Xi congresso nacional de meio ambiente de poços de caldas 21 a 23 de maio de 2014 – poços de caldas – minas gerais



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XI CONGRESSO NACIONAL DE MEIO AMBIENTE DE POÇOS DE CALDAS

21 A 23 DE MAIO DE 2014 – POÇOS DE CALDAS – MINAS GERAIS

COMPOSIÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DA ENTOMOFAUNA EDÁFICA DE UMA REGIÃO DA CAATINGA EM SEABRA-BA
Marcelo Marcos Magalhães(1), Marlene de Souza Martins(2), Isamara Anjos Moreira(3), Murilo Lopes da Silva(4), Carla Katiely Santana Souza(5), Flávia Maria de Souza(6)
(1)Orientador, Professor do IFBA - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Bahia, câmpus Seabra-BA. e-mail: tellusmagalhaes@gmail.com.

(2) Discente IFBA - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Bahia, câmpus Seabra-BA. Curso técnico em Meio Ambiente. e-mail: bahmartinss@gmail.com

(3) Discente IFBA - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Bahia, câmpus Seabra-BA. Curso técnico em Meio Ambiente. e-mail: isamaramoreira123@gmail.com



(4) Discente IFBA - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Bahia, câmpus Seabra-BA. Curso técnico em Meio Ambiente. e-mail: murillo-sba@hotmail.com

(5) Discente IFBA - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Bahia, câmpus Seabra-BA. Curso técnico em Meio Ambiente. e-mail: carla_katuely@hotmail.com

(6) Discente IFBA - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Bahia, câmpus Seabra-BA. Curso técnico em Meio Ambiente. e-mail: flavinhazabele@hotmail.com
Resumo – O presente trabalho, que se encontra em andamento, tem como objetivo o estudo da entomofauna edáfica e as relações ecológicas das comunidades com a conservação ambiental em uma região do municipio de Seabra-BA. As campanhas de campo da primeira etapa da pesquisa foram realizadas no período seco (junho e julho) utilizando armadilhas do tipo pitfall. Os resultados da triagem foram analisados utilizando agrupamento por similaridade e Análise das Componentes Principais (ACP), que indicaram as tendências da distribuição dos organismos em detrimento ao grau de antropização das áreas estudadas. A diversidade e riqueza das comunidades revelaram correlações entre a distribuição de alguns grupos de invertebrados e as condições de preservação da vegetação, bem como às outras variáveis como pH e umidade do solo.
Palavras-chave: Entomofauna edáfica. Caatinga. Conservação. Invertebrados.

Introdução

No domínio do bioma Caatinga, existe a predominância da vegetação xerófila e dos rios intermitentes sazonais, profundamente vinculadas aos atributos de um clima rústico, dotado de longa estação seca e falta de regularidade na chegada das chuvas de verão. Com base na isoieta modal de 800mm ano-1 e em critérios de natureza geo-ambiental, Souza et al. (1994) afirmaram que o semiárido ocupa 788.064Km2, onde a precipitação média anual varia de 400 a 800mm e que, além da vegetação caducifólia espinhosa (caatinga), ocorrem outros tipos vegetacionais.

Conforme Garda (1996), os solos nordestinos estão sofrendo um processo intenso de desertificação devido à substituição da vegetação natural por culturas, e através de queimadas. O desmatamento e as culturas irrigadas estão levando a salinização dos solos, intensificando ainda mais a evaporação da água contida neles e acelerando o processo de desertificação. Portanto, graças à presença da vegetação adaptada da Caatinga não houve a transformação do nordeste brasileiro num imenso deserto. Contudo o bioma Caatinga encontra-se sob ameaça de vertentes difusas: seja pelo manejo inadequado dos recursos naturais, pelo processo de desertificação ou interesses do poder econômico atrelado às articulações políticas.

Para Lima et al, (2011) a desertificação e as mudanças climáticas no semiárido brasileiro são problemas interligados de dimensões globais que devem ser discutidos conjuntamente a fim de obter soluções para mitigação e adaptação aos mesmos. Alguns estudos têm demonstrado a importância da Caatinga para a conservação da biodiversidade (LEAL et al., 2003). No entanto, a riqueza faunística desse bioma é ainda pouco conhecida, isso devido aos poucos trabalhos realizados nessa região.

A fauna edáfica é utilizada, dentre os diversos integrantes da biologia do solo, como importante indicador biológico de qualidade do solo, podendo ser útil na avaliação de agrossistemas degradados (WINK et al., 2005). A abundância e a estrutura das comunidades edáficas de insetos estão diretamente relacionadas ao fornecimento de alimento e das características relacionadas à vegetação local. Ambientes mais complexos suportam maior diversidade de nichos, consequentemente uma maior abundância da fauna local. Portanto, a diversidade estrutural da vegetação é altamente correlacionada com a diversidade de artrópodes e é utilizada na compreensão dos distúrbios provocados por simplificações dos ecossistemas naturais (HUTCHESON, 1990, LORANGER et al., 1998). Geralmente, as alterações da abundância, diversidade e composição de espécies indicadoras dependem de recursos específicos do sistema para avaliar e explicar os resultados de perturbação. De acordo com Buchs (2003), a diversidade biológica, em particular, é uma das ferramentas mais importantes no monitoramento da saúde e funcionamento dos ecossistemas.

Os insetos constituem o maior grupo animal da face da Terra, sendo muitas espécies desta classe consideradas pragas agrícolas e urbanas, outras polinizadoras de várias espécies de plantas (TRINDADE et al., 2004), desempenham papel importante nos ecossistemas terrestres, pois estão envolvidos em processos como decomposição de matéria orgânica, ciclagem de nutrientes, fluxo de energia, dispersão de sementes, reguladores de populações de plantas, animais e outros organismos (LOPES, 2008). Esse grupo afeta a estrutura do solo, melhorando suas propriedades físicas e conteúdo orgânico, além da atividade da comunidade microbiana, influenciando no desempenho das plantas.

Para a realização do estudo sobre a entomofauna edáfica da Caatinga, foi realizado um levantamento no entorno do câmpus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia localizado no município de Seabra, por alunos do curso técnico em Meio Ambiente modalidade subsequente. O câmpus do IFBA-Seabra está localizada na Chapada Diamantina- Bahia, a 460 km da capital (Salvador- Bahia), considerada o centro geográfico da Bahia com uma população estimada em 44.765 pessoas em 2013 (IBGE, 2014), tendo como bioma predominante à Caatinga. A carência de estudos relacionados a invertebrados terrestres na Caatinga e especialmente na referida cidade, bem como uma melhor compreensão do bioma, foram os fatores que motivaram este estudo, o qual se encontra em andamento.



Material e Métodos

O trabalho consiste em amostrar a entomofauna do solo em dois períodos distintos, seco e úmido, comuns da região do semiárido. No entanto, os resultados parciais apresentados neste trabalho referem-se à amostragem no período seco e pretende-se repetir o mesmo procedimento no período úmido.

As áreas de estudo foram divididas em quatro campos, somando 5,5 ha, situadas entre as coordenadas S 120 23.952 W 410 47.204 e S 120 23.903 W 410 47.396, sendo o campo 1, a área compreendida dentro do câmpus com 13.525 m2, o campo 2, a área ao sul do câmpus com 13.936 m2, o campo 3, a área ao Norte do câmpus com 10.053 m2 e o campo 4, a área a oeste do câmpus com 17.392 m2. O status de conservação das áreas amostradas foi determinado conforme presença de vegetação e estágio sucessional da mesma. De acordo com o observado foi determinado o grau de impacto como ausência de cobertura vegetal, pouca cobertura vegetal (predominância de gramíneas), média cobertura (predominância de pioneiras arbustivas) e cobertura completa (predominância de vegetação arbórea) dos campos 2, 1, 3 e 4 respectivamente.

Foram utilizadas armadilhas de solo do tipo pitfall, confeccionadas com garrafas pet cortadas com 7 cm de altura e diâmetro de 6,5 cm. As mesmas foram enterradas ao nível do solo, utilizando álcool 92,5% como atrativo. Foram dispostas aleatoriamente em quatro ambientes dentro do câmpus do IFBA-Seabra, e fora do câmpus, (lados norte, sul e oeste) 168 armadilhas entres os meses de junho e julho de 2013. Cada amostragem teve a duração de 24 horas a partir da instalação das armadilhas.

Os materiais amostrados foram acondicionados em frascos de vidro contendo álcool e posteriormente triados em cubas de plástico no laboratório de biologia do câmpus. Medidas de pH e umidade do solo foram obtidas pelas médias de três medições de cada área amostrada, utilizando o equipamento Soil pH – Moisture Meter.

Para a análise dos dados, os invertebrados foram agrupados em nível taxonômico de ordem, subordem e analisados em detrimento aos fatores ambientais observados. Conforme cobertura do solo e estágio sucessional da vegetação, fatores como nível de impacto foram considerados na Análise das Componentes Principais (VICINI, 2005). O software estatística 7.0 foi utilizado para obter o índice de correlação de Pearson e ACP. Para avaliação da riqueza de invertebrados através do número de grupos identificados bem como a diversidade e uniformidade, foram utilizados os índices de Shannon (H) e de Pielou (e), respectivamente, conforme FREITAS et al. (2003):


H= -Σ pi . ln pi (H)

e= H/log S (e)

Onde, pi = ni/N; ni= número de indivíduos do grupo amostrado; N= número total de indivíduos amostrados; H= índice de Shannon; S= riqueza das espécies, segundo MAGURRAN (1996) e (MONTENEGRO, 2010 apud MENDONÇA, 2002).
Resultados e Discussão

A amostragem apresentou uma considerável variação na densidade e composição faunística, onde foram coletados 11.096 indivíduos pertencentes aos seguintes grupos taxonômicos: Hymenoptera com 7.683 indivíduos, Collembola com 2.781 indivíduos, Diptera com 255 indivíduos, Coleoptera com 104 indivíduos, Lepidoptera com 34 indivíduos, Hemiptera com 1 indivíduo e subordem Homoptera com 16 indivíduos, Isoptera com 81 indivíduos, Orthoptera com 26 indivíduos, Zoraptera com 8 indivíduos, Dermaptera com 2 indivíduos, Blattaria com 4 indivíduos, Pseudoscorpiones com 11 indivíduos e Classe Arachnida com 90 indivíduos.

Das quatro áreas estudadas dentro e no entorno do câmpus, a área que se encontra sob maior grau de antropização, devido à retirada da vegetação, (campo 2) localizada ao sul do câmpus, foi a que apresentou menor diversidade (Tabela 1), sendo a ordem Collembola o grupo mais diverso em todos os campos, exceto no campo 4 onde a ordem Hymenoptera apresentou maior diversidade.

Embora, a área localizada a oeste do câmpus (campo 4) tenha apresentado menor riqueza de espécies, (Tabela 2) apresentou uma elevada diversidade e o melhor índice de uniformidade em relação às outras áreas (Tabela 1).


Tabela 1. Índice de Diversidade de Shannon-Wiener (H) e Índice de uniformidade de Pielou (e) de invertebrados terrestres no entorno do câmpus do IFBA-Seabra/BA.




CAMPO 1

CAMPO 2

CAMPO 3

CAMPO 4

Grupos faunísticos

H

e

H

E

H

e

H

e

Hymenoptera

0,1830

0,0530

0,0628

0,0179

0,3367

0,0931

0,3652

0,1175

Diptera

0,0528

0,0155

0,0427

0,0121

0,1368

0,0378

0,0548

0,0176

Coleoptera

0,0430

0,0126

0,0538

0,0153

0,0368

0,0101

0,0459

0,0147

Lepdoptera

0,0031

0,0009

0,02109

0,0060

0,0238

0,0065

0,0142

0,0045

Arachnida

0,0369

0,0108

0,0439

0,0125

0,0450

0,0124

0,0438

0,0141

Homoptera

0,0148

0,0043

0,0045

0,0012

0,0121

0,0033

-

-

Hemiptera

0,031

0,0009

-

-

-

-

-

-

Isoptera

0,0924

0,0271

0,0134

0,0038

0,0134

0,0037

0,0101

0,0032

Orthoptera

0,0056

0,0016

0,0118

0,0033

0,0204

0,0056

0,0142

0,0045

Collembola

0,2828

0,0831

0,0917

0,0261

0,3669

0,1015

0,3293

0,1060

Zoraptera

-

-

0,0025

0,0007

0,0108

0,0029

-

-

Dermaptera

-

-

0,0045

0,0012

-

-

-

-

Blattaria

-

-

-

-

0,0036

0,0009

0,0101

0,0032

Σ

0,7454

0,2098

0,3526

0,1001

1,0063

0,2778

0,8876

0,2853


Tabela 2. Riqueza de espécies nas áreas amostradas dentro e no entorno do câmpus IFBA-Seabra.

Área

Campo 1

Campo 2

Campo 3

Campo 4

Riqueza - S

2.513

2.460

4.844

1.279

Não houve similaridade significativa das comunidades dos campos 1, 2 e 3, no entanto foi significativa para os indivíduos do campo 4 conforme mostra o dendograma (Figura 1 e 2).

As medidas de umidade e pH do solo obtidas nas quatro áreas não apresentaram nenhuma variação, porém, no campo 4 pequenas variações na umidade mostraram exercer influência na distribuição das espécies (Figura 1 e 3). Os indivíduos que melhor se relacionaram a umidade do solo pertencem aos grupos: Diptera, Orthoptera, Coleoptera, Isoptera e Collembola (Figura 3). Portanto, os resultados mostraram que a maior umidade, proporcionada por cobertura vegetal de porte arbóreo como na área 4, proporcionam maior diversidade de espécies.

As componentes principais explicaram dois ambientes: preservado e antropizado, a partir da análise da matriz de correlação (p < 0, 05000). A ordem Zoraptera dos campos 2 e 3 e Coleoptera do campo 2 estão bem próximos do círculo unitário indicando maior representatividade em relação à componente 2, (que representa antropização) e está inversamente relacionada com a umidade. Para Rosa (2008), é comum encontrar indivíduos da ordem Zoraptera dentro das galerias abandonadas em ninhos de cupim.

A componente 1 representa ambiente em restauração por sucessão, e se relaciona positivamente com alguns grupos do campo 4 e com a discreta alteração na umidade do solo, que é comumente muito seco na região. (Figura 3).
Tabela 3. Umidade do solo e pH das áreas de estudo.




Campo 1

Campo 2

Campo 3

Campo 4

pH

7

7

7

7

7

7

7

7

7

7

7

7

Umidade

0%

0%

0%

0%

0%

0%

0%

0%

0%

2%

3%

0%







Figura 1. Dendograma da matriz de distância pelo método de agrupamento de 41 Variáveis. Correlação de Pearson r.





Figura 2. Diagrama das variáveis e respectivas distâncias de ligação entre os grupos. 1-Pearson r.





Figura 3. Análise das Componentes Principais (ACP). Gráfico da distribuição da nuvem de variáveis, no círculo de correlações.
Conclusões

Embora os fatores 1 e 2 da Figura 3 não tenham explicado satisfatoriamente as componentes no círculo de correlação, os resultados apresentados estão correlacionados ao status de conservação das áreas estudadas, visto que, mesmo com uma riqueza de espécies inferior do campo 4, devido ao menor esforço amostral desta área, a diversidade e uniformidade dos resultados corroboram com a ACP demonstrando maior equitatividade dos organismos do campo 4 em função da conservação ambiental.


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