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Work in progress

I d e a s  w a i t i n g  t o  b e  o r g a n i z e d


V O L U M E 2
Renzo Taddei – renzotaddei@gmail.com

08.06.2004 – Fortaleza, CE
“Let us especially think about the formation of ideas. Every word becomes at once an idea not by having, as one might presume, to serve as a reminder for the original experience happening but once and absolutely individualized, to which experience such words owes its origins, no, but by having simultaneously to fit innumerable, more or less similar (which really means never equal, therefore altogether unequal) cases. Every idea originates through equating the unequal” (Nietzsche, 1965, Truth and falsity in an ultramoral sense. In The philosophy of Nietzsche, Geoffrey Clive (ed.), New York: Mentor, in Crapanzano, Vincent (1993), Text, transference, and indexicality. In Lucy, John (ed.), Reflexive Language – Reported speech and metapragmatics. Cambridge University Press)

09.19.2004 – Fortaleza, CE
Climate forecasts: How is the process of going from “there are no anomalies or ‘forçantes’” to “it will be normal/on the historical average”? Ethnomethodological construction? Wishful thinking (or the directing of research/initial hypothesis) fills the causal gaps => hypotheses are announced with more influence from cognition than from the order of the outside world, mostly where events tend to be complex/chaotic (teleology/tautology).

11.30.2004 – New York, USA
Artigo de jornal, Diário do Nordeste, 30.nov.2004, inauguração do Canal da Integração. Pardaillan promove exposição de fotos em escolas da região de Morada Nova, e concurso de redação. Garota ganha concurso de redação, e diz a repórter que aprendeu na escola que a seca traz sofrimento – ver clipping 2004.

Seca passa a ser experiência intelectual e não vivencial para a população da área irrigada. SRH necessita investir em campanha educacional para manter o discurso da seca vivo, legitimando a agenda oficial.



12.03.2004 – New York, USA
Matéria no Diário do Nordeste: “Em bom português: é pouco provável, segundo os modelos científicos, que o El Niño ganhe intensidade a ponto de influir decisivamente na quadra chuvosa cearense.”

Referência à obscuridade da linguagem técnica.



06.24.2004 – Fortaleza
“A realidade, por definição, é aquilo que resiste ao sujeito” – Gaston Bachelar (Ensaio sobre o conhecimento aproximado).
Se as “finalizações” ou “completudes” dos gêneros (Bakhtin) força nosso raciocínio a dobrar-se sobre si próprio (tauto-teleologia) e responder a uma necessidade pragmática e fenomenológica de não estender o fluxo semeiósico ao infinito, e portanto transformar a vida numa seqüência sem fim de pequenos rituais e cerimônias com início, meio e fim, então vai sempre existir um hiato imenso entre as representações sistemáticas do mundo (ciência) e a experiência, propriamente dita (e imediata, i.e. não mediada), do mundo. Aí reside o poder restritivo da linguagem (Barthes, lição inaugural do College de France), e é na literatura que esse poder por ser anarquizado.

Mas não há narrativa científica que não seja também literária (Jacques Ranciére, A partilha do sensível), simplesmente porque não há gênero discursivo que não esteja organizado esteticamente, que não tenha sua própria estética interior. Poder mimético da linguagem é fundamental para a ciência.



09.30.2005 – Fortaleza
A cultura (ou melhor dizendo, tendências interpretativas) é muitas coisas, entre elas um mecanismo para lidar com o gap entre a semiose (thirdness) e a imprevisibilidade do mundo. Isto está descrito em diversos trabalhos antropológicos, como em Turner. É o papel de rituais e perfomances de todos os tipos.

Existe uma dimensão metapragmática deste fato, quando a performance é uma transformação scócio-semiótica – como na análise de Parmentier sobre a iconicidade de rituais em Belau.

No que tange às muitas formas com que um fenômeno ou coisa é entendida em uma situação cultural em que mais de uma forma de interpretação existe para tal coisa (ou que diversas narrativas fazem uso de tal objeto), é de crucial importância a questão do gênero de discursos em uso. Gêneros têm a capacidade de redefinir semioticamente o contexto interpretativo por delimitar as qualidades da narrativa em uso, em termos de motivos, estruturas, tempos, etc. Distintos gêneros tem também suas performances e rituais (num sentido Goffmaniano) associados, bem como suas províncias de significado (provinces of meaning de Schultz) com todas as suas características específicas, etc. A escolha e uso de gêneros, desta forma, operam reduções drásticas na complexidade do mundo a ser cognitivamente e semioticamente processado.

Ver Bachelard and Ranciere acima.



12.09.2005 – Fortaleza
Atentar para o uso da palavra meteorologia com o sentido da palavra clima:
“OESP, 7 de dezembro de 2005 (repetido nO Povo, mesma data)

Desastres ligados ao clima custaram US$ 200 bi em 2005

Montreal (Canadá) - As perdas ocasionadas em 2005 por desastres naturais relacionados à meteorologia chegaram a US$ 200 bilhões, segundo os cálculos preliminares da Fundação Re de Munique, anunciados em Montreal na 11.ª Conferência da ONU sobre Mudança Climática (COP11), iniciada em 28 de novembro e que vai até sexta-feira.

...


Loster disse que o custo de outros desastres naturais comparados aos meteorológicos é muito superior.

"Não queremos desvalorizar a tragédia humana de terremotos como o recente do Paquistão, que podem matar milhares de pessoas ao ano. Mas nossas conclusões indicam que é o custo dos desastres relacionados com a meteorologia que está aumentando", explicou.”


Uso dos termos: fenômeno meteorológico como fenômeno atmosférico ou climático; fenômeno astronômico – existem alternativas lingüísticas?

Quais as implicações do uso do termo meteorológico desta forma, para a instituição de pesquisa em meteorologia?



12.12.2005 – Fortaleza
From the CALL FOR PAPERS:

Second Annual Stanford Graduate Student Conference in Cultural and Social Anthropology

The Anthropology of Global Productions

Friday, April 7, and Saturday, April 8, 2006

Deadline for abstracts: 100-150 words abstracts, no later than 5:00 p.m. January 1, 2006
Webpage: http://www.stanford.edu/dept/anthroCASA/globalproductions/

The Second Annual Graduate Student Conference in Cultural and Social Anthropology aims to bring together students and professors from the San Francisco Bay Area and beyond in the interests of interdisciplinary research, with particular regard to anthropology, geography, and cultural studies.

Rhetorics and regimes of ‘the globe’ claim a logic and coherence that are at once evaluative and prescriptive of a universal reality.  From invocations of the ‘end of history’ to incantations of post-socialism, democratization and neoliberalism, the language of ‘the global’ imagines the world as a seamless whole.  Implied in this coherent universe are integrated political economic regimes in which individuated, rational subjects make up harmonized national and transnational populations.  In examining these claims, social scientists often reify their coherence and reach; our criticisms of global projects make counter-claims that can reinforce the very orderliness we attempt to contest.  Within the discourses of world-making projects and the knowledge production they inspire are disorderly and contested relations of power, subjectivity, violence, affect, civil society, governmentality, and beauty.

The Anthropology of Global Productions will explore such discourses of world-ordering.  If anthropology often seeks to disaggregate and disable these discourses, we aim to understand both the content and the effects of these disaggregations.  We wish to raise theoretical and methodological questions about our own contributions as knowledge producers.  How do we investigate the patchwork quilt of lived realities in a way that engages those making global generalizations?  How do we strengthen the knowledge of grounded practices in a way that speaks effectively to and in debates about the globe?  What claims and interventions can we make through ethnographic research?



We are seeking the most compelling papers from a variety of disciplines that engage a broad range of topics.  Relevant topics include (but are not limited to) political economy, neoliberalism, governmentality, race, class, gender, diaspora studies, nationalism, religion, violence, human rights, NGOs, environmentalism, labor and commodity production, science and technology studies, popular culture, mass media, performance, literature, art, affect, identity and the formation of subjectivities.

12.13.2005 – Fortaleza
Transcrições de insights:
04 de Abril de 2005 - 001_A_001_taddei_2005
1:40 da manhã eu esto aqui na casa do martins, acabei de ler o livro de............................... traducão pro espanhol e tirei algumas idéias e a primeira idéia com relação a crise descob da antropologia que e uma coisa que ......... Com diz respeito como o autor constrói uma autoridade no discurso testado totalmente presente um dos constantes problemas da antropologia e o fato de que a disciplina acadêmica empoe uma grade conceitual que girar a relação entre etnográfico e a comunidade em que perto dava de modo de que.
O primeiro momento e impossível assumi a frase da idéia famosa dos guetos de tomar o ponto de vista do nativo, porque um existe uma contradição entre chegar ao campo com uma renda em termo de categoria, ou seja, ser disputa a presta atenção em alguma coisa especifica que e a realidade do local, que são coisas que eventualmente que..., pode não presta tanta atenção tem agendas diferentes em termo de foca a atenção durante a vida cotidiana ao meio de eventos mais importantes, só neste ponto já se inicia uma atenção importante esta questão com relato existe programa de crer que inscrições etnográficas podem dar um pode ser, pode se a barca num certo sentido toda situação vivenciada cotidiana a comunidade de modo que e, modo de vida que seja escrito inteiro ner.
Isso e uma ilusão tão ambiciosa de fato que fico pensando de onde pode ter surgido isso, eventualmente podem ter surgido do preconceito de que os nativos do mundo colonial na sociedade tão simples de fato que era capaz de se escreve um livro e eventualmente existe uma quantidade imensa de preconceito nisto daí porque isso não e verdade mais o problema que se empoem então e exatamente de que se a situação social e absolutamente complexa, o que exatamente a etnografia representa um certo sentido isso e uma pergunta que trás ao mesmo tempo um desafio para a pro pia antropologia, porque no momento em que eu tento resolver este problema da forma comum como esta sendo resolvida ultimamente que uma abordagem direcionada a tópicos específicos a problemas reais que ai e área da antropologia aplicada mais inclinada ou então uma coisa que no certo sentido com relato que os projetos multiplisionar então a questão que se impõem ai e o fato de guandu você aborda os problemas neste sentido ta sendo menos ambicioso e ta sendo realista mais ao mesmo tempo isso e importante perguntar com relação à antropologia em si, porque sem antropologia já não tem mais ambição de ser uma descrição de culturas numa forma geral e ela possa ser focada em tópicos específicos e, então na verdade e inevitavel que diluição uma fraquimentação radical de dissiblina e um passo que cada, na que verdade que essa ideia da discrição abatante totalizadora destas culturas nativas e, talvez a ultima possibilidade de colizão da antropologia emquanto dissiblina a parte que no momento em que e ja não se cria mais nessa possibilidade de discrição de uma cultura, inclussivel em função das limitações da esncrutaras que os quetos falam tanto que tava acontecendo e que a distancia entre os antropologos, a distancias em termos de conceitos utilizados e renda de pesquisa acaba crescendo de uma forma tão grande ao pondo de que, existe uma possibilidade de comunicação dentro da dissiplina às reuniões das seções. americanas.são casos interessante nisso porque e um, na verdade trata – se de um imenso caledoscopio em que as peças se movem de maneira endepedente quase uma das outras e ao mesmo tempo a antropologia se ver na necessidade de se relacionar de uma maneira forte com as outras diciplinas nos projetos multiplissinares, isso eum problema muito especifico e vale apena se pensado que os arcabolso metrologicos, os grupo de conceitos com que cada dissiplina trabalhar e são valorados de maneira diferente dependo como os projetos acontecem, por isso que seria muito interssante uma analise da situação academica e da situação de pesquisa levando em consideração o contexto dos fatores contextuais ou seja uim grande campo em que as forças tão operando de uma certa forma e como que antropologia reage como todo reage não como todo, mais sobre grupo especificos essas preções, por exemplo o tipo que eu to vivendo neste momento e por exemplo o fato de ter que trabalhar com economistas e com psicologos no estudo de como são feitas desições a respeito de gestão de recursos naturais no ceara, os psicologos pelonemos o de colubia que trabalham com estudo de desições, e os economistas no estados unidos conseguiram. criar um arcabolso conseitual que muito proximo do que parte de pre- supostos semelhantes e não e atoa que o cara manda ganhou sendo ele e psicologista ganhou uma grande economia, mais na verdade isso ponhe um desafio pra antropoplogia, porque os pre- supostos são diferentes os abjetivos são diferentes, são tudo diferentes e então isso acaba criando uma situação curiosa no sentido de como os projetos são financiados como os criterios de avaliação da qualidade dos resultados os projetos são negociados coletivamente, quanto mais o tempo passa mais se de luir pelo menos nos estados unidos essas fronteiras de dissiblinas academicas e mais energia se investem no fundo de recursos se investem de estudo especificos de clima e certamente e nessas areas é e ai que existe a questão complicada, como e que esta estrutura, isso acontece de maneira não planejada não discultida ou seja de uma forma que reflete a posição do capital simbolico da posição dos pesquisadores em função das suas dissiblinas dentro do seu grande mercado que no ponto em que a situação do clima quase a confução do mundo politico com o mundo academico no sentido em que move o investimento de pesquisa no clima e num certo sentido não só os altissimos gustos de reconstrução e noções de cotigencias eveitos climaticos, mais alem de tudo um agrande ansiedade a respeito dos riscos de previsão por isso tudo pra dizer que seria muito interssante que talvez pensar numa maneira estrutuda na sim, como essa nova situação de atuação profissonal dos atranpologos hoje em dia, mais fudamentalmente aqueles que não estão nas universsidades nos departamentos principais produzindo os textos que são lidos considerados como o genero e classico e de discurção teorica da antropologia mais a maioria de antroplogos que acaba se envolvendo com pesquisas que tem um sentido de aplicação local mais porque de contribuição preservados teoricos que na verdade................, de alguns casos da antropologia ......, tudo mais e tão tentar entender como e que o momento comteporanio impõe as demandas as ações dos antropolos e é como isso na verdade pode ser incluido numa forma de enteder melhor isso que se considera pra fazer um grande ............, da antropologia.

Hoje e 19 de Maio de 2005 – 002_B_001_taddei_2005 (2:35)
E eu to indo de Fortaleza pra Săo Paulo, estou lendo o livro diferente desiguais e desconectados do kancline, e eu tive uma, me ocorreu que na verdade que a , kancline fala bastante na questăo de tentar se sistematiza o conhecimento sobre as transformaçőes que tăo ocorrendo agora e isso , eu vejo com um pouco desconfiança a essa distribuirăo da revoluçăo e do comunicacional e tăo fraguementado aparte tăo grande da populaçăo que qualquer sistematizaçăo na verdade e muito mais uma tentativa de prognostico do que vai ser um futuro do que uma descriçăo do presente.
Eu penso por exemplo da maneira que a populaçăo nordestina se entregam nas redes comunicacionais, de forma muitíssimo fraguementado basicamente através de televisăo e poucas pessoas através de Internet, as rádios continuam sendo locais e as interpretaçőes das novidades e, săo umas mesclas de paradiguimas novos de modo que a vontade do kancline ele sistematiza um conhecimento, e uma coisa que tem que ser feita com calma e uma outra coisa que me chamou atençăo na obra do kancline săo as frases por exemplo que na pagina 13 ele coloca encontrar teorias que organizem as novas diversidades e pra mim muito estranho essa frase teoriaca diversidade acho que e muito pessoal em cima da que se espera da teoria a isso em outra existem outros passagens que ele fala mesma coisa e .................

Hoje 19 de maio 2005 – 002_B_003
To no aviăo de Săo Paulo pra o México lendo o livro de kancline diferentes desiguais e desconectados, pensando na definiçăo de cultura que ele sugere me ocorre o fato de que tanto ele influenciado como ele e pelo bondila e tanto quanto Pis desconsidera de maneira capoli a importância da questăo afetiva na .............. , e isso me parece a coisa profundamente importante pois e existia um vácuo teórico, da questăo teórica de como a organizaçăo do afeto no certo sentido também na organizaçăo na produçăo do sentido, produçăo da siguinificaçăo isso me obriga a te que revisar a bibliografia de psicologia social e ao mesmo tempo a detecçăo de campo dentroantropologia a ser trabalhado.

20 maio de 2005 002 _B_004
Dentro do aviăo voando de Săo Paulo para o México e lendo um livro do kancline deferentes desiguais e desconectados, e me ocorreu que quanto mais superaçőes locais absorvem discurso desenvolvimentista dos planejadores das agências centralizadas dos governos num certo sentido também começa a perde a capacidade de atuar de forma flexível na quelas demanda pontuais que aparecem nas suas comunidades e ou seja na medida do possível que eles a lógica e açăo danificando centralizada eles também e num certo sentido perdem a capacidade de açăo rápida flexível descentralizada que eventualmente caracterizava uma organizaçăo política menos centralizadora.

Fortaleza 14 de Maio de 2005 – 001_A_002
Acabei de sufar na praia do futuro
alegria tem toda uma etiqueta, precisa entende a etiqueta da alegria pra ser alegre com competência e estilo, por coisa que encontrar alegria só de vez enquando e difícil ser alegre com classe e pra quem não e alegre e quando chega encontra a pessoa como se comporta e por isso que o sujeito que precisa de cerveja e depois da cerveja se comporta mal e fala besteiras.

Alegria por comparação, o sujeito pode ser feliz vivendo ao redor de pessoas alegres, mais o fato de se entender diferentes das pessoas alegres fazem diferentes que nem alegres e uma alegria por comparação por contraste.



Fortaleza 14 de Maio de 2005 - 001_A_001_taddei_2005 (1:00)
A arte e que nem em chuva, condensar presipita o que de alguma forma já se encontra na atmosfera da forma papalvel liguida o que antes e um ............, dispersa e percepitiva mais não materializadavel e uma vez precipitada desenunda os alimentos nós destroei ate que talvez evaporado volte a fazer parte da quilo que nós secunda, mais no qual não temos conciência.

Fortaleza 18 de junho de 2005 – 001_A_001_taddei_2005 (1:39)
Eu estou em fortaleza e estou lendo a partida de sencivel de Jakes Rancie, e importante, me ocorreu que a ideia do estruturalismo da cofiguração estavel das coisas dos modelos metaidais que podem se aplicar de uma situação pra outra o que budia fez com abitos que são as disposições estaveis relativamente estaveis encorporificadas , pode se dar tambem pra situações que vão mais além do que o individuo pode aver conficurações estaveis coletivas é que não sei por que a pro pia ideia da quela estrutura.
A estrutura pode ser contigente do tempo da historia do momento, das cicustancias , em que o bodier tentou fazer com abitos pode ser feitos com a coletividade e suas manifestações liguisticas e culturais e eventualmente politica, sera que foi isso que o ........... , chama de espitene talvez.

001_A_001_taddei_2005_09_09 (02h20min)
Fortaleza 09 de Setembro de 2005
To no avião, lendo o livro de kancline diferentes desiguais e desconectados;
Com a presença da Ana Laura.
E o kancline na pagina 34, apresenta uma definição de cultura que deixa fora as questões de cultura que deixa fora das afetivas. E me ocorre de que desrespeito a possível configuração da cultura sertaneja que e impossíveis pensares numa forma como aquela cultura se configuraram historicamente sem leva em consideração relação de ansiedade ao clima, com relação às estruturas políticas e tudo mais e é existe algum interesse nesta questão definir culturalmente sem incluir o afeto é e preciso pensar mais.
No segundo pensamento e que com relação com as formas com a, manifestações da cultura popular fazem referencias a se pró pia, normalmente da exatamente como o kancline diz e regiões de fronteiras na, em regiões intermediadas entre campos culturais e o exemplo disso e um poema, cante lá que eu canto cá de patativa do assa ré e as gravações de apresentações de gravações de cantadores que eu tenho que fala do clima que de certa forma definem o sertanejo e encontros e comparações com o sujeito urbano, acho que isso poderia dar um artigo interessante.


001_A_001_taddei_2005 (01h16min)
Fortaleza 24 de Setembro de 2005
Estou na praia do futuro, lendo o livro do kancline diferentes desiguais e desconectados na pagina 62, ele critica a teoria..., do Bour dieu dizendo que ele deixou duas coisas de fora na teoria de campo.
Uma e as dispeficidades de cada campo e a outra e a relação dos campos da historia social, na verdade e quase............, são sempre mesmas coisas, me ocorre que a relação entre as questões das relações de poder que e a base da teoria que e baseada do bour dieu e como, ta mais ligada com os aspectos paradigmáticos da relação social e como se fosse uma gramática então estrutural enquanto o conteúdo ta fundamentado em relações históricas, estão ligadas......, culturais de cada grupo.

001_A_002_taddei_2005_09_09 (02h50min)
Fortaleza 09 de Setembro:
Eu estou em São Paulo, lendo o livro do kancline diferentes e desiguais e desconectados, numa outra pagina 40 ele chega a uma definição de cultura que e basicamente que pode da cultura com interculturalidade e na verdade isso e uma questão interessante ai que e sistemelógica e metrologiaca e, ele se foca nos processos de troca e de comunicação e na significação sugestantes como questões fundamentais na construção da sociedade mais isso e um recorte metodológica muito especifico porque se deixar fora uma forma como elementos pessoais ou elementos de um nível de organização social, mais espachas do que a cultura publica, por exemplo, questão familiar que era uma coisa uma que interessava, por exemplo..., ao Bour dieu na analise da casa capila, não sejam, não possam fazer parte deste campo de analise é uma coisa que eu relato e a idéia de que pode existe uma cadeia causal em que aspectos individuais possam configurar uma situação coletiva, como por exemplo, trassos de personalidades individuais ou questões psicológicas que afetam indivíduos podem ter um resultado do macimo dentro da população que podem afetar as configurações culturais as população de uma certa forma isso pode acaba sendo vista nas relações de fracos também.
Às vezes eu pergunto ate que ponto essas relações conseguem da conta de entender esses processos na sua casualidade, pessoalmente a desrespeito a que fazer com esse conhecimento se, por exemplo, se tem a ver com impactos do clima ao tratamento de coletivos etc.

001_A_003_taddei_2005_09_18 (03h43min)
Hoje e 18 de setembro de 2005
No avião de Fortaleza pra São Paulo, eu to lendo o livro do kancline diferentes desiguais e desconectados e na pagina 47 ele diz que quem acredita que as diferenças culturais, que nas festas culturais transforma fortaleza tendem absoluteza e me ocorreu que isso e uma forma que me guia as comunidades a fazer e criar narrativas a respeito da sua pro pia indenidade que essas narrativas tende a enfatizar alguns aspectos de metremento de outro e neste caso eles apontam que a identidade ética, por diferenças culturais é em muitos casos um ponto de referentes..............., narrativas de indenidade cultural, e eu tava pensando na questão do nordeste e varias coisas.
Primeira e aquele poema do patativa do assa ré, canto cá que canto lá, como ele fala de uma representação e de si mesmo, em comparação e de contradições à vida urbana e o curioso e a mudança que houve na representação do cearense fazem de si pro pio, pessoalmente com, ultimamente com desenvolvimento da cultura na indústria do turismo em que a cultura se transforma em atração de turista e uma indústria com potencial de geração do crescimento pro estado, o que se começa a falar sobre o que e o ceara, enfatizando questões culturais.
De uma maneira muito especifica, principalmente ao desrespeito ao..., as tradições que existe o que a tradução de uma cultura popular o que o folclore e a principalmente, o que não, quase nunca faz parte do debate e informa com que as essas praticam tradicionais existem na sociedade as transformações da existência destas praticas dentro do meio social e então me ocorreu, por exemplo, esta questão de como esse tratado faz um analise meta simbólica e meta paradigmática, usando como..., por exemplo, os..., urbanos que escrevem cordel nas cidades, mais ao escreverem cordel nas cidades esta fazendo referencia a uma..., cultural que enfretiza ao meio de produção literária, rural que e o caso da tupiniquim editora de Gibson Vianna.
001_A_006_taddei_2005 (01h30min)
Hoje 19 de Setembro de 2005
No voou de São Paulo pra Fortaleza, eu to lendo o livro do kancline diferentes desiguais e desconectados na pagina 55, ele mencionar e que existem coisas que cabem a etnia que é inegociável.
E isso me fez pensar na questão do elemento cultural que existe presente nos processos políticos em que pessoalmente participativos a negociação e o elemento central do processo político como o comitê de bacias e ai, eu me dei conta de que e exatamente, a presença do inegociável que faz com que isto seja meto mega prognostico de organização dos processos políticos, de modo que o que e inegociável se transforme e se invisível e só o que e negociável e ganha visibilidade de modo que o processo possa caminhar, com aparência de democrática e se constitua numa situação de Difren do Lion Tay e se e preciso escrever um artigo comentando esse preciso.
001_A_007_taddei_2005_09_19 (02h02min)
19 de Setembro de2005
Voou de São Paulo pra Fortaleza, to lendo o livro do kancline diferentes desiguais e desconectados, ainda na pagina 55 ele menciona a necessidade de pensar enterculturalidade como parte importante da compreensão da existência política e cultural dos grupos.

Me vez pensar que a interculturalidade e a forma curiosa de pensar, os traços culturais porque ele e necessariamente uma forma meto semiótica de pensar, pensar relação não e núcleo básico do........., culturalmente e pratico cultural toma relações como dado e elabora operações de significações a situação ente cultural e a situação em que a pró pia atividade de reflexão da relação se tomam pratica, então e uma atividade meto semiótica e importante entender como que essas atividades meto semióticas se relacionar e ao mesmo tempo um pensamento relacionado e uma ação prática, talvez ai resida uma possibilidade do estudo da teoria das performances.


001_A_008_taddei_2005_09_19 (02h27min)
19 de Maio de 2005
No voou de São Paulo indo pra Fortaleza lendo o livro diferente desigual e desconectado do kancline, depois o kancline faz uma apresentação sobre abra do Bour Dieu com................., do campo de foca e muito mãos nas diferencias de classe popular que são submetidas às classes ................, desrespeito as classes culturais que são, nas questões situadas ou esticão que tem que autoridade pra decidir os valores , ta concentrado nas classes dominante na verdade e só uma cultura de conceito de campo que num certo sentido desconsidera a, uma possibilidade de que mesmo os membros de classes inferiores têm uma noção.
Nota semiótica da pró pia questão de campo que eles possam teoriza sobre o campo e elabora formas de resistências, através de estratégias meta fragmáticos e eu acho que na verdade a próxima seção do livro da sociologia pós Bour Dieu ner, ou talvez o kancline faça ................, isso seria interessante analisar mais a idéia de campo do Bour Dieu para ver ate onde dar espaço a idéia de ação nota semiótica indizível das classes populares.
002_B_002_taddei_2005 (01h41min)
19 de Maio de Setembro 2005
To no avião de São Paulo indo pro México, to lendo o livro do kancline diferentes desiguais e desconectados e ele na pagina 33 faz um resumo de uma abordagem do Bour Drelain, o livro critica..., política dos signos que e um complemento muito interessante para minha intenção criar uma teoria semiótica da pratica e é vale muito apenas eu umas olhadas nisso, mais alem disso e interessante é que chega ao começo da pagina 34 a uma definição operativa de cultura que define cultura como conjunta de processo sociais produção de circulação consumo da significação na vida social e interessante de trabalhar com clima e que o clima desafia um pouco esse processo de significação ou pelo menos ele mantêm o processo de significação em aberto num certo sentindo em virtude de ser um fenômeno inerentemente mais de profundo impacto na organização de processos sociais.
2005[1]. 03.25_analise (04h32min)
Hoje e 25 de Março de 2005
Eu estou almoçando com Cidine Anfrond.................., no café ao lado de columbia e ele dizia enquanto eu conversava com ele, me o correu uma analise de diferencias de arquitetura entre.................., e columbia e fleston, na arquitetura da universidade da impressão que existe uma barreira entre as pessoas de fora em quem ta de dentro, existe uma barreira grossas de pedra, que na verdade da uma seção de inacessibilidade que e um pouco reflexiva daquela............, fleston representa em quanto que arquitetura de colúmbia e muito diferente não só porque e, colúmbia em, ais aberta, mais também porque aqueles correm os espaços entre as duas livrarias da sensação imensa de centro onde as coisas de centro nervoso pareciam que aquela praça de colúmbia era uma capital do império romano.................., porque o tempo inteiro as pessoas passando e movimento e combinação de dinamismo de grandiosidade e Cidine concordou com aminha avaliação de arquitetura de cumlubia, enquanto fel e uma, e um lugar que não tem uma linha de arquitetura definida e por isso gera uma seção de coisas assim, cada edifício tem uma arquitetura que tem uma falta desarmonia espetacular, na organização arquitetônica da cidade e isso pode ser combinado com idéias que eu tenho de escrever do livro experiências nova-yorquina e principalmente com que desrespeito à maneira como se valoriza um pouco o doutorado aqui, isso e uma outra coisa que explicava para Cisne.
A disfreguencia que existem entre a estrutura do ritual que e aprovação do doutorado com o pouco caso que os professores fazem disso, então quando descreve que na verdade ninguém passa direto, ou seja, sem que exista por definição algum tipo de correção a ser feito na tese, ou seja, o sujeito pode passa r com correções mínimas, com correções maiores ou ser reprovado ao mesmo tempo em que os professores mal lerem à tese e na verdade qualquer tipo de impedimento de tempo e desculpas suficientes para eles se desculparem não aceitarem convite de comitês de doutorado ou que na verdade acabam deixando pra as editoras acadêmicas a tarefa de separa jô do trigo, então ao mesmo tempo em que os Estados Unidos produz em escala industrial todos os anos, uma avalanche de tese de doutorado, na verdade e as editoras acadêmicas que acabam fazendo a seleção quais essas teses ganham mercado e começa a ser distribuídas e vão se torna objeto de......, acadêmico através de divisão e publicação e comentários ner.
2005 [1]. 03.26_Rituais (00h31min)

26 de Março de 2005

No metro marraten, é uma outra idéia que pra fazer analises do ritual e da relação ao ritual e o fato de que a vida coletiva perdeu uma carga de relação com a religião institucionalizada possa usar...................., e o cambiar.

2005 [1]. 03.26_Rituais (01h42min)
Hoje 26 de (risos) Março 2005

No metro, tive uma idéia com argumento da fase que a questão e o seguinte e a maneira como a teoria antropológica lida com a questão do significado num nível empecido ou secundário e o que to propondo fazer uma coisa intermediaria entre o que Devis Trou queriam e o que Tame fez..., queria uma ordem simbólica universal.


Que organiza todos os intercâmbios possíveis enquanto o Tame e nunca pensar em sistematizar nenhum tipo de teoria da organização simbólica das coisas alem do comunico, o que a meta fragmaticos faz na verdade e exatamente isso a meta fragmáticos mostra como o significado no nível fragmanticos um significado num nível mais alto, ou seja, um nível de meta semiótica de organização e significados que ta relacionados, mais o ponto central da tese seria como isso e usado estrategicamente nas transformações sociais, ou seja, como isso tem a ver também com idéia rituais não são apenas para produzir, mais podem ser usados estrategicamente pra transforma a sociedade também.
2005[1]. 06.13 Ficção _Política (04h13min)
Hoje e 13 de Junho em Limoeiro do Norte
Eu lendo o jogo das contas de vidro de Hermas Rés, e eu tive a idéia de em algum momento de escrever algum tipo de ensaio em que a estrutura democrática e a estrutura totalitária ou patriarcal, teocrática com............., se chame na estrutura com a figura central, seja posta em atividade numa dinâmica social qualquer, dentro de uma trama , dentro de uma historia fictícia numa sociedade imaginaria em que ambas das coisas são partes de rituais sociais em que existe uma relação de alam ticai entre centralização e descentralização das tomadas de poder como por exemplo Hermas Rés fala do ritual dos jogos das contas de vidro.
Eu imaginei a sociedade em que, determinadas situações vivence algum tipo de ritual que combinasse política e estética e que num certo sentido terminasse com algum tipo de ação de estrutura biológica do paço anterior do jogo, por exemplo, uma situação em que existia necessidade de um controle centralizado, totalitário, como por exemplo, ritual de casamento num ritual de julgamento, mas que esse processo alem de ser mais carregado de simbologia de........................, ele terminasse com ante ritual rompendo aquela estrutura anterior como por exemplo algum tipo de ataque simbólico ao individuo que foi o detentor de controle nas tomadas de decisões do momento .
Totalitário e esse ritual de ataque na verdade como que servia pra passar pra um momento mais descentralizado e esse momento descentralizado, num certo sentido ia termina em algum tipo de crise coletiva de falta de liderança e se restaurasse um processo de vida e de concentração de poder, isso poderia ser uma historia que uma metáfora pro Século XX da América latina mais ou menos.
Mais poderia se fato de uma maneira bastante etérea de modo de não dar nenhum nome as bois de modo que fosse uma metáfora para farias outras coisas também.
Observação: as palavras em inglês escrever da maneira que escutei
12.20.2005 – São Paulo

Início oficial da quadra chuvosa?


Diário do Nordeste, 20 de dezembro de 2005

ESTIAGEM
Operação Carro-Pipa é suspensa no CE e PI

Está suspensa a Operação Carro-Pipa no Ceará e Piauí. A falta de recursos provocou a decisão por parte do comando da 10ª Região Militar, responsável pela coordenação do programa nos dois Estados. São necessários R$ 12 milhões para manter a operação nos 126 municípios cearenses e 55 piauienses até fevereiro de 2006, quando espera-se o início oficial da chamada quadra chuvosa.

(…)


Ontem, o boletim diário da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) não apresentou registro de chuva em nenhum município do Estado no período entre às 7 horas do domingo e às 7 horas da segunda-feira.

De acordo com o Departamento de Meteorologia, em grande parte do período das próximas 12 horas, a maioria das regiões do Ceará deve ficar com céu parcialmente nublado. À tarde, a faixa litorânea deve apresentar momentos de céu claro. Variação de nebulosidade em todas as regiões. Possibilidade de chuva isolada no Cariri e Inhamuns. A imagem do satélite Meteosat 7, até às 8 horas de ontem, no canal infravermelho, mostra grande parte do Estado do Ceará com céu parcialmente nublado. Apenas o Cariri aparece com nebulosidade reduzida.



02.02.2006 – Fortaleza
Uncertainty is a crucial part of our lives, but most of the times, we just don’t see it. Cultural and psychological mechanisms of protection. For some reason, our psyche is not capable of handling uncertainty in a productive way.
Not knowing what’s going on is different that saying that nothing is going on. But in practice, that’s what the political groups in power in the US and some other western countries do: they take the second as sinonim for the first.
Finite pool of worry: does that explain why meteorologists are scapegoated?
Science communication is much more than the updating of high-school education – it’s about decision making on how to cope with nature, and what to do in terms of political debates.

03.15.2006 – Fortaleza

Plausible deniability (I didn’t know), other regarding preferences: theory behind caring or cynicism in terms of how decisions are made.


Probability scares people away: endogenous ratification

AP’s hypothesis: communicating forecast using just a number would scare people less than giving them the range of probabilities; therefore people would be more inclined to argue against the use of science in the second case.

Then, from the perspective of the forecaster, there is a problem that goes in the opposite direction: not talking about uncertainty created expectations that will not materialize in the medium term, so it’s better to sacrifice something in the short run to profit in the long one, that is, explaining that only in the long run the use of uncertainty will provide all higher gains in aggregate (just like the stock market). This is related to the construction of authority when dealing with uncertainty: focus in the long term. The gains can come to the producer and to the forecaster, the first in average less lost in crop, the latter in the construction of authority.

But the latter needs to produce information on performance!!!!!!!!!!!!!! In order to tailor public perception.



03.24.2006 – Tucson, Arizona
From SPAWS
Stakeholders’ involvement: changing cultural patterns inside institutions.

Transformation of ideas: require institutional adaptation.

Social scientists are not extentionists.

There is the need for helping the stakeholder structuring their thinking: not all information is relevant, so the problem is how to sort out what is available, and what pieces to link to what (Holly M.)

Investment in improving technology is lost if message is misinterpreted;
Phenomenological problems: cycles, rhythms:


  • in climate large scale

  • in social cycles and processes intermediary scale

  • in institutional culture small scale

The outreach process is slow.
How to extrapolate?

Powerful users get attention.

That creates invisible sectors -> invisibility and vulnerability: how disasters are absorbed by discourses/commom sense.

Existential problem: social distribution of risk -> social distribution of effects -> social configuration of attitudes towards uncertainty.


Investment in education: private sector does it: tutorials, etc.

How to test the reception of information? (graphics, etc.) This is a necessary task.


Idea for paper: internal institutional conflicts at IRI are a good case study in terms of how institutions change and the problems faced by it.




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