Vi simpósio da associaçÃo brasileira de história das religiões (abhr) história das religiõES: desafios, problemas e avanços teóricos, metodológicos e historiográficos


Judaísmo e Patrística I – sala 210



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Judaísmo e Patrística I – sala 210

A INQUISIÇÃO NO BRASIL E AS MULHERES JUDAIZANTES: RESISTÊNCIA CRIPTOJUDAICA E RABINATO FEMININO NO NORDESTE COLONIAL (SÉCS. XVI-XVII) – Angelo Adriano Faria de Assis


KAHAL KADOSH ZUR ISRAEL E AS ASKAMOTS: A NORMATIZAÇÃO DA PRIMEIRA COMUNIDADE JUDAICA DAS AMÉRICAS – Frank dos Santos Ramos
A TEORIA E PRÁTICA DA LEI DO TALIÃO NAS SOCIEDADES ANTIGAS – Ivan Esperança Rocha
O IDEAL ANACORÉTICO: FONTES E MODELOS PARA A VITA SANCTI FRUCTUOSI – Ronaldo Amaral

Mulheres e Religião – sala 212
O LADO AVESSO DO SUJEITO – Adroaldo José Silva Almeida
IGREJA, MULHER E MODERNIDADE (BELÉM DÉCADA DE 1940) – Liliane do Socorro Cavalcante Goudinho
HÁTHOR: A DEUSA DE MÚLTIPLAS FORMAS – Poliane Vasconi dos Santos
PERIÓDICOS FEMINISTAS: A RELIGIÃO COMO OBJETO DOS ESTUDOS DE GÊNERO – Sandra Duarte de Souza
PÉROLAS NEGRAS: MULHERES E RELIGIOSIDADE EM VILA BELA, 1970-2000 – Silviane Ramos Lopes da Silva
O CRISTIANISMO PRIMITIVO E A LIDERANÇA FEMININA: O CASO DE MARIA MADALENA – Tatiana Kiyomi Moriya

Carismáticos – sala 214
RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA: SUA HISTÓRIA NA DIOCESE DE FRANCA – André Magalhães Medeiros
A EXPANSÃO DO MOVIMENTO CATÓLICO CARISMÁTICO NO BRASIL – Igor Marlon Sales
RENOVAÇÃO CARISMÁTICA EM ARAGUARI: SUAS PRÁTICAS E O PODER NAS DÉCADAS DE 80 E 90 – Manoel Messias de Carvalho

Religião e Modernidade II – sala 218
ABORDAGENS E PERSPECTIVAS DAS ENCÍCLICAS NA ANÁLISE DA IGREJA CATÓLICA – Alethéia Renata de Andrade
ENTRE O VERDADEIRO E O MODERNO: UMA ANÁLISE PRELIMINAR DO PROGRAMA DE AÇÃO DA CONFEDERAÇÃO CATÓLICA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO (DÉCADA DE 1930) – Carlos Wellington Martins de Melo
INQUISIÇÃO E HERESIA: A IDENTIFICAÇÃO ATRAVÉS DOS SÍMBOLOS – Wendell Pereira de Castro


Coffee BreaK – 15:30h às 16h - Salão Nobre



Mini-Cursos – 16 às 18 h

Mini-Curso I – As religiões e seu papel frente ao direito internacional e às relações internacionais – sala 52


Prof. Dr. Alexandre Ratner Rochman (UNESP-Franca)

Mini-Curso II – As tradições religiosas no Brasil – sala 56


Profª. Mabel Salgado Pereira (CES/ITASA)


Evento Cultural – 19h – Salão Nobre

Palestra: 20h – Salão Nobre
Tema: Islamismo com o Profª. Drª. Neuza Neif Habhan




  1. RESUMOS

Carismáticos


RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA EM ARAGUARI: SUA PRÁTICAS COM A POLÍTICA E O PODER NAS DÉCADAS DE 80 E 90. Manoel Messias de Carvalho, Terezinha Maria Duarte Mendes – Universidade Federal de Goiás, Campus Avançado de Catalão, NIESC.
RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA: SUA HISTÓRIA NA DIOCESE DE FRANCA. André Magalhães Medeiros, Ivan A. Manoel – História – Departamento de História.

A Renovação Carismática Católica (RCC) é um movimento que ocorre dentro da Igreja Católica Apostólica Romana desde os fins da década de 60. Iniciou-se nos Estados Unidos da América (EUA) na cidade de Pittsburgh, estado da Pensilvânia, na Universidade Católica de Duquesne. No Brasil, sua chegada gera algumas discussões em relação às datas de chegada, mas o que se pode afirmar categoricamente é que teve seu primeiro grupo de oração, forma de reunião dos fiéis que é característica do movimento até hoje, fundado e formado na cidade de Campinas, interior do estado de São Paulo. Tal grupo de oração foi fundado por dois jovens padres jesuítas (Haroldo Rham e Eduardo Dougherty) vindos dos EUA. A partir da cidade de Campinas a RCC espalhou-se para outras cidades do estado e para outros estados, sendo principalmente os estados fronteiriços os atingidos primeiramente. Nesta onda de expansão do movimento, emanada da cidade de Campinas, as cidades paulistas, sedes de bispados também foram atingidas, inclusive a cidade de Franca. A partir da chegada da RCC em Franca é que nosso trabalho começa, fazendo levantamentos de atas, minutas, documentos oficiais, depoimentos de dirigentes prós e contras a RCC e de fiéis que participam do movimento, com o objetivo de elucidar mais um capítulo da história deste movimento que tanto cresce no Brasil. Existe um fato que nos motiva a fazer estes estudos na cidade de Franca, ou seja, existência na diocese de Franca, de paróquias que não adotam o movimento (RCC), pois priorizam pelo crescimento de outros grupos, como exemplo o Movimento Neo-Catecumenal.


Bolsa: Cnpq/Pibic



A EXPANSÃO DO MOVIMENTO CATÓLICO CARISMÁTICO NO BRASIL. Igor Marlon Sales, Ivan Aparecido Manoel - História - Departamento de História.

A Renovação Carismática Católica (RCC), movimento nascido nos Estados Unidos, chegou ao Brasil em 1969. A partir de Campinas, interior de São Paulo, a RCC, que prega um reavivamento espiritual pelo batismo no Espírito Santo entre os católicos, espalhou-se para as demais regiões brasileiras e se propagou inicialmente sob a forma de difusão espontânea, e posteriormente a partir da mídia eletrônica, além de possuir uma forte estrutura organizada para o seu crescimento chamada de Ofensiva Nacional. O objetivo geral deste trabalho foi descrever e analisar as origens históricas da RCC, seu desenvolvimento e expansão no Brasil e o seu atual perfil como instituição, utilizando para isso fontes impressas como livros, revistas, jornais e folhetos produzidos por órgãos do próprio movimento, através das quais pudemos perceber as características que levaram à expansão do movimento no país. Também estudamos o caso da Diocese de Barretos, no interior paulista, utilizando fontes locais e entrevistas, visando observar características particulares regionais que o movimento pudesse apresentar em relação ao Brasil como um todo. Percebemos que conforme os bispos e padres aderiam ou simpatizavam, o movimento se expandia e propagava-se com maior êxito. A presença da RCC na Igreja Católica no Brasil freou consideravelmente nos últimos anos o avanço das igrejas evangélicas que vinham ganhando muitos adeptos oriundos do catolicismo. Resta-nos descobrir se o movimento continuará crescendo ou perderá seu entusiasmo e não será mais a novidade desejada pelos católicos que à RCC aderiram.


Conflitos e diálogos inter-religiosos


PRESENÇA RELIGIOSA EM BATATAIS: UM MAPEAMENTO. Claudete Basaglia, Profª Drª Célia Reily Rocha, Nainôra Barbosa de Freitas

O texto propõe um estudo da presença religiosa Batatais, cidade do interior de São Paulo, que conta com 51.112 habitantes, tradicionalmente católica, com colégios confessionais masculinos e femininos, presença de irmandades laicas, festas religiosas como a coroação de Maria, festa do Bom Jesus, entre outras, e festas sacras que se prolongaram em festas profanas como a de São Genaro e folia de reis. A possibilidade de pesquisa e estudos decorre das constatações apresentadas pelo Censo 2000. Nas últimas décadas do século XX, a arquitetura da cidade que apresentava a Igreja Matriz instalada na praça central, reconhecida pela população como praça da Matriz, numa referência ao templo católico e nas praças dos bairros, contou com o aparecimento de novas organizações religiosas, bem como adquiriram visibilidade grupos religiosos que se situavam na periferia ou de forma obscura no centro da cidade (pentecostalismo, seicho nô-iê, umbanda, espiritismo, etc.). Levando em conta estas considerações, com o intuito de aproximações e reconhecimento desta realidade de mudanças e de como este processo foi se constituindo historicamente propõe-se, num primeiro momento, um mapeamento das instituições religiosas presentes na cidade como informação preliminar. Acredita-se que, uma vez obtidos, estes dados iniciais permitirão, num segundo momento, tanto a ampliação quanto o aprofundamento de um estudo de instituições específicas que apresentem maior significação ou interesse.


NOTAS SOBRE A ESPECIFICIDADE DO CRISTIANISMO NA ESPANHA, NO PRIMEIRO MILÊNIO. Ivan Antônio de Almeida, Departamento de História, Universidade Federal de Ouro Preto.

Na história do cristianismo alguns momentos são destacados, outros, nem tanto. É o caso da história do cristianismo na Espanha. Florescente desde os primeiros séculos toma uma forma particular que é preservada da reforma unificadora de Gregório VII, pela invasão muçulmana do século VIII.

A presença do Islã na Espanha coincide com o apogeu de sua cultura que, no entanto, não faz desaparecer o cristianismo. A convivência e o rico intercâmbio entre as três religiões monoteístas, o judaísmo, o cristianismo e o islamismo é uma das referências mais marcantes deste período.

A cultura moçárabe é fruto desta convivência cultural e marcará a especificidade do cristianismo na Espanha deste período.


OS PRIMEIROS CRISTÃOS REFORMADOS NO BRASIL: COMPARAÇÕES ENTRE A “FRANÇA ANTÁRTICA” E A “NOVA HOLANDA”. João Henrique dos Santos – Departamento de História – Universidade Gama Filho – Mestrando em História – UFRJ.

A presente comunicação visa a estabelecer uma comparação entre os dois registros iniciais de cristãos reformados no Brasil: os franceses, comandados pelo almirante Nicolas Durand de Villegaignon, no Rio de Janeiro, de 1565 a 1567, no projeto da chamada “França Antártica”, e os holandeses no Nordeste do Brasil, integrados ao projeto da construção da “Nova Holanda”, da Companhia das Índias Ocidentais, entre 1630 e 1654.

A quebra da hegemonia do iberismo no continente americano – vale dizer, da sujeição aos Reis de Portugal e da Espanha; da sujeição ao Vaticano e de uma forma bastante peculiar de estabelecer as teias das relações culturais e sociais – é digna de análise mais acurada, especialmente no caso dos calvinistas no Nordeste que, no período em que se estabeleceram no Brasil, organizaram seu presbitério em um Sínodo e tinham objetivos bastante claros nos aspectos comercial, religioso, social e político, ao passo que o mesmo não se deu com os franceses.

Deve ser destacado que a definição da identidade se deu particularmente pela afirmação da alteridade religiosa, havendo, contudo, em razão de interesses comerciais, atitudes diversas no trato com o inimigo: enquanto que os franceses buscaram garantir a posse do território conquistado mantendo permanente beligerância contra os portugueses, os holandeses, visando a maximizar os lucros da Companhia das Índias, empenharam-se menos em combater os brasileiros e luso-espanhóis (católicos romanos e judeus), garantindo que seus engenhos pudessem funcionar, propiciando os resultados que a Companhia desejava.

Os holandeses asseguraram, dentro dos limites impostos pelo Sínodo da Igreja Cristã Reformada, liberdade de culto aos católicos romanos e aos judeus, o que não ocorreu na “França Antártica”.
A DOMINUS IESUS E O ECUMENISMO CONCILIAR DO VATICANO II. Juliano Alves Dias, Ivan Aparecido Manoel – História – Departamento de História.

Busca-se por esse trabalho analisar a declaração Dominus Iesus, que trata da relação ecumênica entre a Igreja Católica e as demais religiões, mediante comparação com as decisões do Concílio Ecumênico Vaticano II (1962-1965), ponto fulcral para o estudo do catolicismo hodierno. Inúmeras críticas recaíram sobre o documento e o cardeal Ratzinger, seu autor, na ocasião em que a declaração foi ratificada pelo atual pontífice no ano de 2000. Tanto a declaração, como o papa e o cardeal foram acusados de serem infiéis ao espírito conciliar do Vaticano II. Usa-se neste trabalho o estudo analítico da declaração Dominus Iesus frente aos documentos conciliares, frutos dos trabalhos desenvolvidos pelos bispos em assembléia quando trataram do posicionamento da Igreja de Roma em relação às demais religiões. Pretende-se, então, por este estudo demonstrar se há disparidade entre as propostas feitas pela Igreja, na década de sessenta, sobre o relacionamento inter-religioso e o atual posicionamento da cúpula da hierarquia católica, bem como entender o que é o ecumenismo para o catolicismo romano e como é o seu funcionamento. Portanto, através da análise comparativa entre a Dominus Iesus e os documentos do Vaticano II, busca-se atingir o conceito de ecumenismo seguido pela Igreja Católica Apostólica Romana desde sua proposição no Concílio até o pronunciamento oficial, feito através da declaração estudada.





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