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DA IDEALIZAÇÃO À CRIAÇÃO DA FACULDADE DE ENGENHARIA DE UBERLÂNDIA -MG (1955-1970).

Larisse Dias Pedrosa*

Wenceslau Gonçalves Neto**
Eu acho que existem duas histórias sobre a criação das faculdades em Uberlândia. Uma história antes e uma depois da Engenharia. (Dr. Genésio de Melo Pereira)
A História da Educação tem trabalhado, nos últimos tempos, com vários enfoques teóricos e impulsionado um repensar sobre os caminhos das investigações. Tem tomado corpo a preocupação com a utilização de fontes documentais para se aprimorar o processo de compreensão do real social da cidade de Uberlândia e, consequentemente, o poder de invenção sobre o mesmo. Observa-se, que é esta necessidade de reestruturar a documentação, que percebemos no universo da História da Educação.

Dentre as preocupações atuais, a imprensa local tem sido significativamente eleita como fonte de pesquisa histórica. Embora alguns a concebam como fonte suspeita, ela tem sido considerada por determinados pesquisadores como reveladora de um discurso elitista circulante na vida urbana.

Foi tendo em mente esses pressupostos, que nos esforçamos em interpretar o discurso referente à educação em Uberlândia, procurando esclarecer as idéias educacionais propagadas pela imprensa local, durante as primeiras décadas desse século. A nosso ver o estudo da imprensa é inovador, podendo destacar-se por sua temática, como também pelas fontes de pesquisa a serem utilizadas.

O objetivo desta pesquisa é refletir sobre a história da criação da Faculdade de Engenharia de Uberlândia, que surgiu de uma emenda feita pelo Deputado Federal Rondon Pacheco, no período do Governo de Juscelino Kubischek (31/01/56 a 31/0161). Tal emenda foi assinada meio às pressas e não assegurou os recursos financeiros ao funcionamento da faculdade , pois determinava a constituição de um quadro de pessoal permanente.

Em decorrência dessa emenda e de outras providências, surgiu no dia 24 de Janeiro de 1961, através da lei nº3864-A, a criação das Escolas Agrícolas nos Estados de Minas Gerais e Mato Grosso e também uma Escola de Engenharia em Uberlândia. Nota-se, que esse projeto começou a ser debatido com maior intensidade entre os componentes da Sociedade de Engenheiros Civis, Químicos e Agrônomos de Uberlândia (SEQAU), que apoiaram incondicionalmente a idéia.

Rondon Pacheco apresentou outro projeto de lei que definisse os custos e os recursos orçamentários próprios à lei de criação. Desse modo, por ação parlamentar do então Deputado, surgiu no dia 05 de Dezembro de 1962, através da lei nº4.170, o funcionamento dos cursos na faculdade; como os cursos de Engenharia Industrial, modalidade Mecânica Química e o IPOI (Instituto de Pesquisa e Orientação Industrial).

A portaria do Ministério da Educação e Cultura (MEC), de 31 de Janeiro de 1964, exigiu a criação de uma comissão responsável pela implantação da Faculdade de Engenharia em Uberlândia, autorizando um prazo de noventa dias para a instalação definitiva da mesma. Tal comissão, era composta pelos engenheiros Genésio de Melo Pereira, Galba Gouveia Porto, Vinícius Vasconcelos e José Pepe Júnior, cuja função designava a elaboração de um projeto de estatuto e regimento e, ainda, a organização do vestibular.

Percebe-se que no MEC, também havia sido formada uma Comissão especializada em verificar as condições de instalação de cada tipo de escola e se realmente a região comportava tais instalações. Vieram então, algumas autoridades da Diretoria de Ensino Superior do MEC, entre elas destaca-se D. Nair Fortes Aguineri.



Nessa abordagem, a comissão conseguiu os recursos necessários, com o apoio dos representantes da empresa local – CARFEPE, adquirindo o antigo Ginásio Salesiano de Uberlândia1, um prédio cuja construção estava abandonada e necessitada de reforma para se iniciar qualquer tipo de atividade naquele local. É importante salientar, que este núcleo inicial da faculdade, deveria ser de propriedade da União, pois só assim a Escola de Engenharia obteria a sua federalização.

Ainda no ano de 1964, o presidente João Goulart veio à cidade e assinou publicamente a aceitação do terreno e do prédio destinado aos servidores da faculdade. Realizou-se então, no dia 15 de Abril de 1964, o primeiro exame vestibular da Escola de Engenharia , disponibilizando sessenta vagas para a Engenharia Mecânica e quarenta vagas para a Engenharia Química; momento em que iniciava também a revolução. Nesse período, o MEC estabeleceu a suspensão das atividades e a faculdade ficou paralisada durante todo o ano.

No entanto, após o esforço político do Deputado Rondon Pacheco em superar essas dificuldades, o Conselho Nacional de Educação – CNE, autorizou o retorno do funcionamento efetivo da escola. Logo, dia 03 de abril de 1965, realizou-se no Salão Nobre

Do Uberlândia Clube, a primeira aula inaugural ministrada pelo Professor Raymundo Moniz Aragão – Diretor do Ensino Superior do MEC - , bem como dois dias depois, realizou-se no Colégio Brasil Central, a primeira aula inaugural curricular ministrada pelo Professor Celso Correia dos Santos, visto que o prédio da faculdade (hoje CDHIS) estava em reformas.

Durante o nosso estudo, observamos que os representantes da Escola de Engenharia desenvolveram várias práticas educacionais, incluindo a fundação do Diretório Acadêmico Genésio de Mello Pereira (DAGEMP) e eventos que discutiam a relação entre Engenharia e Desenvolvimento, traçando perspectivas para o cidadão universitário.

No governo do presidente Artur da Costa e Silva (15/04/64 a out/69), a Faculdade de Engenharia teve a sua primeira greve estudantil em função da deficiência de professores e de espaço físico, pois era necessário criar condições estruturais que permitissem consolidar um corpo docente e adquirir mais salas de aula, laboratórios e etc. O fato é que com a criação dos cursos de Engenharia Mecânica e Engenharia Química, a cidade não contava com técnicos especializados nestas disciplinas profissionalizantes. Enquanto os alunos cursavam o primeiro e o segundo ano do curso, que era de conteúdo básico e as disciplinas se limitavam a Matemática, Química e Física, o progresso se dava razoavelmente bem, pois existiam professores qualificados da Escola de Engenharia de Uberaba que apoiavam a escola daqui. Logo, a partir do 3ºano, em que entrava a parte profissionalizante das Engenharias, a cidade, ainda pequena, não dispunha de profissionais para lecionar.



O sistema de contratação de professores naquele período não acontecia em regime de dedicação exclusiva; o professor era contratado para lecionar como horista e recebia uma remuneração pouco significativa. Nesse sentido, o Diretor da faculdade, Dr. Genésio, mostrou publicamente aos grevistas a situação da Escola, visto que esta, no ano de 1967, contava com 147 alunos, 20 professores e 05 funcionários sem vinculo empregatício. Os alunos manifestaram-se em favor da melhoria do ensino, a Escola não tem encontrado a devida consideração dos meios políticos...não há condições de nos tornarmos engenheiros...queremos realidade e não promessas. ( Entrevista – Junho/1967)

Em virtude dessa crise, a escola recebeu, pela primeira vez, os recursos orçamentários da União no valor de NCR$ 576.480,00, iniciando assim o seu processo de expansão. Nesse sentido, o presidente Costa e Silva, com base no Parágrafo 1º do Artigo 2º do Ato Institucional nº05, decreta pela Lei nº379, no dia 23 de Dezembro de 1968, que a Escola de Engenharia de Uberlândia passa a denominar-se Faculdade Federal de Engenharia de Uberlândia, a primeira faculdade federal do município.



Na perspectiva que se enquadra o presente trabalho, adotamos as leituras das principais referências teóricas que direcionam a História da Educação e analisamos os dados coletados nos jornais: “Correio de Uberlândia” e “O Repórter”, no período compreendido entre 1955 e 1970, disponíveis no acervo do Arquivo Público Municipal de Uberlândia. Em contato com as fontes mencionadas, selecionamos aproximadamente cento e vinte matérias relacionadas com o projeto Escola de Engenharia em Uberlândia, das quais foram escolhidas quinze, por representarem os principais aspectos que discorrem sobre a referida escola. Também fizemos um levantamento de dados, tanto nas Atas da Associação Comercial e Industrial de Uberlândia (ACIUB), quanto na Universidade Federal de Uberlândia – UFU, onde conseguimos reaver os estatutos de instalação da própria escola. Realizamos ainda, entrevistas com autoridades que estiveram envolvidas com esse processo de instalação do curso e entrevistamos os próprios ex-alunos, procurando buscar a verdadeira realidade social da cidade.

Comprovamos que a campanha, em favor da criação da Escola de Engenharia no município, expressou uma manifestação dos setores políticos e industriais, uma vez que a cidade buscava alcançar o ritmo de progresso do país. Prova disso, foram algumas matérias patrocinadas pela ACIUB, solicitando providências junto as “forças políticas” para agilizarem o envio da mensagem ao senhor presidente da República:

Pedimos venia voltar presençaça [presença] de v. excia. Para renovar apelo no sentido envío mensagem ao congresso sobre criação Escola Engenharia Uberlandia [Uberlândia]. População aguarda confiante concretização, reivindicação que v. excia. Recebeu aqui com tanto apreço. Agradecimentos e Cordiais saudações.” 2
A referida entidade reforçou o pedido de criação da Escola de Engenharia, uma vez que o presidente da República havia prometido, no dia 24 de setembro de 1955, em praça pública a todos os uberlandenses, a criação da faculdade. É importante salientarmos, que a ACIUB tinha interesse em mobilizar os segmentos políticos no processo de acelerar a implementação da escola, a medida que vislumbrava a possibilidade de estabelecer um canal, junto ao Governo do Estado, para reivindicar o funcionamento de um Distrito Industrial em Uberlândia. Logo, percebemos que este projeto era um desafio aos setores políticos e empresariais da cidade e esta apresentava-se como um dos principais pólos de entroncamento entre as regiões Sul e Centro-Oeste do país, momento no qual ocorria a construção da nova capital federal (Brasília).

Ainda, acreditando nessa idéia, expressou-se também com muita propriedade, o engenheiro Dr. Sture Westerlund, a respeito da futura Escola de Engenharia de Uberlândia, através de sua elucidativa oração:



(...) “E é nesse particular que os Engenheiros de Uberlândia, não querendo que uma região tão promissora como o Triangulo [Triângulo] Mineiro se atraze [atrase] em relação ao ritmo de progresso do País, providenciem febrilmente e incansávelmente [incansavelmente] para a criação das Escolas de Engenharia e de Agronomia do Triangulo [Triângulo], a primeira, ao que tudo indica, devendo ser localizada em nossa cidade”.3
Nessa temática, percebemos um forte interesse, tanto por parte do público em geral como por parte dos setores políticos e empresariais, por efetivar a criação da Escola de Engenharia no município. Por parte do público em geral, o interesse era por desenvolvimento intelectual e realização pessoal; por parte dos setores políticos e empresariais a escola deveria atender às expectativas econômicas do município, uma vez que oferecesse mão-de-obra qualificada através de uma educação profissional, capaz de solidificar a posição geo-política de Uberlândia como futuro Pólo Industrial. O amadurecimento consciente da necessidade de modernização no panorama educacional e cultural da cidade, tornou-se uma preocupação geral entre os uberlandenses da década de cinqüenta.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ARAÚJO, José Carlos Souza et alli. Educação, Imprensa e Sociedade no Triângulo Mineiro: a Revista A Escola (1920-1921). História da Educação, Pelotas, 2(3): 59-93, abril/98.
BUFFA, Ester e Paolo NOSELLA. Schola Mater: A Antiga Escola Normal de São Carlos -1911-1933. São Carlos: EDUFSCar, 1996; dos mesmos autores, Industrialização e Educação: a Escola Profissional de São Carlos, 1932-1971. São Carlos, UFSCar, 1996 (mimeo).
CAETANO, Coraly Gará e DIB, Miriam Michel Cury. A UFU no Imaginário Social. Uberlândia, Universidade Federal de Uberlândia, 1988.

CATANI, Denice Barbara e BASTOS, Maria Helena Camara. Educação em Revista - A Imprensa Periódica e a História da Educação. São Paulo: Escrituras, 1997.
GHIRALDELLI JÚNIOR, Paulo. História da educação. São Paulo: Moraes, 1980.
ROMANELLI, Otaíza de Oliveira. História da Educação no Brasil (1930-1973). Petrópolis, Vozes, 1976.
SAVIANI, Demerval; LOMBARDI, José Claudinei; SANFELICE, José Luiz. ( org.). História e História da Educação. Campinas, SP: Autores Associados: HISTEDBR, 1998. ( Coleção Educação Contemporânea).
JORNAIS:

AS FACULDADES( Engenharia e Direito) estão praticamente fundadas em Uberlândia. (1955, Dezembro 31). Correio de Uberlândia, Uberlândia, nº4282, P.1 e 5.

A ESCOLA de Engenharia. ( 1956, Julho 03). Correio de Uberlândia, Uberlândia, nº4382, P.1
CAIU PROJETO Escola de Engenharia. ( 1957, Setembro 21). Correio de Uberlândia, Uberlândia, nº4547, P.1.
CÉSAR, Clóvis. (1956, Setembro15). Escola de Engenharia. Correio de Uberlândia, Uberlândia, nº4431, P.5.
DE NOVO no cartaz e nossa escola superior de engenharia. (1959, Junho 27). Correio de Uberlândia, Uberlândia, nº7055, P.1.
ENGENHARIA.(1956, Julho 31). Tribuna, Uberlândia, Nº 4401, P.6.
ENGENHARIA: Ainda há uma esperança.(1956, Dezembro15). Tribuna, Uberlândia, Nº 4478, P.1.
ESCOLA DE ENGENHARIA: Nosso ideal é superior aos obstáculos criados. (1956, Janeiro15). Correio de Uberlândia, Uberlândia, nº4290, P.6.
EMPACOU a Escola de Engenharia? (1956, Julho 29). Correio de Uberlândia, Uberlândia, nº4400, P.1.
FICAMOS sem a Escola de Engenharia. (1956, Janeiro 21). Correio de Uberlândia, Uberlândia, nº4293, P.1 e 6.
UMA ESCOLA de Engenharia para Uberlândia. (1955, Dezembro13). Correio de Uberlândia, Uberlândia, nº4273, P.1.
UNIVERSIDADE DO Triângulo ou Universidade de Uberaba? (1956, Janeiro22). Correio de Uberlândia, Uberlândia, nº4294, P.1 e 6.

VAI VENCENDO impecilhos o projeto criando a Escola de engenharia. (1957, Abril 13). Correio de Uberlândia, Uberlândia, nº4762, P.6.
ATAS DE REUNIÕES
Associação Comercial e Industrial de Uberlândia. Conselho Diretor. Ata de sessão ordinária Nº834 realizada no dia 05 de Julho 1956. Livro14.
Associação Comercial e Industrial de Uberlândia. Conselho Diretor. Ata de sessão ordinária Nº837 realizada no dia 08 de Agosto 1956. Livro14.
Associação Comercial e Industrial de Uberlândia. Conselho Diretor. Ata de sessão ordinária Nº840 realizada no dia 23 de Agosto 1956. Livro14.
Associação Comercial e Industrial de Uberlândia. Conselho Diretor. Ata de sessão ordinária Nº852 realizada no dia 13 de Dezembro 1956. Livro14.
Associação Comercial e Industrial de Uberlândia. Conselho Diretor. Ata de sessão ordinária Nº858, realizada no dia 17 de Julho 1957. Livro14.
Associação Comercial e Industrial de Uberlândia. Conselho Diretor. Ata de sessão ordinária Nº872 realizada no dia 16 de Maio 1957. Livro14.
Associação Comercial e Industrial de Uberlândia. Conselho Diretor. Ata de sessão ordinária Nº873 realizada no dia 23 de Maio 1957. Livro14.
Associação Comercial e Industrial de Uberlândia. Conselho Diretor. Ata de sessão ordinária Nº904 realizada no dia 05 de Dezembro 1957. Livro15.
Associação Comercial e Industrial de Uberlândia. Conselho Diretor. Ata de sessão ordinária Nº907 realizada no dia 19 de Dezembro 1957. Livro15.
Associação Comercial e Industrial de Uberlândia. Conselho Diretor. Ata de sessão ordinária Nº930 realizada no dia 03 de Junho 1958. Livro16.
Associação Comercial e Industrial de Uberlândia. Conselho Diretor. Ata de sessão ordinária Nº932 realizada no dia 17 de Junho 1958. Livro16.
Associação Comercial e Industrial de Uberlândia. Conselho Diretor. Ata de sessão ordinária Nº934 realizada no dia 15 de Julho 1958. Livro16.
Associação Comercial e Industrial de Uberlândia. Conselho Diretor. Ata de sessão ordinária Nº978 realizada no dia 23 de Junho 1959. Livro16.

* Bolsista de Iniciação Científica e graduanda dos Cursos de Pedagogia e História da UFU.

** Dr. em História pela FFLCH/USP, professor do Instituto de História da UFU.

1 O antigo Ginásio Salesiano de Uberlândia, atualmente é o Centro de Documentação e Pesquisa em História (CDHIS), que melhor atende e abriga novas áreas do conhecimento e da pesquisa em história. Consolidou-se a partir do Núcleo de Pesquisa e Documentação em História e Ciências Sociais (NUHCIS), fruto do projeto de uma equipe de professores (as) de História e Ciências Sociais que, além de preocupados (as) com o registro e documentação da memória histórica da região e do município de Uberlândia, aventavam também possibilidade de organização de um Museu do Índio. Em 1987, o NUHCIS se instalou no centro da cidade e desenvolveu, por quase 5 anos, seus projetos de pesquisa e extensão junto à comunidade. No final deste período, houve a criação do Núcleo de Estudos de Gênero e Pesquisa sobre a Mulher (NEGUEM) e a organização de um projeto referente a um Museu de Imagem e Som, sustentado por um acervo precioso: duas coleções de discos, doadas, perfazendo um total de quase 10 mil peças. Já em 1992, o NUHCIS é transferido para as instalações próprias do Bloco 1Q no Campus Santa Mônica, garantindo condições para uma melhor relação com o público e o desenvolvimento da ação de pesquisas, ensino e extensão. Com uma melhor infra-estrutura, a partir de 1993, o NUHCIS se transformou em CDHIS, o qual tem por finalidade preservar, organizar e recuperar a documentação histórica, além de produzir e gerar pesquisas, promover palestras, cursos, exposições de documentos e etc. O acervo documental é composto de coleções fotográficas, discográficas jornais da cidade, da região e do país, mapoteca, videoteca e filmoteca.


2 E A ESCOLA de Engenharia. (1958, Junho 17). Correio de Uberlândia, Uberlândia, nº6673, p.1.

3 UMA ESCOLA de Engenharia para Uberlândia. (1955, Dezembro 13). Correio de Uberlândia. Uberlândia, Nº4275 P.1.


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