organizações: Série RAE. Clássicos. São Paulo: Atlas. 2007, pp. 145- 153




  1. VERGARA, Sylvia Constant; CALDAS, Miguel P. Paradigma interpretacionista: a busca da superação do objetivismo funcionalista nos anos 1980 e 1990. In: CALDAS, Miguel P.; BERTERO, Carlos O. Teoria das Organizações: Série RAE. Clássicos. São Paulo: Atlas. 2007, pp. 223-234

  2. BURRELL, Gibson; MORGAN, Gareth. The interpretive Paradigm and the study of Organisations. In: BURRELL, Gibson; MORGAN, Gareth. Sociological Paradigms and organisational analysis. London : Heinemann Educational Books, 1979. Pp.260-278

  3. HATCH, Mary Jo; YANOW, Dvora. Organization Theory as a Interpretive Science. In: TSOUKAS, Haridismos; KNUDSEN, Christian. The oxford handbook of organizations theory: meta-theoretical perspectives. New York : Oxford University Press, 2003,pp. 63-87

  4. DAFT, Richard L.; WEICK, Karl E. Organizações como sistemas interpretativos: em busca de um modelo. In: CALDAS, Miguel P.; BERTERO, Carlos O. Teoria das Organizações: Série RAE. Clássicos. São Paulo: Atlas. 2007, pp. 235-256




AULA 5

Paradigmas Humanista Radical e Estruturalista Radical




  1. BURREL, G.; MORGAN, G. Radical humanism. In BURREL, G.; MORGAN, G. SOCILOGICAL Paradigms and organisational analysis. London: Heiemann Educational Books, 1979, pp. 279-309

  2. VIEIRA, Marcelo Milano Falcão; Teoria crítica e pós-modernismo: principais alternativas à hegemonia funcionalista. In: CALDAS, Miguel P.; BERTERO, Carlos O. Teoria das Organizações: Série RAE. Clássicos. São Paulo: Atlas. 2007, pp. 291-311

  3. WILLMOTT, Hugh. Organization theory as a critical science? Forms of analysis and new organizational forms. In: TSOUKAS, Haridismos; KNUDSEN, Christian. The oxford handbook of organizations theory: meta-theoretical perspectives. New York : Oxford University Press, 2003,pp. 88-112

  4. BURREL, G.; MORGAN, G. Radical structuralism. In: BURREL, G.; MORGAN, G. Sociological Sociological Paradigms and organisational analysis. London : Heinemann Educational Books, 1979. Pp.326-357.

  5. LEWIS, Marianne W.; GRIMES, Andrew. Metatriangulação: construção teórica com base em paradigmas múltiplos. In: : CALDAS, Miguel P.; BERTERO, Carlos O. Teoria das Organizações: Série RAE. Clássicos. São Paulo: Atlas. 2007, pp. 34-65

  6. COOPER; BURREL, Gibson. Modernismo, pós-modernismo e análise organizacional: uma introdução. Revista de Administração de empresas. V.46, n.1, jan./mar., 2006

  7. CHIA, Robert. Organization theory as a postmodern Science. In: TSOUKAS, Haridismos; KNUDSEN, Christian. The oxford handbook of organizations theory: meta-theoretical perspectives. New York : Oxford University Press, 2003,pp. 113-140

  8. ALVESSON, Mats; DEETZ, Stanley. Teoria Crítica e Abordagens Pós-modernas para Estudos Organizacionais. Tradução Marcos Amatucci e Ilan Avrichir. In: CALDAS, Miguel; FACHIN, Roberto; FISCHER, Tânia (Org.). Handbook de Estudos Organizacionais. 1. ed. São Paulo: Atlas, 1999. v. 1, Modelos de análise e novas questões em estudos organizacionais, p. 227 – 266


AULA 6

Organização: dimensões e focos : cultura Organizacional

  1. SCHEIN, Edgar. Organizational Culture and Leadership. 3 rd ed. San Francisco: Jossey-Bass, 2004

  2. SMIRCICH, Linda. Concepts of culture and organizational analysis. Administrative Science Quartely, v.28, n.3. Cornell University, 1983.

  3. FROST, Peter; MARTIN, Joanne. Jogos de Guerra da Cultura Organizacional: a luta pelo domínio intelectual. Tradução Carmem Penido. In: CALDAS, Miguel; FACHIN, Roberto; FISCHER, Tânia (Org.). Handbook de Estudos Organizacionais. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2001. v. 2, Reflexões e novas direções, p. 219 – 251

  4. MEYERSON, Debra; MARTIN, Joanne. Cultural change : an integration of three different views. Journal of management studies, Oxford, v.24, n.6,p.623-647, 1987

  5. FLEURY. Maria Tereza Leme. Estórias, mitos, herois. Cultura organizacional e relações de trabalho. Revista de Administração de Empresas. Rio de Janeiro. V.27,n.7 7-18, out./dez. 1987

  6. FLEURY, Maria Tereza Leme. O desvendar a cultura de uma organização: uma discussão metodológia. In: FLEURY, Maria Tereza Leme. FISCHER, Rosa Maria(orgs). Cultura e Poder nas organizações. São Paulo: Atlas, 1996.p. 15-27

  7. AKTOUF, Omar. O simbolismo e a cultura de empresa: dos abusos conceituais às lições empíricas. In: CHANLAT, Jean-François(coord). O indivíduo na organização. V.II, São Paulo: Atlas, 2008, p.39-80.



AULA 7

Organização: dimensões e focos : Poder Organizacional



  1. WEBER, Max. Os tipos de dominação. In: WEBER, Max. Economia e sociedade. Volume 1. 3ed. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 2000. Pp. 139-198

  2. CLEGG, Stewart R.; HARDY, Cynthia. Alguns Ousam Chamá-lo de Poder. In: CALDAS, Miguel; FACHIN, Roberto; FISCHER, Tânia (Org.). Handbook de Estudos Organizacionais. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2001. v. 2, Reflexões e novas direções, p. 260 -289

  3. FARIA, José Henrique. Poder e relações de poder nas organizações. In: VIEIRA, Marcelo Milano falcão; CARVALHO, Cristina Amélia. Organizações, instituições e poder no Brasil( orgs). Rio de Janeiro : Editora Fundação Getúlio Vargas, 2003, p. 67-121.

  4. PAGÉS, M.; BONETTI, M.; GOULEJAC, V.D.; DESCENDRE, D. O poder das organizações. São Paulo: Atlas, 1993. P 11-41




AULA 8

Organização: dimensões e focos : Teoria Institucional

  1. TOLBERT, Pamela S.; ZUCKER, Lynne. A Institucionalização da Teoria Institucional. Tradução Humberto Falcão Martins e Regina Cardoso. In: CALDAS, Miguel; FACHIN, Roberto; FISCHER, Tânia (Org.). Handbook de Estudos Organizacionais. 1. ed. São Paulo: Atlas, 1999. v. 1, Modelos de análise e novas questões em estudos organizacionais, p. 197 - 219.

  2. VIEIRA, Marcelo Milano Falcão; CARVALHO, Cristina Amélia. Introdução- sobre organizações, instituições e poder. In: VIEIRA, Marcelo Milano falcão; CARVALHO, Cristina Amélia. Organizações, instituições e poder no Brasil( orgs). Rio de Janeiro : Editora Fundação Getúlio Vargas, 2000. P. 11-27

  3. FACHIN, Roberto C.; MENDONÇA, J.Ricardo C. Selznick: uma visão da vida e da obra do precursor da perspectiva institucional na teoria institucional.In: VIEIRA, Marcelo Milano falcão; CARVALHO, Cristina Amélia. Organizações, instituições e poder no Brasil( orgs). Rio de Janeiro : Editora Fundação Getúlio Vargas, 2000. P.29-45

  4. CARVALHO, Cristina Amélia Pereira; VIEIRA, Marcelo Milano Falcão; LOPES, Fernando Dias. Contribuições da perspectiva institucional para análise das organizações. In: ENANPAD.ARQUIVO MAGNÉTICO

  5. DiMaggio, P. e Powell, W., ‘’A gaiola de ferro revisitada: isomorfismo institucional e racionalidade coletiva nos campos organizacionais. In: CALDAS, Miguel P.; BERTERO, Carlos O. Teoria das Organizações: Série RAE. Clássicos. São Paulo: Atlas. 2007, pp. 235-25




AULA 9

Epistemologia – Discussão dos artigos



  1. JAPIASSU, Hilton. Introdução ao Pensamento Epistemológico. 7. ed. rev. ampl. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1992

  2. HESSEN, Johannes. Teoria do Conhecimento. Tradução António Correia. 8. ed. Coimbra, Portugal: Arménio Amado, 1987

  3. CHEVERRIA, Diego Gonzales; GOMES, Fernando Cesar Russo. Relação entre observador e realidade nos paradigmas positivista, interpretativista e complexo: e aí juiz, foi ou não foi pênalti? In: III colóquio Internacional de Epistemologia e Sociologia da Administração. Florianópolis, Março, 2013

  4. CAVALCANTI , Maria Fernanda Rios, ALCADIPANI, Rafael. Ontologia, Epistemologia e Estudos Organizacionais Críticos: a contribuição de Deleuze para uma crítica organizacional pós-estruturalista. In: XXXIV Encontro da ANPAD, 2010

  5. CHEVERRIA, Diego Gonzales; GOMES, Fernando Cesar Russo. Relação entre observador e realidade nos paradigmas positivista, interpretativista e complexo: e aí juiz, foi ou não foi pênalti? In: III colóquio Internacional de Epistemologia e Sociologia da Administração. Florianópolis, Março, 2013



  1. PAES, Ketlle Duarte ; DELLAGNELO, Eloise Helena do Livramento. Sujeito pleno, morte do sujeito ou sujeito-falta-a-ser? A problemática do sujeito na epistemologia Lacaniana e sua implicação para os estudos organizacionais. In XXXVII Encontro da ANPAD, 2013.




AULA 10

A sociologia de Pierre Bourdieu



  1. THIRY-CHERQUES, Hermano Roberto. Pierre Bourdieu: Teoria e Prática. Revista de Administração Pública 40 (1):27-55, jan./Fev. 2006

  2. BONNEWITZ, Patrice. Pierre Bourdieu: vie, oeuvre, concepts. Paris : Ellipses, 2002.

  3. BORDIEU, Pierre. Esboço de uma teoria da Prática. In: ORTIZ, Renato. Pierre Bourdieu:sociologia. São Paulo : Ática, 1983, p. 46-81

  4. ORTIZ, Renato. À procura de uma sociologia da prática. In: ORTIZ, rRenato. Pierre Bourdieu:sociologia. São Paulo : Ática, 1983, p. 7-37

  5. BOURDIEU, Pierre. Coisas ditas. São Paulo : Brasiliense, 2004.

  6. BOURDIEU, Pierre. A economia das trocas simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 1987

  7. __________. Razões Práticas: sobre a teoria da ação. Campinas : Papirus, 1996

  8. __________. Meditações Pascalinas. Rio de Janeiro : Bertrand Brasil, 2001

  9. __________. Questões de sociologia. Lisboa : Fim de Século, 2003

  10. MISOCZKY, Maria Ceci A. Implicações do uso das formulações sobre campo de poder e ação de Bourdieu nos estudos organizacionais. Revista de Administração Contemporânea. Edição Especial, 2003, p. 9-30




AULA 11

A sociologia de Max Weber



  1. FARIA, José Henrique. Weber e a sociologia das organizações. Revista de Administração. V.18, n.2. abr./jun., 1983, pp.23-29

  2. GERTH, H. H.; WRIGHT MILLS, C. Ensaios de sociologia. Rio de Janeiro: Zahar, 1974a.

  3. MOARES, Lúcio Flávio Renault de; FILHO, Antonio Del Maestro; DIAS, Devanir Vieira. O Paradigma Weberiano da Ação Social: um Ensaio sobre a Compreensão do Sentido, a Criação de Tipos Ideais e suas Aplicações na Teoria Organizacional. RAC, v. 7, n. 2, Abr./Jun. 2003: 57-71

  4. COHN, Gabriel. Crítica e resignação: Max Weber e a teoria social. São Paulo: Martins Fontes, 2003. p. 229.

  5. WEBER, Max. Economia e sociedade. Revisão técnica de Gabriel Cohn. Brasília: Ed. UNB, 1999.

  6. THIRY-CHERQUES, Hermano Roberto. Max Weber: o processo de racionalização e o desencantamento do trabalho nas organizações contemporâneas. rap — Rio de Janeiro 43(4):897-918, JUL./AGO. 2009




AULA 12

Encerramento – Avaliação Final



Bibliografia Básica:
BURREL, Gibson; MORGAN, Gareth. Sociological paradigms and organizational analysis: elements of the sociology of corporate life. London : Ashgate, 2008

CALDAS, Miguel; BERTERO, Carlos Osmar(Coords). Teoria das Organizações. Série RAE-Clássicos. São Paulo : Atlas, 2007.

CLEGG, Stewart R.; HARDY, Cynthia; NORD, Walter R. Handbook de Estudos Organizacionais. 1. Ed. São Paulo: Atlas, 1999. V. 1, 2,3

MORGAN, Gareth. Imagens da organização. São Paulo : atlas, 1996.

WAHRLICH, Beatriz M. de Sousa. Uma Análise das Teorias de Organização. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1986.

Bibliografia Complementar:
AHLSTRAND, Bruce; LAMPEL, Joseph; MINTZBERG, Henry. Safari de Estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégico. Tradução Nivaldo Montigelli Jr. Porto Alegre: Bookman, 2000.

AKTOUF, Omar. A Administração entre a Tradição e a Renovação. Tradução Antonio José Cunha et al. São Paulo: Atlas, 1996. Título original: Le management entre tradition et renouvellement. Organização, adaptação e revisão da edição brasileira: Roberto C. Fachin e Tânia Fischer.

ALVESSON, Mats; DEETZ, Stanley. Teoria Crítica e Abordagens Pós-modernas para Estudos Organizacionais. Tradução Marcos Amatucci e Ilan Avrichir. In: CALDAS, Miguel; FACHIN, Roberto; FISCHER, Tânia (Org.). Handbook de Estudos Organizacionais. 1. ed. São Paulo: Atlas, 1999. v. 1, Modelos de análise e novas questões em estudos organizacionais, p. 227 - 266.

BASTOS, Antonio Virgílio Bittencourt (et al.) Conceito e Perspectivas de Estudo das Organizações. In: BASTOS, Antonio Virgílio Bittencourt; BORGES-ANDRADE, José Eduardo; ZANELLI, José Carlos (Org.) Psicologia, Organizações e Trabalho no Brasil. São Paulo: Artmed, 2004. p. 63 – 90.

BASTOS, Antonio Virgílio Bittencourt (et al.). Dimensões Básicas de Análise das Organizações. In: BASTOS, Antonio Virgílio Bittencourt; BORGES-ANDRADE, José Eduardo; ZANELLI, José Carlos (Org.) Psicologia, Organizações e Trabalho no Brasil. São Paulo: Artmed, 2004. p. 91 – 141.

BASTOS, Antônio Virgílio Bittencourt. Cognição e Ação nas Organizações. In: DAVEL, Eduardo; VERGARA, Sylvia Constant (Org.) Gestão com Pessoas e Subjetividade. São Paulo: Atlas, 2001a. p. 81 - 114.

BASTOS, Antônio Virgílio Bittencourt. Mapas Cognitivos: Ferramentas de Pesquisa e Intervenção em Processos Organizacionais. In: ENEO, Encontro Anual de Estudos Organizacionais, 1., 2001, Curitiba. Anais eletrônicos... Curitiba: ENEO/ANPAD, 2001b.

BASTOS, Antônio Virgílio Bittencourt. Organização e Cognição como Campo de Estudo: explorando a relação indivíduo-organização em uma perspectiva cognitivista. In: ENANPAD, Encontro Anual da Associação Nacional dos Programas de Pós-graduação em Administração, 24., 2000, Florianópolis. Anais eletrônicos... Florianópolis: ANPAD, 2000.

BASTOS, Antonio Virgílio Bittencourt; BORGES-ANDRADE, José Eduardo; ZANELLI, José Carlos (Org.) Psicologia, Organizações e Trabalho no Brasil. São Paulo: Artmed, 2004.

BERTERO, Carlos Osmar; CALDAS, Miguel P.; WOOD JR., Thomaz. Produção Científica em Administração de Empresas: provocações, insinuações e contribuições para um debate local. In: ENANPAD, Encontro Anual da Associação Nacional dos Programas de Pós-graduação em Administração, 22., 1998, Foz do Iguaçú. Anais eletrônicos... Foz do Iguaçú: ANPAD, 1998.

BOUBON, R.; BOURRICAUD, F. Dicionário crítico de sociologia. São Paulo: Ática, 1993.

BRINTON, Mary C; NEE, Victor. The new institutionalism in sociology. California: Stanford University Press, 2001

BRYMAN, Alan. Leadership in Organizations. In: CLEGG, Stewart R.; HARDY, Cynthia; NORD, Walter R (Org.). Handbook of Organization Studies. 1st ed. London: SAGE, 1996. p. 276 - 292.

CALDAS, Miguel P.; MOTTA, Fernando C. Prestes (Org.) Cultura Organizacional e Cultura Brasileira. São Paulo: Atlas, 1997.

CARRIERI, A. P.; RODRIGUES, S. B. A Tradição Anglo-Saxônica nos Estudos Organizacionais Brasileiros. In: CUNHA, Miguel P.; RODRIGUES, Suzana Braga (Org.). Estudos Organizacionais: novas perspectivas na administração de empresas: uma coletânea luso-brasileira. São Paulo: Iglu, 2000. p. 21 - 42.

CARRIERI, Alexandre de Pádua; SARAIVA, Luiz Alex Silva(orgs). Simbolismo organizacional no Brasil. São Paulo: Atlas, 2007.

CARRIERI, Alexandre de Pádua; SARAIVA, Luiz Alex Silva; ENOQUE, Alessandro Gomes; GANDOLFI, Peterson Elizanro (Orgs). Identidade nas Organizações. Curitiba: Juruá, 2010

CARVALHO, C. A. P. ; VIEIRA, M. M. F. ; LOPES, Fernando Dias . Contribuições da Perspectiva Institucional para Análise das Organizações.. In: Anais do XX III Encontro Anual da Associação Nacional de Programas de Pós-Graduação em Administração (ANPAD), 1999, Foz do Iguaçu, PR. Anais do 23º ENANPAD. Porto Alegre: Scan - Editoração e Produção Gráfica, 1999. v. 1. p. 1-15.

CASTELLS, Manuel. A empresa em rede: a cultura, as instituições e as organizações da economia informacional. In: _______ A Sociedade em Rede. v. 1, A Era da Informação: economia, sociedade e cultura. Tradução Roneide Venancio Majer. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1993. (Coleção Pensamento Crítico, v. 48). Título original: The Rise of the Network Society. p. 173 - 221.

CASTELLS, Manuel. A Sociedade em Rede. v. 1, A Era da Informação: economia, sociedade e cultura. Tradução Roneide Venancio Majer. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1993. (Coleção Pensamento Crítico, v. 48). Título original: The Rise of the Network Society.

CHANLAT, Jean-François. Por uma Antropologia da Condição Humana nas Organizações. In: TORRES, Ofélia de Lanna Sett (Org.) O Indivíduo na Organização. Tradução Ofélia de Lanna Sett Torres et al. São Paulo: Atlas, 1992. p. 21 - 45.

CHANLAT, Jean-François. Por uma Antropologia da Condição Humana nas Organizações. In: TORRES, Ofélia de Lanna Sett (Org.) O Indivíduo na Organização. Tradução Ofélia de Lanna Sett Torres et al. São Paulo: Atlas, 1992. p. 21 - 45.

CHANLAT, Jean-François; FACHIN, Roberto; FISCHER, Tânia(orgs). Análise das organizações: perspectivas latinas: Poder, cultura, subjetividade e vida simbólica. V.2. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2007

CHANLAT, Jean-François; FACHIN, Roberto; FISCHER, Tânia(orgs). Análise das organizações : perspectivas latinas: olhar histórico e constatações atuais. V.1. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2006

CLEGG, Stewart R.; HARDY, Cynthia. Alguns Ousam Chamá-lo de Poder. In: CALDAS, Miguel; FACHIN, Roberto; FISCHER, Tânia (Org.). Handbook de Estudos Organizacionais. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2001. v. 2, Reflexões e novas direções, p. 260 -289. Título original: Some Dare Call It Power.

CLEGG, Stewart R.; HARDY, Cynthia; NORD, Walter R (Org.). Handbook of Organization Studies. 1st ed. London: SAGE, 1996.

COX Jr., Taylor; NKOMO, Stella M. Diversidade e Identidades nas Organizações. Tradução Ailton Bomfim Brandão. In: CALDAS, Miguel; FACHIN, Roberto; FISCHER, Tânia (Org.). Handbook de Estudos Organizacionais. 1. ed. São Paulo: Atlas, 1999. v. 1, Modelos de análise e novas questões em estudos organizacionais, p. 334 - 360. Título original: Diverse Identities in Organizations.

D’IRIBARNE, Philippe. La logique de l’honneur: gestion des entreprises et traditions nationales. Paris : Éditions du Seuil, 1989

D’IRIBARNE, Philippe. Vous serez tous des maîtres : la grande illusion des temps moderns. Paris : Éditions du Seuil, 1996

DAVEL, Eduardo; DUPUIS, Jean-Pierr; CHANLAT, Jean-François. Gestion en contexte interculturel : approches, problématiques, pratiques et plongées. Montréal : Les Presses de l’Université Laval, 2008.

DEMERS, Christiane. Organizational change theories: a synthesis. Los Angeles: SAGE Publications, 2007

DONALDSON, Lex. Teoria da Contingência Estrutural. Tradução Marcos. In: CALDAS, Miguel; FACHIN, Roberto; FISCHER, Tânia (Org.). Handbook de Estudos Organizacionais. 1. ed. São Paulo: Atlas, 1999. v. 1, Modelos de análise e novas questões em estudos organizacionais, p. 105 - 133. Título original: The Normal Science of Structural Theory.

DUARTE, Roberto Gonzalez. Participação Acionária e Mudanças Organizacionais: um estudo de caso em uma empresa ferroviária. In: RODRIGUES, Suzana Braga (Org.). Competitividade, alianças estratégicas e gerência internacional. São Paulo: Atlas, 1999. p. 207 – 229.

ETZIONI, Amitai. Organizações Modernas. Tradução Miriam L. Moreira Leite. São Paulo: Pioneira, 1989. Título original: Modern Organizations.

FACHIN, Roberto; RODRIGUES, Suzana Braga. Nota Técnica: Teorizando sobre Organizações – vaidades ou pontos de vista? In: CALDAS, Miguel; FACHIN, Roberto; FISCHER, Tânia (Org.). Handbook de Estudos Organizacionais. 1. ed. São Paulo: Atlas, 1999. v. 1, Modelos de análise e novas questões em estudos organizacionais, p. 99 - 104. Sobre artigo de Reed (1999)

FARIA, José Henrique de. Poder e relações de poder nas organizações. In: VIEIRA, Marcelo Milano Falcão; CARVALHO, Cristina Amélia. Organizações, instituições e poder no Brasil. Rio de Janeiro : Editora FGV, 2003.

FARIA, José Henrique(org). Análise e crítica das teorias e práticas organizacionais. São Paulo: Atlas, 2007

FISCHER, Rosa Maria. Nota Técnica: De Volta ao Círculo do Poder. In: CALDAS, Miguel; FACHIN, Roberto; FISCHER, Tânia (Org.). Handbook de Estudos Organizacionais. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2001. v. 2, Reflexões e novas direções, p. 290 - 291. Sobre artigo de Clegg e Hardy (2001).

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