Vorster exorta Ocidente à resistência em Angola



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Data/pg: 02/01/1976 p.10.

Manchete: “Vorster exorta Ocidente à resistência em Angola”

Fonte: Jornal do Brasil

Assunto: A matéria trata de novo pedido do Primeiro Ministro para que os países ocidentais interviessem na questão de Angola, de modo a contrabalançar o apoio soviético. Para ele, o problema da África e do mundo não comunista era definido nas seguintes palavras: "resistir ou submeter-se a pagar o tributo". Ainda segundo ele, era preciso deter a tentativa de instalação de um Estado marxista, para um povo que não o desejava. A matéria ressalta também o pedido do Governo da Tanzânia à OUA para aplicar sanções contra a África do Sul, por conta de seu envolvimento na guerra civil angolana. A respeito do conflito, foi dito que fontes militares da UNITA informaram que o MPLA concentrava suas tropas na frente Norte, a 112 km de Luanda, com o aparente objetivo de atacar posições da FNLA. Uma rádio sul-africana dissera que, com o objetivo de melhorar suas posições antes do início da reunião extraordinária da OUA, o MPLA preparava nova ofensiva a frente norte, reforçada pela chegada de mais soldados cubanos. A mesma rádio indicava que a localidade de Henrique de Carvalho, a Leste de Luanda, havia caído em poder de tropas da FNLA-UNITA. A matéria destaca, por último, informações da revista Christian Science Monitor de que a CIA estava preparando clandestinamente grupos para lutar em Angola, através da fronteira sul, via África do Sul.




Data/pg: 02/01/1976 p.11

Manchete: “Ford acredita em acordo com a URSS sobre Angola”

Fonte: O GLOBO

Assunto: A matéria cita entrevista realizada com Gerald Ford, publicada no Washington Post, em que o presidente disse existir “um considerável trabalho em desenvolvimento para evitar um conflito direto” com a URSS e que a ação desta e de Cuba em Angola, “não era nada construtiva no que diz respeito à distensão”.

O jornal cita fontes da inteligência norte-americana para informar o número de soldados cubanos que lutavam em Angolana ao lado do MPLA, 7500. Também apresentava uma mensagem do Primeiro-Ministro sul-africano Johannes Vorster, que fez apelo para que o mundo ocidental interviesse mais incisivamente em Angola e não só no campo diplomático, para contra-balançar a ação soviética.

Com relação à batalha propriamente dita, a matéria afirma que a UNITA e a FNLA tomaram a estratégica Henrique de Carvalho situada a 800 km a leste de Luanda. Por fim, divulgam um informe da agência Tass sobre o estabelecimento de uma “junta de segurança” soviética, com o objetivo de “defender as conquistas revolucionárias do povo angolano, fortalecer a unidade nacional e combater a corrupção e a sabotagem”.





Data/pg: 03/01/1976 p.9.

Manchete: “EUA desmentem envio de mercenários a Angola”

Fonte: Jornal do Brasil

Assunto: A respeito da acusação feita pela Revista Christian Science Monitor, de que norte-americanos combatiam em Angola sob treinamento da CIA, o Departamento de Estado e a própria CIA classificaram a notícia como "insensata" e "absurda". Deste modo, Washington reforçou sua posição de não ter enviado mercenários a Angola. A matéria destaca a informação da agência UPI de que norte-americanos participaram da entrega de equipamento dos Estados Unidos aos dois movimentos anticomunistas. A matéria ainda ressalta que em interrogatórios de cubanos e angolanos do MPLA, os cubanos queixaram-se da covardia e falta de moral dos angolanos, que por seu turno, queixaram-se que seus comandantes, os cubanos, não lhes forneciam provisões e munições suficientes e deixavam rapidamente o campo de batalha sempre que começava um combate. Para fechar a matéria, foi destacado que o eixo principal da luta tinha sido deslocado para a região da hidroelétrica de Chambambe, que fornecia a maior parte da eletricidade consumida em Luanda.

OBS: Matéria de conteúdo semelhante no Globo, dia 04/01/1976, p. 16, com a manchete “Ford: EUA não treinam mercenários”




Data/pg: 03/01/1976 p.11

Manchete: “EUA exigem retirada das forças cubanas de Angola”

Fonte: O GLOBO

Assunto: A matéria cita uma mensagem lida pelo porta-voz do departamento de Estado, Robert Funseth, sobre oposição americana no envio de um corpo expedicionário cubano a Angola, assim como, oposição dos países que permitiam que aviões cubanos utilizassem seus espaços aéreos ou seus aeroportos para facilitar a intervenção estrangeira.

A matéria afirma, no que refere-se à frente de batalha, que o centro da luta era a região da hidroelétrica de Chambambe, que fornecia a maior parte da eletricidade consumida em Luanda.

Fontes da FNLA e da UNITA afirmaram, segundo a matéria, que o exército do MPLA era formado por 25000 homens, dos quais 7500 eram cubanos; 1500 mercenários de Katanga, 500 portugueses brancos e 2000 soldados de Moçambique e Guiné-bissau.

Por fim, a matéria apresenta uma declaração da UNITA ao jornal Johannesburg´ Star, sobre a proposta de um imediato cessar fogo. Acrescentaram que o próximo passo seria a proposição de uma conferência entre MPLA, FNLA e UNITA. Descreveram o MPLA como “um irmão mal guiado e não um inimigo mortal”.






Data/pg: 04/01/1976 p.10.

Manchete: “EUA condenam intervenção da África do Sul em Angola”

Fonte: Jornal do Brasil

Assunto: A matéria dá conta da declaração de William Schaufele (sub-secretário de Estado para Assuntos Africanos) de que os EUA condenavam a intervenção da África do Sul, ratificando que aquele Governo não havia consultado os EUA antes de realizar sua intervenção. Schaufele acrescentou que os EUA eram favoráveis à "autodeterminação do povo angolano e a cessação de toda ingerência de países estrangeiros". Ainda sobre a posição norte-americana, a matéria destaca que o objetivo dos EUA era a retirada de todas as forças estrangeiras de Angola, marcando a importância dada pelo representante dos EUA ao encontro que se realizaria no dia 10 daquele mês.




Data/pg: 04/01/1976 p.10.

Manchete: “MPLA recua em Porto Aboim”

Fonte: Jornal do Brasil

Assunto: Segundo especialistas sul-africanos, a conquista de Porto Aboim era, naquele momento, eminente, descrevendo a situação do MPLA como bastante grave. Para eles, a única saída do MPLA era lançar mão rapidamente dos aviões Mig-21 fornecidos pela URSS. Entretanto, alimentando a guerra de versões, a matéria informa que segundo a agência Tass, de Moscou, o MPLA havia capturado quase 100 soldados sul-africanos naqueles últimos dias.




Data/pg: 04/01/1976 p.10.

Manchete: “‘Pravda’ elogia o auxílio a Neto”

Fonte: Jornal do Brasil

Assunto: A matéria destaca o editorial do jornal soviético que, em linhas gerais, procurou mostrar que não havia vantagens econômicas ou militares em Angola, e que essas acusações eram calúnias da imprensa do Ocidente. Segundo o jornal, a ajuda ao MPLA era justificada como "dever internacional baseado nos princípios da luta dos povos contra o imperialismo e o colonialismo". Assim, ao contrário das declarações ocidentais, para a URSS sua atuação tinha como objetivo salvaguardar o país das agressões externas, ajudando-o a defender sua soberania, independência e integridade territorial.

OBS: Matéria de conteúdo semelhante no Globo, dia 04/01/1976, p. 16, com a manchete “União Soviética não suspenderá a ajuda a Angola”




Data/pg: 04/01/1976 p.16

Manchete: “Moscou acusada de suborno”

Fonte: O GLOBO

Assunto: A matéria cita uma denúncia feita por Jermy Thorpe, líder do Partido Liberal da Grã-Bretanha, contra a URSS. De acordo com Thorpe, a URSS teria subornado um líder africano cujo nome não foi mencionado, para que este apoiasse o MPLA na próxima reunião da OUA. O suborno teria sido pago em ouro, no valor de 50 milhões de dólares e depositado em um banco suíço.




Data/pg: 05/01/1976 p.10.

Manchete: “Brasil espera da OUA solução para Angola”

Fonte: Jornal do Brasil

Assunto: A matéria destaca que para o Itamaraty, a reunião da OUA representava o principal passo para que se chegasse a uma solução política na base de compromisso para o problema de Angola. Segundo a leitura do Itamaraty, depois da internacionalização do conflito em Angola, acreditavam que a estratégia da OUA seria recolocar o problema nos limites continentais, sob uma análise feita à luz de seus problemas nacionais. Ainda que a conferência da OUA coincidisse com o momento em que soviéticos e sul-africanos já admitiam retirar seus efetivos e ajudas materiais de Angola, a matéria entende como ingenuidade a crença nessa possibilidade de resolução da crise, uma vez que um lado não teria garantias de que o outro seguiria no mesmo sentido. Entretanto, para observadores do Itamaraty, a solução inevitável para a crise seria uma composição de interesses entre MPLA, FNLA e UNITA.




Data/pg: 05/01/1976 p.10.

Manchete: “O Kremlin passa por defensor”

Fonte: Tony Avirgan, do Washington-Star News

Assunto: Segundo o autor do texto, na atuação empreendida em África, os soviéticos estavam conquistando grande prestígio junto a outras nações africanas, meta, segundo ele, desejada a mais de uma década. Defendia que para estas nações, a URSS teria passado a ser vista como uma aliada importante na luta pela independência africana, tanto no campo militar, como no campo diplomático, atuando junto a ONU. Entretanto, destaca que apesar dos esforços soviéticos de se estabelecerem como liderança do terceiro-mundo, esse objetivo tinha resultado em freqüentes fracassos por conta de pressões soviéticas contra a relação dos novos países com a China, como no caso de Moçambique e na Tanzânia.




Data/pg: 05/01/1976 p.10.

Manchete: “Sauditas ajudam anti-soviéticos”

Fonte: Jornal do Brasil

Assunto: A matéria destaca que cerca de U$$ 50 milhões seriam enviados pelos sauditas para auxiliar (compra de armas) na luta da FNLA-UNITA contra o MPLA. Segundo a revista Newsweek, que revelou tal informação, o suporte dos sauditas compensaria o cancelamento da ajuda dos Estados Unidos aos dois movimentos que combatem o MPLA. A respeito dos rumores de especialistas de que Angola poderia transformar-se num novo Vietnã para os EUA, o jornalista Peter Arnett, que cobriu a Guerra do Vietnã, afirmava que os dois casos apresentavam tantas semelhanças como diferenças.




Data/pg: 05/01/1976 p.11.

Manchete: “A difícil unidade dos africanos”

Fonte: Maria Teresa Siqueira, do Jornal do Brasil

Assunto: A matéria faz uma pequena história da formação da OUA, destacando os dois grupos principais - da Casablanca (nações árabes e algumas negras) e da Monrávia (maior parte da África Negra) que se uniram, em maio de 1963, por um sentimento de "comunidade africana", em parte derivado das experiências comuns de colonialismo. A despeito da união, destaca que as disputas internas continuaram existindo entre os dois grupos, assim como uma séria de disputas entre os países membros (caso da Etiópia e Somália, caso do Alto Volta e Mali, Uganda e Tanzânia etc). Assim, apesar de ressaltar a preocupação da OUA com a crise angolana, a matéria põe em dúvida a eficiência da Organização como sistema cujo fim seria o de promover as relações intra-africanas. Para dar consistência a sua afirmação, a matéria cita o jornalista Peter Enahoro, da revista inglesa Africa, que dizia que "as ações dos líderes africanos não indicavam que eles estivessem convencidos da necessidade de alterar, num sentido positivo, as relações entre os Estados continentais", uma vez que reconhecimento da unidade pan-africana (como possibilidade de manutenção de uma política externa independente em relação as grandes potências) parecia ter ficado mais nas palavras.

Apenas para constar, existe logo abaixo da matéria quadros com um pequeno histórico das principais lideranças da OUA. Entre eles, Murtada Rifai Mohamed (Nigéria), Mobutu Sese-Seko (Zaire) Kenneth Kaunda (Zâmbia), Julius Nyerere (Tanzânia), Idi Amin Dada (Uganda) e Samora Machel (Moçambique), entre outros.






Data/pg: 05/01/1976 p.15

Manchete: “Idi Amin: EUA apóiam governo de união nacional em Angola”

Fonte: O GLOBO

Assunto: A matéria cita mensagem ouvida na Rádio de Uganda sobre a posição dos EUA na guerra angolana. A mensagem afirmava que os EUA apoiavam a formação de um governo de união nacional em Angola que agrupasse os 3 movimentos nacionalistas em luta. Amin, segundo a matéria, afirmou que a proposta de Washington significa o “início de uma nova política estadunidense para a África”.

Citando o jornal Sunday Times, a matéria afirma que o MPLA enfrentava uma situação militar cada vez mais desesperadora em relação à escassez de víveres. Todavia, por outro lado, cita o Pravda que indicava as novas vitórias do MPLA, incluindo o controle total à província de Cabinda.






Data/pg: 06/01/0976 p.16

Manchete: “Amin pede saída das potências”

Fonte: O GLOBO

Assunto: Idi Amin, chefe de Estado de Uganda, pediu, segundo a matéria, a retirada das grandes potências de Angola e mostrou-se otimista em encontrar uma solução para a questão angolana na próxima reunião da OUA.

A matéria cita também uma informação da revista Newsweek, segundo a qual, o Secretário Henry Kissinger teria autorizado a cerca de 1 ano a entrega de 300.000 dólares à FNLA. O dinheiro teria sido entregue através da CIA.



A matéria informa também que o ministério das relações exteriores britânico afirmou que “não há nenhum crédito” à acusação de Jeremy Thorpe de que Moscou teria subornado um líder africano em 50 milhões de dólares para que apoiasse o MPLA, já que não apresentou provas nem sua fonte de informação.




Data/pg: 06/01/1976 p.10.

Manchete: “Ford propõe cessar-fogo e coligação em Angola”

Fonte: Jornal do Brasil

Assunto: A matéria ressalta que em discurso o Presidente Henry Ford disse que a única solução para a crise angolana era o cessar-fogo seguido do fim da intervenção estrangeira e da criação de um Governo de unidade nacional composto pelos três movimentos. Respondendo àqueles que propuseram que os EUA utilizam-se como arma de pressão junto as soviéticos os cereais, o Presidente afirmara que seria um grave erro, pois a suspensão das vendas não teria nenhum efeito imediato ao problema angolano, prejudicando apenas os agricultores norte-americanos, ao mesmo tempo que provocaria um aumento de tensão entre EUA e URSS. A respeito da proibição do senado Norte-americano de envio de ajuda aos dois movimentos anti-MPLA, observadores entendiam que sobrava aos EUA a via diplomática para evitar que o problema de Angola adquirisse aspectos de uma crise global. Ao mesmo momento, o parlamento americano preparava documento que afirmava que os EUA teriam intervindo em Angola antes que a URSS o fizesse, informação que o Governo pretendia evitar que fosse divulgada.

OBS: Matéria de conteúdo semelhante no Globo, dia 06/01/1976, p. 16, com a manchete “Ford: contra influência russa”




Data/pg: 06/01/1976 p.10.

Manchete: “MPLA anuncia ocupação do QG da FNLA-UNITA”

Fonte: Jornal do Brasil

Assunto: A matéria destaca o anuncio do MPLA de que havia ocupado o Quartel-General da FNLA em Carmona, centro de suprimentos da FNLA-UNITA. Segundo porta-voz da FNLA, a presença de 7 mil e 500 cubanos e 6 mil congoleses na frente Norte havia desequilibrado a relação de forças em detrimento da FNLA, no que ele entendia ser a maior prova da agressividade do imperialismo soviético.




Data/pg: 06/01/1976 p.10.

Manchete: “Amin pede retirada dos EUA e da URSS”

Fonte: Jornal do Brasil

Assunto: Como foi recorrente naquele momento, novamente o Presidente Amin, assim como Ismail Fahmi (chanceler egípcio) e o Presidente da Libéria, William Rolbert, pediram pela retirada dos estrangeiros de Angola.




Data/pg: 06/01/1976 p.10.

Manchete: “O rublo tradicional e o dólar recém-chegado”

Fonte: Michael Kaufman, do The New York Times

Assunto: O autor ressalta que muitos líderes africanos estavam justificando a assistência soviética ao MPLA, enquanto condenavam a ajuda americana, muito inferior, aos outros dois movimentos. Para um religioso, líder de um grupo internacional da Igreja Cristã africana, o motivo dessa posição era porque os soviéticos tiveram um envolvimento histórico na luta de libertação africana contra os portugueses, enquanto os Estados Unidos apoiavam o outro lado. Para fechar, o autor ressalta que a aceitação de alguns países da ajuda soviética seria um conflito agudo da reunião da OUA, entre os que aceitavam, é claro, e os outros, como Zaire e Zâmbia, que temiam que a região torna-se base para a ampliação dos interesses soviéticos para todo o continente.




Data/pg: 06/01/1976 p. 16

Manchete: “MPLA toma o principal baluarte antimarxista”

Fonte: O GLOBO

Assunto: A matéria divulga comunicado ouvido na Rádio de Luanda sobre a grande ofensiva militar do MPLA. Este teria ocupado a cidade de Uige, situada ao norte do país e bombardeado o aeroporto de Negage, o que deixou centenas de vítimas, segundo declaração posterior da FNLA.




Data/pg: 06/01/1976 p.16

Manchete: “Mercenários agora na Europa”

Fonte: O GLOBO

Assunto: A matéria cita como fonte o jornal The Christian Science Monitor para informar que o recrutamento e treinamento de mercenários norte-americano para lutar em Angola tinha sido subitamente suspenso nos EUA. O jornal afirmou que naquele momento, 400 mercenários norte-americanos lutavam em Angola e que, em sua maioria, eram ex-combatentes treinados na Geórgia. Acrescenta ainda que recrutamento foi transferido para a Europa, “onde certas embaixadas africanas em capitais da Europa Ocidental recrutavam tranquilamente europeus com fundos norte-americanos e outros não especificados”.

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