Volume II dicionário guineense-portuguêS



Baixar 496.36 Kb.
Página1/5
Encontro25.07.2016
Tamanho496.36 Kb.
  1   2   3   4   5
LUIGI SCANTAMBURLO
DICIONÁRIO

DO GUINEENSE

VOLUME II




DICIONÁRIO GUINEENSE-PORTUGUÊS



disionariu guinensi-purtuguis

Edições FASPEBI



ÍNDICE
AGRADECIMENTOS
PREFÁCIO
INTRODUÇÃO

  1. Índice das Principais Abreviaturas

1.a. Abreviaturas das Fontes

1.b. Abreviaturas das Classes de Palavras e outras





  1. Como utilizar o Dicionário

2.a. Ordem Alfabética

2.b. Proposta de Grafia

2.c. Estrutura do Artigo Lexicográfico


  1. Corpus do Guineense

3.a. 18 grupos de Textos e Respectivas Ocorrências

3.b. Lista dos Textos




  1. Guineense e Português, Bilinguismo Possível e Necessário

5. Bibliografia



AGRADECIMENTOS
Os meus sinceros agradecimentos à Prof.ª Doutora Maria Teresa Rijo da Fonseca Lino, pela sábia orientação e pelo apoio que me tem permitido continuar até agora o trabalho de investigação sobre a língua guineense.
Às amigas Maria Domingas Pinto, Teresa Montenegro e Nené Montenegro, e aos amigos Tino Neto e Ernesto Dabó os mais sinceros agradecimentos pelas leituras e críticas pertinentes que fizeram ao trabalho.
Aos estudantes guineenses de Lisboa, pela paciente obra de arquivamento dos vários textos escritos e orais no Computador ajudando assim a composição do Corpus que compreende um total de 750.000 ocorrências.
À Fundação para a Ciência e a Tecnologia, à Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, à Fundação Calouste Gulbenkian, de Lisboa, e à Fundação Missio de Aachen (Alemanha), pela ajuda financeira concedida ao trabalho de investigação e à recolha do Corpus.
Ao Instituto Camões, pela sua corajem de abrir un curso de licenciatura de Português na Guiné-Bissau e pela sua contribuição financeira que me tem ajudado a enfrentar os custos da edição deste dicionário bilingue.
Aos habitantes da minha freguesia de Marcon (Venise, Itália), e em preimeiro lugar aos senhores Fiorenzo Davanzo e Vittorio Sperandio, que por meio da iniciativa “Compra la parola” (Cumpra uma entrada), ajudaram financeiramente a publicação do primeiro volume e parte do segundo volume.
Um agradecimento especial ao meu irmão Giorgio e à sua esposa Wally Vanzetto, os quais estão a cumprir dignamente a tarefa que lhes foi confiada pelos meus pais no que diz respeito à assistência aos outros membros da família.
A todos os falantes de Guinenese que tenho encontrado em Guiné-Bissau e em Portugal pela disponibilidade e paciência concedida todas as vezes que lhes tenho pedido esclarecimentos sobre o significado das palavras.

PREFÁCIO
I. O objectivo geral deste dicionário é de dar testemunho do léxico do Guineense. Por isso uma das minhas preocupações constantes ao longo dos anos de trabalho tem sido de atestar as vedetas (ou entradas) com exemplos extraídos do Corpus.

Conforme foi escrito no primeiro volume sobre as colocações (ou combinatórias de palavras gramaticais ou lexicais) o dicionário bilingue “tem o papel muito importante de tornar visíveis as diferenças dos dois sistemas linguísticos.” (1999:100), quer dizer, do Guineense e do Português. Por isso, numa certa altura da composição do dicionário, achei mais adequado de escrever as colocações (coloc.) como entradas autónomas.


II. Durante a composição do dicionário, eu tive a atenção de recolher informações sobre os dicionários existentes. O corpus de 750.000 ocorrências tem sido suficiente para atestar a maioria das 10.567 entradas deste novo dicionário, excepto 2.456 entradas que são atestadas pelos seguintes dicionários ou livros sobre o Guineense:
2187: Vokabulari Kriol Portuguîs (Biasutti, Arturo: 1987);

36: O crioulo da Guiné-Bissau: Filosofia e Sabedoria (Bull, Pinto: 1989);

13: Disionariu Kiriol-Inglis (Dieterle, Gertrud: 1999);

220: Kriol Ten, termos e expressões (Montenegro, Teresa: 2002);


O grande número de entradas do dicionário do Pe. Biasutti deve-se ao facto que muitas destas são variações fonéticas de palavras presentes no Corpus e que achei oportuno adoptar como entradas. Essas entradas não têm exemplos, excepto as do dicionário de Gertrud, cujos exemplos foram copiados na respectiva entrada.

Foi necessário também acrescentar outras 582 entradas que achei pertinentes e que são anotadas com a sigla V.A. (Vocabulário Acrescentado) enquanto têm sido atestadas por vários informadores, os quais prepararam os respectivos exemplos.


III. Infelizmente a grafia que tenho adoptado não é uma grafia oficial. Sendo o Português a única língua oficial da Guiné-Bissau e tendo em consideração a realidade de bilinguismo presente nas comunidades escolares guineenses, achei obrigatório adoptar o princípio de não contradição entre os grafemas da língua portuguesa (já existentes) e os da língua guineense (não oficializados).
Entreguei uma proposta de grafia ao Ministério da Educação, que considero a autoridade competente no assunto: o senhor Ministro enviou-me uma carta de resposta afirmando que “a fixação do Alfabeto de uma língua é matéria exclusiva da Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau. Essa fixação é feita sob forma de uma Lei. Em virtude da inexistência dessa lei, cada cidadão é livre de adoptar o alfabeto que achar adequado aos seus propósitos.” (10 de Setembro de 2002, N/Ref.ª 524, GM/MEN/02).
Como linguista, e não como jurista, acho que a língua é património do povo e não de um indivíduo: por isso a sociedade precisa de uma autoridade competente ou uma Comissão nomeada por um dos Ministros ou Directores gerais que estude, fixe, experimente princípios e regras de uma grafia a ser apresentada à Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau. Apresentando esta grafia, lanço também um apelo aos estudiosos da língua guineense de formar um Círculo de Leitores e amigos interessados a pressionar os membros da Assembleia Popular, os quais utilizam o Guineense como língua veicular para melhor se entenderem e discutirem os vários assuntos, a fim que o Guineense seja dotado de uma grafia adequada e seja também reconhecido juridicamente como língua oficial ao par da língua portuguesa.
IV. A escolha do nome Guineense para designar a língua crioula da Guiné-Bissau, termo já utilizado por Marcelino Marques de Barros em 1897, ajudará a respeitar melhor o estatuto desta língua, verdadeiramente nacional, veicular e inter-étnica, e a evitar a conotação depreciativa que o termo crioulo tem ainda no país e no mundo. A língua é produto e veículo de cultura, entendendo por cultura tudo aquilo que faz viver do ponto de vista psicológico, intelectual, espiritual e material uma pessoa humana específica num ambiente específico: o apoio a uma língua é muito importante, do ponto de vista político, para o desenvolvimento ou o desaparecimento de uma cultura.
V. As línguas são criadas pelos seres humanos: cada palavra é falada no início por um indivíduo ou um grupo limitado de indivíduos, é aceite pelos outros e entra no sistema linguístico, adaptada às regras já existentes ou iniciando um processo de modificações. O importante é que a nova palavra tenha ligação com “a coisa ou o sentido” e concorde com o sistema.

O Guineense é uma língua entendida e falada por um povo multilíngue, composto de várias etnias, cada uma com a própria língua. Novos vocábulos entram por necessidade ou por criatividade, respeitando as regras do próprio sistema: acho oportuno lembrar aqui duas dessas regras para explicar aos leitores o motivo das numerosas variações fonéticas presentes no dicionário:

regra da harmonia vocálica, um fenómeno de assimilação vocálica pelo qual a escolha de uma vogal é determinada pelo ponto de articulação de outra vogal já presente no morfema lexical. Por isso o equivalente da palavra portuguesa MOSQUITO é “muskitu”, com a variação “miskitu”, mais adaptada ao sistema do Guineense; o equivalente de SERVENTIA é “sirbintia”, com a variação “sebentia”. Nas palavras de origem africanas temos as duas variantes “tcukuli” e “tcokoli”, que significam introduzir horizontalmente uma estacas numa tapada.

regra da epêntese, ou seja inclusão de uma vogal entre duas consoantes, para facilitar a pronúncia. Por isso o equivalente da palavra portuguesa TRABALHO é “trabadju”, neologismo, com a variante “tarbadju”, mais adaptada ao sistema do Guineense; o equivalente de PRIMEIRO é “prumeru”, com a variante “purmeru”.

Uma explicação para a anotação neologismo (neol.): neste dicionário bilingue normalmente indica uma palavra pertencente ao Guineense moderno aportuguesado ou falado pelos estudantes.
VI. As palavras unem-se com outras palavras e transmitem significados já estandardizados ou sugerem significados novos que o grupo e o tempo aprova, memoriza, utiliza com frequência, poucas vezes, ou raramente.

O dicionário atesta o uso das palavras mais frequentes, analisa os significados mais comuns, tem limites de páginas e de tempo de pesquisa. Por isso a composição de um dicionário é sempre inacabada, imperfeita, com erros.

O autor pede desculpa aos leitores pelos erros ou imperfeições e pede sugestões que preparem a composição de uma segunda edição, ainda mais completa.


  1. ÍNDICE DAS PRINCIPAIS ABREVIATURAS

1.a. ABREVIATURAS DAS FONTES




N.

(sigla)



1. (A.B.)

Aliu Bari, in Moema Parente Augel, (1997) - Ora di Kanta Tchiga. Bissau: Inep, p. 159-204.

2. (A.C.)

Alberto Leão Carlos (1995) - Artigo, n. 7 (manuscrito).

3. (A.H.)

Atanasio Hatchuen, Disco CD: Aventura.

4. (A.P.)

Augusto Pereira, (1988) - Lubu ku lebri ku mortu i utrus storya di Guiné-Bissau, vol. I-II. Bissau: Editora Nimba.

5. (A.S.)

Armando Salvaterra, (1996) - Kebur, Barkafon di Poesia na Kriol. Bissau: Inep, p. 109-120.

- in Moema Parente Augel, (1997) - Ora di Kanta Tchiga. Bissau: Inep, p. 151-157.



6. (A.T.)

Antigo Testamento, Barefield Ron, (1992) - David. Fanhões, Portugal: Instituto de Correspondência Internacional.

- (1992) - Libru di Neemias: Bin no Kumpu Muru. Bissau: Komite di Igreja Ivanjeliku.



- (1992) - Libru di Rut. Bissau: Komite di Igreja Ivanjeliku.

- (1994) - Libru di Profeta Obadias, Profeta Jonas ku Profeta Abakuk. Bissau: Editora Nimba.

- (1998) - Dia di Mufunesa: Storia di Jeremias. Abidjan: Sociedade Bíblica.


7. (A.W.)

W.A.A. Wilson, (1962) - The Crioulo of Guiné. Johannesburg: Witwatersrand University press, p. 38-39.

8. (C.C.)

Carlo Có, (1993) - Disco CD: “Bu Sorti”.

9. (C.deB.)

Correio de Bissau, (1994) - n. 33, 22 de Outubro; n. 34, 29 de Outubro. Bissau.

10. (C.deP.)

Francisco Conduto de Pina, (1997) - O Silêncio das Gaivotas. Bissau: Centro Cultural Português.

11. (C.P.)

Carmen Pereira, (1975) - Discurso no Banco de Bissau: Luta di Paigc pa Indipendensia. Cassete Radio Difusão Nacional.

12. (C.S.)

Carlos Schwarz, in Moema Parente Augel, (1997) - Ora di Kanta Tchiga. Bissau: Inep, p. 37-132.

13. (C.T.daM.)

Chico Teixeira da Mota, (1979) - Provérbios da Guiné-Bissau (mimeografado).

14. (C.V.)

Carlos Vaz, (1981) - Si Kusa Muri Kusa ku Matal (mimeografado).

- (1993) - Sibi Tene Fugu (mimeografado).



15. (Ceci)

CECI, (1985) - Poesias. Bissau: Session de Formation de Créole (mimeografado).

16. (Cecomes)

CECOMES, (1994) - Calendário 1995: No Libra di Panha Sida. Bissau: Programa Nacional di Luta contra Sida.

- (1994) - Paca-Paca ku Jovens. Bissau: PNLS.

- (1995) - Calendário 1996: Mindjeris contra Sida. Bissau: PNLS.

- (1995) - I sibi kudji. Bissau: PNLS.

- (1996) - N’ toma Liçon. Bissau: PNLS.

- (1997) - Jovens Sida e Droga. Bissau: PNLS.

- (1997) - Calendário 1998: Jovens e Alunos contra Sida. Bissau: PNLS.


17. (Ceef)

Centro Experimental de Educação e Formação, (1989) - Unidades Didácticas: Nutrição e Agricultura. Bissau: MEN, p. 96-100.

18. (Cenfa)

Centro de Formação Administrativa, (1996) - Libru di Leitura: 1º Nivel. Bissau: Cenfa.

- Libru di 3º Nibel. Bissau: Cenfa-Panp.

- (2001) - Nivelação de Conhecimentos, Alfabetização Funcional. Bissau: Cenfa-Panp.



19. (Ch.Mb.)

Chérif Mbodj, (1979) - Phonologie du Créole de Guiné-Bissau. Dakar: Centre de Linguistique, p. 81-111.

20. (Co.D.B.)

Cooperativa Domingos Badinca, (1979) - N’ sta li n’ sta la: Livro di Adivinha. Bolama: Imprensa Nacional.

21. (D.N.)

Dulce Neves, (1996) - Kebur, Barkafon di Poesia na Kriol. Bissau: Inep, p. 77-86.

22. (Dea)

Departamento Educação Adultos, (1981) - Kebur, Purmeru Libru di Alfabetisason na Kiriol. Bissau: MEN.

- (1984) - No Lei, Sugundu Libru di Alfabetisason na Kiriol. Bissau: MEN.



23. (Dj.)

Djamanca, Disco CD: Saudades.

24. (E.D.)

Ernesto Dabo, (1996) - Kebur, Barkafon di Poesia na Kriol. Bissau: Inep, p. 39-46.

25. (F.J.)

Fernando Júlio, (1993) - “Mbuka di Nhu Karnel”, Matu Malgos. Bissau. Tininguena, 1:12.

- (1996) - 3 N’kurbados: Lutadur di Bandjul. Bissau: Coopération Française.

- (1999) - Lutu na Polon di Bra. Bissau: Inacep.


26. (F.M.)

Francisco Moreira, (1984) - Artigo, n. 9-16 (manuscrito).

- (1984) - Histórias n.27-53: Korpus tex 5 (manuscrito).



27. (F.S.)

Felix Siga, (1996) - Kebur, Barkafon di Poesia na Kriol. Bissau: Inep, p. 109-120.

28. (G.D.)

Gertrud Dieterle, (1999) - Disionariu Kiriol-Inglis. Bissau: Igreja Ivanjelika.

29. (G.F.)

Gomes Ferreira (Hatchutchi), (1996) - Kebur, Barkafon di Poesia na Kriol. Bissau: Inep, p. 17-26.

30. (H.C.)

Couto, Hildo Honório do, (1994) - O Crioulo Português da Guiné-Bissau. Hamburg: Helmut Buske Verlag, p. 144-145.

31. (H.M.)

Huco Monteiro, (1996) - Kebur, Barkafon di Poesia na Kriol. Bissau: Inep, p. 63-76.

32. (I.eI.)

Iva e Ichy, (1999) - Disco CD: “Kanua ka na nkadja”.

33. (Igr.I.)

Igreja Evangélica, (1992) - Orientason di Disinvolvimentu di Igreja Ivanjeliku di Giné-Bisau. Bissau: Editora Nimba.

- (1992) - Librusinhu di Disinvolvimentu, numeru 1: Yagu. Bissau: Editora Nimba.

- (1993) - Librusinhu pa Disinvolvimentu di Saudi na Kasa. Bissau: Editora Nimba.

- Pastor Domingos Dias, (1994) - Manual para um Casamento Feliz. Bissau: Editora Nimba.



34. (IN84)

Entrevista feita a Manel Simão, (1984) - Canhabaque: Cassete Bijagos 3.

35. (IN96)

Entrevistas feitas por Jorge da Silva, (1996) - Bissau: Cassete Jorge 1-5.

36. (IN99)

Entrevista a Tintia Cabral, (1999) - Bubaque: Cassete Tintia Cabral.

37. (J.A.)

José Augusto, Cassete.

38. (J.B.)

Jibril Balde, (1996) - Kebur, Barkafon di Poesia na Kriol. Bissau: Inep, p. 27-37.

39. (J.C.)

Jorge Cabral, (1994) - “Em memória de um membro de Tininguena”. Matu Malgos. Bissau. Tininguena, 3: 9.

40. (J.D.)

Justino Delgado, (1997) - Disco CD: “Djerason Nobu”.

- (1998) - Disco CD. “Toroco”.

- Disco CD: “Tetete”.

- Disco CD: “Casamenti d’Haos”.



41. (J.L.R.)

J.L. Rougé - J.L. Doneux, (1989) - Le créole de Bissao en vingt Leçons. Bissau: Centre Culturel Français.

42. (J.M.B.)

Jorge Morais Barbosa, (1967) - Estudos Linguísticos. Lisboa: Academia Intrenacional de Cultura Portuguesa, p. 316-325.

43. (J.S.)

Jorge Soares, (1984) - Pequeno Curso de Crioulo. Bissau (mimeografado).

44. (JB97)

Jornal Bubaque, (1997) - Artigo, n. 17 (mimeografado).

45. (L.A.)

Pe. Luis Andreoletti, (1984) - Ditus Kriolus. Milano: Mimep.

46. (L.A.M.)

Laorindo António Medina, in Luigi Scantamburlo, (1981) - Gramática e Dicionário da Língua Kriol da Guiné-Bissau. Bologna: Emi, p. 101-108.

47. (L.Cat.)

Liturgia Católica da Diocese de Bissau, (1994) - Sinhor Jesus no na ngabau. Bissau: Comissão Diocesana de Liturgia.

- (1994) - Cristons aos, vol. I. Bissau: Comissão Diocesana de Catequese.

- 1998) - Ordenaçon Sacerdotal de António Imbombo. Bubaque: Paróquia de Bubaque.


48. (L.S.)

Luigi Scantamburlo e equipa Faspebi, (1992) - Istoria di Salbason, vol. I: Deus Pape criadur di pecaduris. Bubaque: Komunidadi di Bubaque (mimeografado).

- (1992) - Istoria di Salbason, vol. II: Jesus Fidju di Deus, Padidu suma Pekadur. Bubaque: Komunidadi di Bubaque (mimeografado).

- (1992) - Histórias de Canhabaque de Jorge Vitor, n. 1-54: Corpus Tex 6. (manuscrito)

- (1995) - Histórias, n. 5-26: Corpus Tex 5.



49. (M.deB.)

Marcelino Marques de Barros, (1900) - Litteratura dos negros. Lisboa: Typographia do Commercio.

50. (M.J.)

Manuel Júlio, Ntori Palan: Padidas! Barcina ka na Para. Bissau: PAV.

51. (M.K.)

Mussa Kamará, (1988) - Talim-Talim, Storia di dus Badjuda. Bissau: Editora Nimba.

- (1988) - Lubu ku Karnel. Bissau: Editora Nimba.



52. (M.M.)

Revista “Matu Malgos”:

- (1993) - “Tabanka di Mbana na rabata-rabata”. Matu Malgos. Bissau. Tininguena, 0: 28-35.

- (1993) - “Piskadur di fora djumbulinu mar”. Matu Malgos. Bissau. Tininguena, 1: 1-9.

- (1994) - “Pisca i pudi djudau sina tarbadju”. Matu Malgos. Bissau. Tininguena, 2: 1-7.

- (1994) - “E matu mandjidu”. Matu Malgos. Bissau. Tininguena, 3:1-6.

- (1994) - “Uli-uli padja”. Matu Malgos. Bissau. Tininguena, 3: 17-19.

- (1995) - “Kangaluta di nhu Fransoa na con di Bijugu”. Matu Malgos. Bissau. Tininguena, 4: 2-8.

- (1997) - “No sina labra ku baka”. Matu Malgos. Bissau. Tininguena, 5: 1-8.

- - (1997) - “Como se faz um “Fugom mindjoriadu”. Matu Malgos. Bissau. Tininguena, 5: 20-21.


53. (Men)

Ministério da Educação Nacional, (1987) - Proposta de Uniformização da Escrita do Crioulo. Bissau (mimeografado).

- (1989) - Calendário Cultural 1990: Provérbios. Bissau: Editora Nimba.



54. (Minsap)

Ministério da Saúde Pública, (1986) - Kalendariu di saudi 1987. Bissau: MINSAP.

55. (MR98)

Mesa Redonda de Bubaque 1998, O Ensino Básico e o Desenvolvimento Local no Arquipélago de Bijagós: Bubaque 30 de Janeiro - 1 de Fevereiro de 1998. Bubaque: Faspebi (mimeografado).

56. (N.M.)

Nené Montenegro, (1999) - Artigo, n. 18-53 (manuscrito).

- (1999) - Histórias n. 96-97: Corpus tex 1. (manuscrito).



57. (N.Me.)

Nelson Medina, (1996) - Kebur, Barkafon di Poesia na Kriol. Bissau: Inep, p. 47-61.

58. (N.T.)

Novo Testamento, (1989) - Nobu Testamentu. Abidjan: Sociedade Bíblica.

59. (N.Tu.)

Nené Tuti, Cassete.

60. (N.V.)

Noni Vieira, (1995) - “Poesias”. Tcholona. Bissau. Grec-Inep, 4: 7.

- (1996) - “Poesias”. Tcholona. Bissau. Grec-Inep, 6-7: 25.



61. (O.S.)

Odette Costa Semedo, (1996) - Entre o Ser e o mar. Bissau: Inep.

- (1996) - Kebur, Barkafon di Poesia na Kriol. Bissau: Inep, p. 129-136.



62. (P.B.)

Benjamin Pinto Bull, (1989) - O Crioulo da Guiné-Bissau: Filosofia e Sabedoria. Lisboa: Instituto de Cultura e Língua Portuguesa, p. 165-174; 175-180; 185-217.

63. (P.dosS.)

Pedro dos Santos, (1995) - Artigo, n. 1-6 (manuscrito).

64. (R.N.)

Respício Nuno, (1996) - Kebur, Barkafon di Poesia na Kriol. Bissau: Inep, p. 87-99.

65. (R.S.)

Rui Sangara, Disco CD: “Po di Buli”.

66. (R77)

Rádio de 1977, “Programa di UNTG (União Nacional dos Trabalhadores da Guiné)”, in Luigi Scantamburlo, (1981) - Gramática e Dicionário da Língua Kriol da Guiné-Bissau. Bologna: Emi, p. 109-112.

67. (R95)

Rádio de 1995, Cassete, Radiu 1-8; Nfio 1-6.

68. (R96)

Rádio de 1996, Cassete, Radiu 8-9.

69. (R97)

Rádio de 1997, Cassete, Radiu 11.

70. (R98)

Rádio de 1998, Cassete, Radiu 12; Djunta 1-11; Sana 1.

71. (R99)

Rádio de 1999, Cassete, Radiu 14-15.

72. (T.D.)

Tony Davyes, (1996) - “Poesias”. Tcholona. Bissau. Grec-Inep, 5: 13.

73. (T.Dj.)

Tabanka Djaz, (1994) - “Cantigas”. Tcholona. Bissau. Grec-Inep, 2-3: 9.

- Disco CD: “Sperança”.



74. (T.L.)

Té Luis, (1994) - Artigo, n. 8.

75. (T.M.)

Teresa Montenegro e Carlos de Morais, (1979) - Junbai, Storias de Bolama e de Outro Mundo. Bolama: Cooperativa D. Badinca.

- (1994) - Gasela ku Liopardu. Bissau: Ku si mon editora.

- (1994) - Gera di Djintis di Riba ku Djintis di Bas. Bissau: Ku si mon editora.

- (1994) - Korosata Tabanka di Mufunesa. Bissau: Ku si mon editora.

- (1994) - Ami ki Mas Tudu Djiru. Bissau: Ku si mon editora.

- (1995) - Kunankoi ku Galinha di Matu, Kamalion ku Santcu, Lagartu ku Galinha. Bissau: Ku si mon editora.

- (1995) - Uori, Storias de Lama e Philosophia. Bissau: Ku si mon editora.

- (1996) - Lubu ku Lebri ku Pis-Kabalu. Bissau: Ku si mon editora.

- (1996) - Timba ku Purku-Matis ku Saninhu. Bissau: Ku si mon editora.

- (1996) - “Provérbios crioulos: a arquitectura das imagens”. Soronda. Bissau. Inep, 18: 39-76.

- (1996) - “Adivinhas”. Tcholona. Bissau. Grec-Inep, 5: 10-12


76. (T.T.)

Tino Trimo, (1996) - Disco CD: “Katore”.

77. (T.Tc.)

Tony Tcheka, (1996) - Noites de Insónia na Terra Adormecida. Bissau. Guinegráfica.

- (1996) - Kebur, Barkafon di Poesia na Kriol. Bissau: Inep, p. 151-160.



78. (Tc96)

(1996) - “Un canto para as cantigas de ditu”. Tcholona. Bissau. Grec-Inep, 6-7: 24.

79. (V.A.)

Vocabulário Acrescentado: são exemplos recolhidos pelos informadores para ilustrar uma vedeta não presente no Corpus.

80. (V.B.)

Vocabulário Biasutti (Biasutti, Arturo, (1987) - Vokabulari Kriol Portuguîs. Bubaque, Guiné-Bissau: Missão Católica): são vedetas não presentes no Corpus e atestadas nesse Vocabulário.

81. (V.M..)

Vocabulário Montenegro (Montenegro, Teresa, (2002) - Kriol Ten, Termos e Expressões. Bissau: Ku si mon editora): são vedetas não presentes no Corpus e atestadas nessa recolha de termos e expressões.

82. (V.P.)

Vocabulário Pinto (Bull, Benjamin Pinto, (1989) - O Crioulo da Guiné-Bissau: Filosofia e Sabedoria. Bissau: Inep): são vedetas não presentes no Corpus e atestadas nesse ensaio.
  1   2   3   4   5


©principo.org 2016
enviar mensagem

    Página principal