Vita consecrata do santo padre



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A Igreja inteira encontra nas suas mãos este grande dom e, numa atitude de gratidão, dedica-se a promovê-lo com o seu apreço, a oração, o convite explícito a acolhê-lo. É importante que Bispos, presbíteros e diáconos, convencidos da excelência evangélica deste género de vida, trabalhem para descobrir e amparar os gérmens de vocação, com a pregação, o discernimento e um sábio acompanhamento espiritual. A todos os fiéis, pede-se uma oração constante pelas pessoas consagradas, para que o seu fervor e a sua capacidade de amar aumentem continuamente, contribuindo para difundir, na sociedade actual, o bom perfume de Cristo (cf. 2 Cor 2,15). Toda a Comunidade cristã — pastores, leigos e pessoas consagradas — é responsável pela vida consagrada, pelo acolhimento e amparo prestado às novas vocações (257).

À juventude

106. A vós, jovens, digo: se sentirdes o chamamento do Senhor, não o recuseis! Entrai, antes, corajosamente nas grandes correntes de santidade, que foram iniciadas por santas e santos insignes no seguimento de Cristo. Cultivai os anseios típicos da vossa idade, mas aderi prontamente ao projecto de Deus sobre vós, se Ele vos convida a procurar a santidade na vida consagrada. Admirai todas as obras de Deus no mundo, mas sabei fixar o olhar sobre aquelas realidades que jamais terão ocaso.

O terceiro milénio aguarda a contribuição da fé e da inventiva de uma multidão de jovens consagrados, para que o mundo se torne mais sereno e capaz de acolher a Deus e, n'Ele, todos os seus filhos e filhas.

Às famílias

107. Dirijo-me a vós, famílias cristãs. Vós, pais, dai graças a Deus, se Ele chamou algum dos vossos filhos à vida consagrada. Deve ser considerada — como sempre o foi — uma grande honra que o Senhor pouse o olhar sobre uma família e escolha algum dos seus membros, convidando-o a abraçar o caminho dos conselhos evangélicos! Cultivai o desejo de dar ao Senhor algum dos vossos filhos para o crescimento do amor de Deus no mundo. Que fruto do amor conjugal poderia ser mais belo do que este?

Importa recordar que, se os pais não vivem os valores evangélicos, dificilmente o jovem e a jovem poderão perceber o chamamento, compreender a necessidade dos sacrifícios a enfrentar, apreciar a beleza da meta a atingir. De facto, é na família que os jovens fazem as primeiras experiências dos valores evangélicos, do amor que se dá a Deus e aos outros. Também é necessário que eles sejam educados para o uso responsável da sua liberdade, para estarem dispostos a viver, segundo a própria vocação, das mais altas realidades espirituais.

Rezo por vós, famílias cristãs, para que, unidas ao Senhor pela oração e pela vida sacramental, sejais fecundos viveiros de vocações.

Aos homens e mulheres de boa vontade

108. A todos os homens e mulheres que quiserem ouvir a minha voz, desejo fazer chegar o convite a procurarem os caminhos que conduzem ao Deus vivo e verdadeiro, mesmo nos itinerários traçados pela vida consagrada. As pessoas consagradas testemunham que « aquele que segue Cristo, o homem perfeito, torna-se mais homem » (258). Quantas delas se debruçaram, e continuam a fazê-lo, como bons samaritanos, sobre as inúmeras feridas dos irmãos e irmãs que encontram pela sua estrada!

Olhai para estas pessoas fascinadas por Cristo, que, no seu autodomínio sustentado pela graça e pelo amor de Deus, apontam o remédio contra a avidez do ter, do prazer, e do poder. Não esqueçais os carismas que plasmaram maravilhosos « perscrutadores de Deus » e benfeitores da humanidade, que abriram caminhos seguros para quantos procuram Deus de coração sincero. Considerai o grande número de santos criados neste género de vida, considerai o bem feito ao mundo, ontem e hoje, por quem se dedicou a Deus! Porventura este nosso mundo não tem necessidade de radiosas testemunhas e verdadeiros profetas da força benfazeja do Amor de Deus? Não tem ele necessidade também de homens e mulheres que, com a sua vida e a sua acção, saibam espalhar sementes de paz e de fraternidade? (259).

Às pessoas consagradas

109. Mas é sobretudo a vós, mulheres e homens consagrados, que no final desta Exortação dirijo o meu apelo confiante: vivei plenamente a vossa dedicação a Deus, para não deixar faltar a este mundo um raio da beleza divina que ilumine o caminho da existência humana. Os cristãos, imersos nas lides e preocupações deste mundo mas chamados eles também à santidade, têm necessidade de encontrar em vós corações puros que, na fé, « vêem » a Deus, pessoas dóceis à acção do Espírito Santo que caminham diligentes na fidelidade ao carisma da sua vocação e missão.

Como bem sabeis, abraçastes um caminho de conversão contínua, de dedicação exclusiva ao amor de Deus e dos irmãos, para testemunhar de modo cada vez mais esplendoroso a graça que transfigura a existência cristã. O mundo e a Igreja procuram autênticas testemunhas de Cristo. E a vida consagrada é um dom oferecido por Deus para que seja colocada à vista de todos a « única coisa necessária » (cf. Lc 10,42). Dar testemunho de Cristo com a vida, com as obras e com as palavras, é missão peculiar da vida consagrada na Igreja e no mundo.

Vós sabeis em quem pusestes a vossa confiança (cf. 2 Tm 1,12): dai-Lhe tudo! Os jovens não se deixam enganar: quando vêm ter convosco, querem ver aquilo que não vêem em mais parte nenhuma. Tendes uma responsabilidade imensa no que diz respeito ao amanhã: especialmente os jovens consagrados, testemunhando a sua consagração, podem induzir os da sua idade à renovação da própria vida (260). O amor apaixonado por Jesus Cristo é uma atracção poderosa sobre os outros jovens, que Ele, na sua bondade, chama a segui-Lo de perto e para sempre. Os nossos contemporâneos querem ver, nas pessoas consagradas, a alegria que brota do facto de estar com o Senhor.

Pessoas consagradas, idosas e jovens, vivei a fidelidade ao vosso compromisso com Deus, na mútua edificação e apoio recíproco. Não obstante as dificuldades que às vezes pudésseis ter encontrado e a diminuição do apreço pela vida consagrada em certa opinião pública, vós tendes a tarefa de convidar novamente os homens e mulheres do nosso tempo a olharem para o alto, a não se deixarem submergir pelas coisas de cada dia, mas a deixarem-se fascinar por Deus e pelo Evangelho do seu Filho. Não esqueçais que vós, de modo muito particular, podeis e deveis dizer não só que sois de Cristo, mas que « vos tornastes Cristo » (261).

Olhar para o futuro

110. Vós não tendes apenas uma história gloriosa para recordar e narrar, mas uma grande história a construir! Olhai o futuro, para o qual vos projecta o Espírito a fim de realizar convosco ainda grandes coisas.

Fazei da vossa vida uma ardente expectativa de Cristo, indo ao encontro d'Ele como virgens prudentes que vão ao encontro do Esposo. Permanecei sempre disponíveis, fiéis a Cristo, à Igreja, ao vosso Instituto e ao homem do nosso tempo (262). Deste modo, sereis renovados por Ele, dia após dia, para construir com o seu Espírito comunidades fraternas, para com Ele lavar os pés aos pobres e dar a vossa insubstituível contribuição para a transfiguração do mundo.

Este nosso mundo confiado às mãos do homem, enquanto vai entrando no novo milénio, possa tornar-se cada vez mais humano e justo, sinal e antecipação do mundo futuro, onde Ele, o Senhor humilde e glorioso, pobre e triunfante, será a alegria plena e duradoura para nós e para os nossos irmãos e irmãs, com o Pai e o Espírito Santo.

Oração à Trindade

111. Santíssima Trindade, beata e beatificante, tornai felizes os vossos filhos e filhas que chamastes para confessarem a grandeza do vosso amor, da vossa bondade misericordiosa e da vossa beleza.

Pai Santo, santificai os filhos e filhas que se consagraram a Vós, para a glória do vosso nome. Acompanhai-os com o vosso poder, para que possam testemunhar que Vós sois a Origem de tudo, a única fonte do amor e da liberdade. Agradecemo-Vos o dom da vida consagrada, que na fé Vos procura e, na sua missão universal, convida a todos a caminharem para Vós.

Jesus Salvador, Verbo Encarnado, tendo entregue a vossa forma de vida àqueles que chamastes, continuai a atrair para Vós pessoas que sejam, para a humanidade do nosso tempo, depositárias de misericórdia, prenúncio do vosso regresso, sinal vivo dos bens da ressurreição futura. Que nenhuma tribulação os separe de Vós e do vosso amor!

Espírito Santo, Amor derramado nos corações, que concedeis graça e inspiração à mente, Fonte perene de vida, que levais a cabo a missão de Cristo com os numerosos carismas, nós Vos pedimos por todas as pessoas consagradas. Enchei o seu coração com a certeza íntima de terem sido escolhidas para amar, louvar e servir. Fazei-lhes saborear a vossa amizade, cumulai-as da vossa alegria e do vosso conforto, ajudai-as a superarem os momentos de dificuldade e a levantarem-se confiadamente depois das quedas, tornai-as espelho da beleza divina. Dai-lhes a coragem de enfrentar os desafios do nosso tempo e a graça de levarem aos homens a bondade e o amor do nosso Salvador Jesus Cristo (cf. Tt 3,4).

Prece à Virgem Maria

112. Ó Maria, figura da Igreja, Esposa sem ruga nem mancha, que imitando-Vos « conserva virginalmente (...) uma fé íntegra, uma sólida esperança e uma verdadeira caridade » (263), amparai as pessoas consagradas na busca da eterna e única Bem-aventurança.

Confiamo-las a Vós, Virgem da Visitação, para que saibam correr ao encontro das necessidades humanas, para levarem ajuda, mas sobretudo para levarem Jesus. Ensinai-lhes a proclamar as maravilhas que o Senhor realiza no mundo, para que todos os povos glorifiquem o seu nome. Sustentai-as na sua acção em favor dos pobres, dos famintos, dos desesperados, dos últimos e de todos aqueles que procuram o vosso Filho com coração sincero.

A vós, Mãe, que quereis a renovação espiritual e apostólica dos vossos filhos e filhas na resposta de amor e dedicação total a Cristo, dirigimos confiantes a nossa oração. Vós que fizestes a vontade do Pai, pronta na obediência, corajosa na pobreza, acolhedora na virgindade fecunda, alcançai do vosso divino Filho que, quantos receberam o dom de O seguir na vida consagrada, saibam testemunhá-Lo com uma existência transfigurada, caminhando jubilosamente, com todos os outros irmãos e irmãs, para a pátria celeste e para a luz que não conhece ocaso.

Nós Vo-lo pedimos, para que, em todos e em tudo, seja glorificado, bendito e amado o Supremo Senhor de todas as coisas que é Pai, Filho e Espírito Santo.

Dado em Roma, junto de S. Pedro, no dia 25 de Março, Solenidade da Anunciação do Senhor, do ano 1996, décimo oitavo de Pontificado.

JOÃO PAULO II



Notas


(1) Cf. propositio 2.

(2) Conc. Ecum. Vat. II, Decr. sobre a actividade missionária da Igreja Ad gentes, 18.

(3) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 44; Paulo VI, Exort. ap. Evangelica testificatio (29 de Junho de 1971), 7: AAS 63 (1971), 501-502; Exort. ap. Evangelii nuntiandi (8 de Dezembro de 1975), 69: AAS 68 (1976), 59.

(4) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 44.

(5) Cf. João Paulo II, Discurso na Audiência Geral (28 de Setembro de 1994), 5: L'Osservatore Romano (ed. portuguesa: 1 de Outubro de 1994), 12.

(6)  Cf. propositio 1.

(7) Cf. S. Francisco de Sales, Introdução à vida devota, I, 3: Œuvres, III (Annecy 1893), 19-20.

(8) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 43.

(9) Cf. João Paulo II, Homilia na Missa de encerramento da IX Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos (29 de Outubro de 1994), 3: AAS 87 (1995), 580.

(10) Cf. Sínodo dos Bispos - IX Assembleia Geral Ordinária, Mensagem do Sínodo (27 de Outubro de 1994), VII: L'Osservatore Romano (ed. portuguesa: 5 de Novembro de 1994), 2-3.

(11) Cf. propositio 5, B.

(12) Cf. regula, 4,21; 72,11.

(13) Cf. propositio 12.

(14) Cf. Código dos Cânones das Igrejas Orientais, cân. 570.

(15) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Decr. sobre a renovação da vida religiosa Perfectae caritatis, 7; Decr. sobre a actividade missionária da Igreja Ad gentes, 40.

(16) Cf. propositio 6.

(17) Cf. propositio 4.

(18) Cf. propositio 7.

(19) Cf. propositio 11.

(20) Cf. propositio 14.

(21) Cf. Código de Direito Canónico, can. 605; Código dos Cânones das Igrejas Orientais, cân. 571; propositio 13.

(22) Cf. propositiones 3; 4; 6; 7; 8; 10; 13; 28; 28; 30; 35; 48.

(23) Cf. popositio 3, A e B.

(24) Cf. propositio 3, C.

(25) Cf. S. Cassiano: « Secessit tamen solus in monte orare, per hoc scilicet nos instruens suae secessionis exemplo (...) ut similiter secedamus » (Conlat. 10,6: PL 49, 827); S. Jerónimo: « Et Christum quaeras in solitudine et ores solus in monte cum Iesu » (Ep. ad Paulinum 58,4,2: PL 22, 582); Guilherme de Saint Thierry: « [Vita solitaria] ab ipso Domino familiarissime celebrata, ab eius discipulis ipso praesente concupita: cuius transfigurationis gloriam cum vidissent qui cum eo in monte sancto erant, continuo Petrus (...) optimum sibi iudicavit in hoc semper esse » (Ad fratres de Monte Dei 1,1: PL 184, 310).

(26) Conc. Ecum. Vat. II, Consti. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 1.

(27) Ibid., 44.

(28) Cf. Congregação para os Religiosos e os Institutos Seculares, Instr. « Elementos essenciais da doutrina da Igreja sobre a vida religiosa aplicados aos Institutos consagrados ao apostolado » (31 de Maio de 1983), 5: L'Osservatore Romano (ed. portuguesa: 14 de Agosto de 1983), 4.

(29) Cf. Summa Theologiae, II-II, q. 186, a. 1.

(30) Cf. propositio 16.

(31) Cf. João Paulo II, Exort. ap. Redemptionis donum (25 de Março de 1984), 3: AAS 76 (1984), 515-517.

(32) S. Francisco de Assis, Regula bullata, I, 1.

(33) « Tota Trinitas apparuit: Pater in voce; Filius in homine, Spiritus in nube clara »: S. Tomás de Aquino, Summa Theologiae, III, q. 45, a. 4, ad 2um.

(34) Conc. Ecum. Vat. II, Decr. sobre a renovação da vida religiosa Perfectae caritatis, 1.

(35) Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 44.

(36) Simeão, o novo teólogo. Hinos, II, 19-27: Sch 156, 178-179.

(37) Cf. João Paulo II, Discurso na Audiência Geral (9 de Novembro de 1994), 4: L'Osservatore Romano (ed. portuguesa: 12 de Novembro de 1994), 24.

(38) Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium

(39) S. Inácio de Antioquia, Carta aos Magnesianos, 8,2: Patres Apostolici (ed. F.X. Funk), II, 237.

(40) Cf. propositio 3.

(41) Enarr. in Psal., 44, 3: PL 36, 495-496.

(42) Cf. propositio 25; Conc. Ecum. Vat. II, Decr. sobre a renovação da vida religiosa Perfectae caritatis, 17.

(43) Cf. propositio 25.

(44) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 42.

(45) Ibid., 44.

(46) B. Isabel da Trindade, Le ciel dans la foi. Traité spirituel, I, 14: Œuvres complètes (Paris 1991), 106.

(47) Cf. S. Agostinho, Confessiones, I, 1: PL 32, 661.

(48) João Paulo II, Discurso na Audiência Geral (29 de Março de 1995), 1: L'Osservatore Romano (ed. portuguesa: 1 de Abril de 1995), 24.

(49) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 53.

(50) Ibid., 46.

(51) Cf propositio 55.

(52) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 44.

(53) Cf. João Paulo II, Exort. ap. Redemptions donum (25 de Março de 1984), 7: AAS 76 (1984), 522-524.

(54) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 44; João Paulo II, Discurso na Audiência Geral (26 de Outubro de 1994), 5: L'Osservatore Romano (ed. portuguesa: 29 de Outubro de 1994), 24.

(55) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 42.

(56) Cf. Ritual Romano, Rito da Profissão Religiosa: bênção solene ou consagração dos professos (n. 67) e das professas (n. 72); Pontifical Romano, Rito da Consagração das Virgens, n. 38: oração solene de consagração; Eucologion Sive Rituale Graecorum, , Officium parvi habitum id est Mandiae, 384-385; Pontificale Iuxta Ritum Ecclesiae Syrorum Occidentalium id est antio criae, Ordo rituum monasticorum (Tipografia Poliglota Vaticana 1942), 307-309.

(57) Cf. S. Pedro Damião, Liber qui appellatur « Dominus vobiscum » ad Leonem eremitam: PL 145, 231-252.

(58) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium 32; Código de Direito Canónico, cân. 208; Código dos Cânones das Igrejas Orientais, cân. 11.

(59) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Decr. sobre a actividade missionária da Igreja Ad gentes, 4; Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 4. 12. 13; Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium et spes, 32; Decr. sobre o apostolado dos leigos Apostolicam actuositatem, 3; João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Christifideles laici (30 de Dezembro de 1988), 20-21: AAS 81 (1989), 425- 428; Congregação para a Doutrina da Fé, Carta aos Bispos da Igreja Católica sobre alguns aspectos da Igreja, entendida como comunhão Communionis notio (28 de Maio de 1992), 15: AAS 85 (1993), 847.

(60) Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 31.

(61) Cf. ibid., 12; João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Christifideles laici (30 de Dezembro de 1988), 20-21: AAS 81 (1989), 425-428.

(62) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 5.

(63) Cf. Concílio de Trento, sess. XXIV, cân. 10: DzS 1810; Pio XII, Carta enc. Sacra virginitas (25 de Março de 1954): AAS 46 (1954), 176.

(64) Cf. propositio 17.

(65) Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 41.

(66) Cf. ibid., 46.

(67) Ibid., 46.

(68) Cf. Pio XII, Motu próprio Primo feliciter (12 de Março de 1948), 6: AAS 40 (1948), 285.

(69) Código de Direito Canónico, cân. 713, § 1; cf. Código dos Cânones das Igrejas Orientais, cân. 563, § 2.

(70) Cf. Código de Direito Canónico, can. 713, 4 2. Uma palavra relativa especificamente aos « membros clérigos » aparece no § 3 deste mesmo cân. 713.

(71) Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 31.

(72) S. Teresa do Menino Jesus, Manuscrits autobiographiques, B, 2vs: « Ser vossa esposa, ó Jesus, (...) ser, na minha união convosco, mãe das almas ».

(73) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Decr. sobre a renovação da vida religiosa Perfectae caritatis, 8; 10; 12.

(74) Sínodo dos Bispos - II Assembleia Geral Extraordinária, Relação final Ecclesia sub verbo Dei mysteria Christi celebrans pro salute mundi (7 de Dezembro de 1985), II-A, 4: L'Osservatore Romano (ed. portuguesa, 22 de Dezembro de 1985), 6.

(75) Sínodo dos Bispos - IX Assembleia Geral Ordinária, Mensagem do Sínodo (27 de Outubro de 1994), IX: L'Osservatore Romano (ed. portuguesa: 5 de Novembro de 1994), 3.

(76) Cf. S. Tomás de Aquino, Summa Theologiae, II-II, q. 184, a. 5, ad 2um; 11-II, q. 186, a. 2, ad 1um.

(77) Cf. Libellus de principiis Ordinis Praedicatorum. Acta canonizationis Sancti Dominici: Monumenta Ordinis Praedicatorum historica, 16 (1935), 30.

(78) João Paulo II, Carta ap. Orientale lumen (2 de Maio de 1995), 12: AAS 87 (1995), 758.

(79) Congregação para os Religiosos e os Institutos Seculares e Congregação para os Bispos, Directrizes para as relações entre os Bispos e os Religiosos na Igreja Mutuae relationes (14 de Maio de 1978), 51: AAS 70 (1978), 500.

(80) Cf. propositio 26.

(81) Cf. propositio 27.

(82) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Decr. sobre a renovação da vida religiosa Perfectae caritatis, 2.

(83) João Paulo II, Carta ap. Orientale lumen (2 de Maio de 1995), 12: AAS 87 (1995), 762.

(84) João Paulo II, Carta ap. Tertio millenio adveniente (10 de Novembro de 1994), 42: AAS 87 (1995), 32.

(85) Paulo VI, Exort. ap. Evangelii nuntiandi (8 de Dezembro de 1975), 69: AAS 68 (1976), 58.

(86) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Decr. sobre a renovação da vida religiosa Perfectae caritatis, 15; S. Agostinho, Regula ad servos Dei, 1,1: PL 32, 1372.

(87) S. Cipriano, De oratione Dominica, 23: PL 4, 553; cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 4.

(88) Cf. propositio 20.

(89) S. Basílio, As regras maiores, q. 7: PG 31, 931.

(90) S. Basílio, As regras mais breves, q. 225: PG 31, 1231.

(91) Cf. Congregação para os Religiosos e os Institutos Seculares, Instr. « Elementos essenciais da doutrina da Igreja sobre a vida religiosa aplicados aos Institutos consagrados ao apostolado » (31 de Maio de 1983), 51: L'Osservatore Romano (ed. portuguesa: 28 de Agosto de 1983), 6; Código de Direito Canónico, cân. 631, § 1; Código dos Cânones das Igrejas Orientais, cân 512, § 1.

(92) Cf. Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, Intr. sobre a vida fraterna em comunidade Congregavit nos in unum Christi amor (2 de Fevereiro de 1994), 47-53: L'Osservatore Romano (ed. portuguesa: 12 de Março de 1994), 15-17; Código de Direito Canónico, can. 618; propositio 19.

(93) Cf. Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, Intr. sobre a vida fraterna em comunidade Congregavit nos in unum Christi amor (2 de Fevereiro de 1994), 68: L'Osservatore Romano (ed. portuguesa: 12 de Março de 1994), 17-18; propositio 21.

(94) Cf. propositio 28.

(95) Congregação para os Religiosos e os Institutos seculares, Doc. Vida e missão dos Religiosos na Igreja: I. Religiosos e promoção humana (12 de Agosto de 1980), II, 24: L'Osservatore Romano (ed. portuguesa: 18 de Janeiro de 1981), 7.

(96) João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Christifideles laici (30 de Dezembro de 1988), 31-32: AAS 81 (1989), 451-452.

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